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domingo, 30 de janeiro de 2011

Deus ama você.




Olá, caríssimo leitor!

Cá estou novamente para compartilhar contigo o que tenho aprendido de Deus e falar um pouco de seu amor.

Se tiveres lido minha publicação neste blog intitulada “Deus existe e posso provar.”, então deves ter compreendido que Deus te conhece pessoalmente e que ele não ignora tua existência.

Mas talvez tu penses do seguinte modo: “pode ser que ele não ignore a minha existência, mas isso não significa que ele me ame”.

Pois é, filosófico leitor! Interessante o teu modo de pensar, mas, como vimos no texto citado acima, a vida é tão importante pra Deus que só ele pode criá-la, pois é ela a sua obra-prima e não o universo. Se a vida é mais importante que o tão grandioso universo, então teria sentido pensar que Deus não ame sua principal obra, que é a vida?

Existem várias formas de vida, temos os vegetais, bactérias, répteis, mamíferos e etc. Entretanto, convém lembrar que o sistema evolutivo criado por Deus fez que a vida evoluísse a estágios cada vez mais complexos, sendo o ápice dessa complexidade a espécie humana.


Somos os únicos seres verdadeiramente conscientes na Terra, pois temos uma identidade, um “eu”. Sendo assim, na abundante vida criada na Terra, qual a principal criação de Deus?

Nós.

A prova dessa predileção está em um presente que Deus deu apenas a nós: um espírito a sua imagem e semelhança. Esse presente pode ser aceito ou não, pode desenvolver-se ou não. Esse presente é o que nos torna filhos dele e não apenas suas criaturas. (Esse assunto foi bem desenvolvido aqui, por isso, creio que é desnecessário dizer algo mais sobre isso).

Diante disso, seria absurdo ele querer ser chamado de pai? Seria absurdo ele nos amar verdadeiramente? É evidente que não.

Mas talvez tu perguntes: “qual a prova desse amor?”

Antes de responder a tua pertinente pergunta, responda-me: sabes o que é o Amor à Vida?

Tentarei explicar-te:

Cinéfilo leitor, assististe ao filme Armagedom, com Bruce Willis? Nessa história, seu personagem morreu no fim para que a  humanidade vivesse. Isso foi burrice? É o tipo de coisa que ninguém faria?

O personagem dele apenas demonstrou um forte amor à vida, só isso.

Muitos acreditam que o amor à vida expressa-se na covardia, pois o covarde não quer morrer, por isso foge e vive mais. Mas isso é amor à vida, de fato? Ou apenas medo da morte?

Existem suicidas em potencial que não dão fim à própria vida por falta de coragem, mas não amam sua vida. Assim, temer a morte não significa amar à vida. Em muitos casos, porém, a coragem diante da morte pode significar um grande amor à vida, não apenas à própria vida, mas à vida como um todo.

Queres saber qual a prova do amor de Deus? Tu já sabes a resposta, diga-me: qual é a maior de todas as provas de amor?

O apóstolo Paulo responde ao dizer em Ef 5.25 “Maridos, amai vossa mulher, como também Cristo amou a igreja e a si mesmo se entregou por ela”.

Jesus morreu por sua igreja, amou-a mais do que a si mesmo.

É sobre esse amor sacrificial que quero falar: o amor de Deus pela vida humana.

Mas antes de prosseguirmos, caro leitor, talvez tenhas as seguintes indagações: “se Deus ama tanto à vida, então por que Jesus teve que morrer e não ele mesmo? Não foi um ato cruel da parte de Deus? Não seria melhor se ele próprio tivesse feito isso?

Interessantes as tuas indagações, meu questionador leitor. Mas permita-me outro questionamento: tu sabes o que é um avatar?

Um avatar é quando um deus faz outra versão de si mesmo, uma versão menor (Hebreus 2.9). Porém essa versão não é outro ser, mas ele mesmo. (João 1.1).

Deus se revelou no passado, no Antigo Testamento, como ele de fato é, como, por exemplo, quando apareceu na forma de uma nuvem escura no monte Sinai, onde Ele falou com todo o seu povo (Êxodo 20.18-22). Porém as pessoas se assustaram e acharam que morreriam. Se ele sempre se manifestasse assim, todos seriam convertidos na marra, mas essa conversão não seria sincera, obviamente, mas por coação.

Deus, então, se fez humano como nós, tornou-se um de nós. Por isso, ele pôde se aproximar e demonstrar de forma prática o que é o amor de fato e transmitir sua mensagem, sem coação.

Mas, talvez tu perguntes, por que ele precisou morrer?

Ele precisou morrer por dois motivos:


1. Justiça.

Em relação a Deus, concordas, jurídico leitor, que quando alguém mata ou rouba, sua punição é justa? Concordas também que Deus TEM que ser justo?

Em relação a nós, concordas que nossa noção pessoal de justiça é sempre a nosso favor e que frequentemente nos imaginamos uma boa pessoa e o mundo é que é mau? Até os traficantes pensam isso de si, não é? Isso é natural, perfeitamente comum. Mas, como sabes, ninguém é perfeito ou justo, de fato.

Contudo, diante disso, todos nós concordamos que um tribunal é necessário e é dele que esperamos que a justiça seja feita realmente, pois não são os valores pessoais que estabelecem a justiça, mas a lei fria e imparcial. Se temos um tribunal humano e o aceitamos e obedecemos, por que rejeitar a ideia de um tribunal divino e verdadeiramente justo? É o mesmo princípio, não é?

Mas aí é que entra o segundo motivo para a morte de Cristo.


2. Demonstrar seu amor.

Entre condenar e salvar, Deus prefere salvar.

Observe:

Imagine alguém que assassinou uma pessoa e foi pego e, por consequência, será julgado e condenado. Porém surge outra pessoa, alguém que todos sabem que é inocente, esse inocente diz: “eu cometi o crime, quero ser julgado e, inclusive, aceito a punição.”

Ele assume a culpa e a sentença do outro.

Pois é, caro leitor, Jesus (Deus) assumiu o julgamento e a condenação de todos nós, sacrificou-se.

Esse é o verdadeiro amor à vida.

Mas, talvez, tu perguntes: "precisava mesmo ser assim? Pois Deus é o criador de tudo e por isso ele não está sujeito a regra alguma, poderia não morrer e criar outro modo para salvar-nos."

Piedoso leitor, mas esse é o único modo de Deus nos mostrar de forma verdadeiramente convincente que seu amor é real, pois morrer por quem se ama é a maior de todas as provas.

Mas talvez, incrédulo leitor, tu perguntes: “mas se ele era Deus, então não foi difícil suportar esses sofrimentos”.

Amigo leitor, amor e coragem normalmente andam juntos, sendo assim, o sacrifício de amor que Jesus sujeitou-se não poderia ter acontecido sem muita coragem também. Por isso, ele passou por todo aquele sofrimento e humilhação como humano. Jesus foi a versão humana de Deus. Ele verdadeiramente tornou-se um de nós, possuía uma carcaça totalmente humana, igualzinha a tua ou a minha.

Como humano, até medo ele sentiu, Marcos 14.36 diz: “E dizia: Aba, Pai, tudo te é possível; passa de mim este cálice; contudo, não seja o que eu quero, e sim o que tu queres.”

Jesus sabia o que viria, mas disse: “não seja o que eu quero, e sim o que tu queres”. Só o verdadeiro amor pode produzir tanta coragem, pois nos amou mais do que a si mesmo. Jesus sentiu medo, pois era humano, no entanto, após a ressurreição, a carcaça humana deixou de existir e ele reassumiu seu status divino.

Como lição, podemos aprender que é o amor à vida que nos dá coragem diante da morte, pois vale a pena lutar e morrer por ela, mas não aprendemos só isso, também aprendemos que Deus nos ama e faria qualquer coisa por nós, inclusive rebaixar-se à condição humana para ser humilhado, torturado e morto apenas para que soubéssemos que ele nos ama.

Christian Brito




FELIZ NATAL!!!

Tá bom, já sei, o natal já passou e já está chegando o outro. Mas... Eu não tinha blog no natal passado, agora tenho, então: FELIZ NATAL!!!





UM de nós!!!!

Tanta paz, santa paz
Já anoiteceu, tão tranqüilo está
Terá sido numa noite assim?
Imagine o anjo a contemplar
A ternura de Maria a olhar
Que o Rei nasceu!

Um de nós, menino Deus nasceu
Deus se fez um de nós, que amor grandioso
Maravilhosa luz, envolve ali Jesus
Na noite em Belém, homem Deus se fez

Um de nós, Cristo Rei nasceu
Deus se fez um de nós naquela noite
Deus se fez um de nós
Um de nós
É noite de Natal

Natal
Tornou-se um de nós
Nasceu menino Deus que se fez um de nós
Que amor grandioso
Maravilhosa paz a manjedoura traz
Na noite em Belém homem Deus se fez
Um de nós o Cristo já nasceu
E tornou-se um de nós
Naquela noite...
Deus se fez um de nós
Um de nós
Natal é manhã...

Deus se fez um de nós!!!!!!

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Deus existe e posso provar




Olá, amigo leitor!

Podemos filosofar sobre Deus?

Existem diversos pensamentos sobre Deus, deuses ou a inexistência de divindades, pois para alguns bastou um ser supremo para tudo criar, para outros, porém, muitos seres poderosos foram necessários para isso. Para outros, ainda, bastou uma explosão, BUUMMM!!!

São linhas de pensamentos diferentes e até antagônicos, mas pretendo falar apenas um pouquinho sobre cada coisa, apenas para chegar a uma conclusão que eu, humildemente, creio ser a ideal.

Deus, deuses ou o Big Bang?

Comecemos pelo Big Bang (a Grande Explosão)

O padre e cosmólogo belga Georges Lemaître (1894-1966) propôs o que ele chamou de "hipótese do átomo primordial", mas que ficou conhecida como teoria do Big Bang. A teoria consiste basicamente na idéia de que o universo era originalmente concentrado em um pequeno ponto e em temperaturas altíssimas em um passado muito remoto. Mas algo aconteceu (uma explosão, muitos dizem) e esse pequeno ponto expandiu-se, ou seja, a matéria concentrada foi liberada dando origem ao universo conhecido. Uma das principais provas de tal teoria é o afastamento constante entre as galáxias o que sugere que um dia estiveram todas juntas no mesmo lugar.

Eu acredito parcialmente nessa teoria, pois a expansão no universo, o afastamento das galáxias e etc, até fazem sentido, mas a explosão, não.

Observe:

Mas o que uma explosão pode produzir? Explosões normalmente destroem, não é? Apenas espalham pedaços disso ou aquilo aleatoriamente. O resultado de uma explosão é sempre, obviamente, caótico.

E é esse, a meu ver, o ponto fraco dessa teoria: o caos.

Mas o que é o caos? Ele é a desordem absoluta, a ausência total de sentido, lógica ou equilíbrio. Mas se a Grande Explosão é a origem de tudo, então por que é difícil encontrar algo na natureza que seja totalmente caótico? Afinal, o equilíbrio ambiental é fundamental para a vida na Terra, por exemplo. Além disso, existem leis no universo, ou seja, um visível e inegável sistema de gerenciamento.

Como sabemos, tudo no universo é matematicamente explicável, perfeito. A matemática não é uma ciência intuitiva, mas lógica pura. Na matemática, o caos refere-se a algo que ainda não pôde ser explicado, mas que pode ser explicado algum dia. A lógica bem aplicada leva-nos normalmente à ordem, assim, se uma coisa sempre está em ordem, então é possível entendê-la e estudá-la, pois sempre funcionará dentro de um padrão e é isso que torna possível aos cientistas estudarem o universo e a natureza, pois descobrem seus padrões, sua estrutura, sua lógica. A evolução das espécies, por exemplo, segue um padrão lógico e definido, por isso, é possível estudá-la.

Muitas coisas no universo e na natureza ainda não foram totalmente explicadas, mas uma coisa é certa: tudo segue um padrão, tudo segue alguma regra e nada fica fora disso.

Mas o Big Bang não é um agente racional, é uma explosão.

O caos gerado em uma explosão pode criar regras?

Regras, como sabemos, existem na ordem.

Ordem e caos são opostos.

Um evento irracional, uma explosão, pode gerar sistemas de gerenciamento para o universo? Sistemas lógicos, racionais e imutáveis?

Conhece a lei da gravidade? Uma explosão pode criar uma lei assim?

Vamos pensar juntos, caríssimo leitor!

O que é necessário para se criar uma lei no Congresso Nacional? Quais os passos para elaborar uma Lei?

Antes de tudo deve-se verificar se é necessária uma nova lei, nenhuma lei surge sem um bom motivo para sua existência, assim, após constatar a necessidade da lei, então toma-se a decisão de criá-la. Após a criação do Projeto de Lei (PL), por parte de algum parlamentar, então o PL vai para discussão e planejamento, pois é preciso determinar de forma clara qual o alcance da lei e suas consequências, qual interesse deve defender ou restringir (lógico) e, além disso, a linguagem deve ser exata para não haver ambiguidades.

Uma lei é algo altamente pensado, fruto de muita reflexão. É um processo altamente racional, e mesmo assim, existem leis com falhas. Vemos que a lei surge para atender uma necessidade, depois vem a elaboração da lei para que possa cumprir todos os propósitos necessários para atender essa necessidade, depois disso decidem pela sua promulgação (a lei passa a valer, de fato). Isso tudo é necessário para se criar uma lei humana, mas mesmo assim não são perfeitas.

E as leis da natureza, são perfeitas? Elas têm uma finalidade bem definida e são respeitadas?

A natureza, sendo ela irracional e sem consciência própria (como muitos dizem), poderia impor uma lei necessária à manutenção da vida e ainda garantir o cumprimento dessa lei de forma infalível? Uma natureza irracional ainda poderia ter a ideia (e a iniciativa) de sujeitar tudo a essa lei?

Assim, podemos concluir que fica difícil afirmar que uma lei surge ao acaso, não é? É difícil pensar que as leis da física, química e gravidade surgiram simplesmente por causa de uma explosão. BUUMMM!!

Pessoalmente, creio que alguém decidiu criá-las, apenas um ser consciente e inteligente pode criar algo, é necessário inteligência para planejar e decidir alguma coisa, pois só uma ação consciente transforma o caos em ordem.

Bom, então concluímos que o universo, a natureza, a realidade (ou qualquer outro nome que queira usar) dificilmente pode ter surgido do caos ou da irracionalidade.

Pra mim, creio que Deus, em certo momento, no passado remoto, ele criou tudo de uma vez, em um único local, toda a matéria existente estava lá e também definiu todas as regras que a regeria. Essas regras são o sistema de gerenciamento que deram ao universo a forma que tem hoje. Um sistema perfeito, infalível.

Por isso, a ideia da expansão do universo faz sentido.

Além disso, a perfeição desse sistema presente na criação de Deus pode ser verificada na ausência de manutenção, ou seja, o universo não precisa parar para ser concertado, não é necessário chamar um técnico para corrigir problemas.

E é esse sistema que torna a existência de vários deuses improvável. Apenas um Deus pode existir.

As leis do universo abrangem tudo e nada pode ficar fora. Para o universo ser criado por deuses, então, significa que apenas um não teria o poder de fazer tudo, por isso teria que ser vários.

Mas aí é que está o problema. O universo é infinito, então, para criá-lo, precisaria de um poder infinito também. Se um deus não tivesse o poder de criar tudo, então ele seria finito, limitado. Se precisasse ajuntar mais deuses a ele, então seria a junção de vários seres finitos. Finito mais finito não se torna infinito.

Certa vez o ex-pastor Caio Fábio disse que Deus não existe e concordei com sua afirmação. Ele disse que a realidade (ou o universo) que conhecemos foi feita por Deus, por isso, Deus é maior que ela e não pode ser contido por ela, ou seja, Deus está FORA da realidade, sendo assim, não importa o que a física, química, filosofia digam, se Deus está fora do que podemos mensurar, então Deus não existe.

Entendeu?

Deus está fora do universo, pois o universo é menor que ele. Entretanto, sua presença pode ser percebida através da perfeição e inteligência inegável na estrutura da criação.

Deus tem poder infinito.

Mas pasme, amigo leitor, pois não é o universo a obra-prima de Deus, sabia?

Dia desses, eu estava vendo um programa no canal National Geographic (se não me engano) onde um cientista disse que existe tecnologia para criar DNA, é até possível juntar as proteínas certas para criar um ser a partir do conhecimento de seu genoma, entende? Existe o conhecimento para fazer isso, mas é impossível na prática, pois não tem como tornar esse composto VIVO. É possível, porém, implantar genes em um ser que já está vivo e alterá-lo, mas criar algo do NADA, mesmo possuindo conhecimento para tal, ainda não é possível.

Sabe por quê?

Ninguém sabe como produzir vida.

Observe:

Imagine uma pessoa saudável com tudo funcionando direitinho, mas aí se descobre que apenas seu coração não está bem. Após muitas intervenções médicas, o pior acontece: essa pessoa falece, seu coração não aguentou.

Amigo leitor, basta trocar o coração para que essa pessoa viva novamente?

Não, não é possível. Se o coração é trocado quando a pessoa ainda está viva, então é possível salvá-la, mas se morreu, então nada é possível fazer.

Por que é assim?

Simples, ninguém tem ideia de como a vida surge, entretanto, sabe-se o que fazer para mantê-la, quais medicamentos usar, cirurgias, implantes e etc., mas não como iniciá-la. 


Suponhamos, ainda, amigo leitor, que a pessoa no exemplo acima tivesse seu coração trocado, mesmo estando morta.

O que teríamos?

Teríamos uma pessoa cem por cento saudável, não é?

Mas continuaria morta.

Um corpo saudável e vivo ou um corpo saudável e morto são exatamente iguais, possuem a mesma quantidade de células. A única diferença é a vida.

Mas de onde ela vem?

Ninguém sabe.

Ou melhor, quase ninguém, pois é Deus e somente ele que concede a vida, dizem que nada há de sobrenatural no mundo, mas a vida é um dom sobrenatural e inexplicável.

A vida, leitor amigo, é a ação direta dele no mundo e a prova de que ele não é indiferente a nós e nem ao nosso mundo.

Alguns dizem que se Deus é tão poderoso, então por que se importaria conosco?

Ele se importa porque estamos vivos, o que adianta um universo imenso e sem vida?

É igual a uma casa vazia, ficar sozinho no nada ou ficar sozinho em uma casa vazia não é muito diferente, que graça tem?

Não é o universo a obra-prima de Deus, mas é a vida, querido leitor. A tua vida e a minha vida.

A vida é tão importante pra Deus que só ele pode fazê-la surgir. Por isso, Deus conhece cada um de nós, pois nos deu vida pessoalmente.

Ele não está ausente ou indiferente, ele não seria Deus se fosse assim.

É isso.


Aleluia!!




Sê Feliz

Esta é a estréia de meu blog, não poderia começar sem desejar algo de bom a ti, amigo leitor, que tão gentilmente optaste por me visitar.

Que a graça de Deus seja abundante em tua vida, pois o amor de Deus expresso em Jesus Cristo torna a felicidade possível.