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sexta-feira, 29 de julho de 2011

Na sua OPNIÃO, é importante saber a Verdade dentro da Religião ou basta apenas ter fé?



Embora alguns acreditem que essa resposta é simples, não o é, e percebe-se isso na resposta da maioria dos professos cristãos... Se possível, use textos bíblicos que comprovam seu argumento (Hebreus 4:12).

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Pergunta feita por Edy Markson no sítio Yahoo!Respostas.

Resposta dada por Bill à pergunta de Edy Markson.
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Bill:



Jesus disse: "examinai as escrituras..." João 5.39.

O conhecimento impede o engano e a manipulação, porque existem lobos em pele de cordeiros (Mateus 7.15), não é?

A gera a salvação e faz com que o reino de Deus se manifeste em nós, em nossa vida, e nos permite compreender a mensagem do Senhor, mas isso tudo é possível se você conhece a Palavra de Deus, porque ela é viva e eficaz, Hb 4.12 (que você citou).

A ignorância impede o desenvolvimento saudável da fé, porque se você se dispõe a ter fé apenas, sem se importar em aprender sobre ela, você pode acabar indo em qualquer direção, de qualquer modo, guiado por qualquer um e acabar, por fim, sem fé alguma.

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Edy Markson comentou:


Segundo as escrituras Sagradas, a fé segue a coisa ouvida (Romanos 10:14; João 17:3) e conforme Hebreus 11:1, a fé é uma espectativa de algo que temos confiança baseada no que percebemos e observamos. Só confiamos e acreditamos se temos base para isso.


quinta-feira, 28 de julho de 2011

E se fossemos apenas como um "tijolo em um muro"?


As artes sobreviveriam sem essa a essência da alma?

Como seríamos se não tivéssemos "emoções"?




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Pergunta feita por ET no sítio Yahoo!Respostas.

1ª Resposta dada por Kristal à pergunta de ET.

2ª Resposta dada por Bill à pergunta de ET.
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Krstal:

Contatos imediatos: olá E.T., aqui quem fala é Kristal, a terráquea lunática!

""... We don't need no thought control ...""

Se fôssemos apenas tijolos seríamos manipulados, fazendo parte de muralhas segregadoras, divisoras... Permaneceríamos estagnados, imóveis, sendo pichados dia após dia, impregnados, direcionados e serviríamos apenas como outdoors, como reprodutores inertes de ideologias... Nada de indignação, de movimento, de ação... Nada de arte ou de qualquer coisa do tipo que representasse alguma ameaça ao poder. Nada que tocasse, viveríamos no império da indiferença. Ninguém lutaria por ideais que valessem realmente a pena, não haveria nenhum tipo de sonho. Sabe? Esta hipótese está me parecendo tão próxima, tão familiar...

No seu planeta têm tijolos?

Beijos!

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Bill:

Essa música tem uma mensagem bem anárquica, prega contra a ordem institucional (os alunos quebrando tudo deixa isso bem claro).

Pessoalmente não penso assim.

Observe:

A ordem é importante?

Imagine um mundo sem leis e autoridades.

Esse mundo seria melhor que o nosso?

Imagine não haver a quem recorrer quando entram em nossa casa e levam tudo, quando um patrão resolve não pagar nosso salário, quando estupram nossa filha, quando ultrajam nossa honra e etc.

Um mundo assim seria melhor?

Qual o valor da educação?

Freud dizia que conhecimento é poder, e de fato é. Nem sempre uma pessoa é valorizada pelo que tem, mas, em muitos casos, pelo que conhece. Uma pessoa com conhecimento pode lutar contra o sistema, a pessoa ignorante é que é manipulada por ele.

Já reparou que a maior parte das promessas de políticos é para a classe pobre? Já reparou também que é a classe pobre que não tem ensino de qualidade? Por isso que essas promessas nunca são cumpridas, pois o povo ignorante é gado. São os pobres que elegem políticos no Brasil. Isso significa que os pobres são os culpados pela má qualidade de políticos no Brasil? Não, não são culpados. Uma criança é culpada quando se machuca com uma faca? Ou o adulto responsável é o culpado?

No Brasil existe uma cultura de castas, onde se aprende que o pobre não pode ser defendido, mas explorado e impedido de ascender a outras classes ditas superiores. Mas se esquecem de que é o pobre que elege os governantes. Assim, deveria ser do interesse dos adultos (pessoas bem informadas) garantirem o desenvolvimento educacional do pobre. Mas o preconceito impede isso. (dá uma olhadinha aqui)

A força de domínio de um governo é proporcional à educação do povo, ou seja, é a ignorância do povo que torna possível o surgimento e manutenção de ditadores.

No Exército Brasileiro tem algo que eles chamam de hierarquia e disciplina, mas na prática não existe nem hierarquia e nem disciplina, na prática é um sistema de castas que mantém uma baderna total.

Estou lá há doze anos, sei o que digo.

A ideia de hierarquia que eles idealizaram é semelhante à nobreza na época do império, ou seja, o superior não é um indivíduo com maiores responsabilidades, mas é um “ente” superior, o subordinado é um ser humano de classe inferior. Sendo assim, é atribuído ao “superior” todas as qualidades e capacidades, assim como todos os privilégios. Afinal, ele é um nobre. Assim, os superiores estão acima do bem e do mal, não podem ser questionados e, pasme, não erram. Pode parecer estranho, mas uma coisa que aprendemos aqui (e sempre nos lembram) é que um superior não erra. Se algo deu errado, então o subordinado obviamente errou, mas se o erro do superior estiver extremamente evidente, então o subordinado não “assessorou” seu superior adequadamente.

É óbvio que quanto mais alto na hierarquia, mais vagabundo, incompetente e desonesto o superior se torna. Por isso eu disse que é baderna.

Pois bem, o Brasil esteve sob a autoridade deles por duas décadas, o povo brasileiro ocupava o mais baixo posto nesse Sistema de Castas, então não haviam direitos, liberdades e etc. Além disso, o analfabetismo era absurdamente grande, o ensino já era de má qualidade e a informação censurada.

Conhecimento é poder.

Mas eles se punham como os defensores da ordem, da organização e consideravam-se como exemplos de liderança.

Já reparou como o brasileiro de um modo geral tem problemas com autoridade? Faz questão de desrespeitar leis e desafiar autoridades, não é?

Observe essa piadinha realista:

Dois amigos estavam sentados na frente de um lago e estava um frio de rachar

Um disse para o outro:

Eu aposto R$ 500,00 que faço aqueles três caras (americano, francês e brasileiro) pularem no lago pelados.

O outro disse: então tá apostado.

Então ele foi ao ouvido do americano, falou algo, depois de 5 segundos ele pulou pelado no lago. Em seguida ele foi ao ouvido do francês falou algo, depois de 5 segundos, ele pulou pelado no lago. Depois foi ao ouvido do BRASILEIRO falou algo, depois de 5 segundos, ele pulou pelado no lago.

O amigo dele ficou surpreso e perguntou o que ele disse a cada um deles.

O ganhador da aposta disse:

Para o francês, disse que era moda pular no lago pelado. Para o americano que era lei pular no lago pelado. E para o BRASILEIRO, que era proibido pular no lago pelado.

Os militares nos deram um péssimo exemplo de liderança, organização e ordem, por isso é tão difícil estabelecer uma boa liderança, organização e ordem. Pois sempre que alguém propõe alguma organização, então surge alguém que diz: “é ditadura, é imposição”, assim, a baderna permanece inalterada.

Mas em relação ao tijolo: Uma andorinha sozinha não faz verão, a união faz a força. Vários tijolos fortes formam uma parede forte.

O governo (seja ele qual for) investe na desordem e na má educação, enfraquece o povo e estabelece a ignorância e desunião como algo cultural (cada um por si e levar vantagem em tudo).

A mídia ajuda nisso, dá uma olhadinha aqui.

O povo iludido pensa que é livre.

É isso.

Abraços,

Graça e paz.

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Para um bom final de semana, uma grande reflexão. Pode ser?



Uma Fábula Judaica

Três mulheres conversando ao lado de um poço. Um velho as escutava.

A primeira mulher dizia:

- Meu filho é muito forte, corre e pula.

A segunda dizia:

- O meu filho canta como os passarinhos.

A terceira mulher nada dizia, então o velho perguntou:

- Você não tem filhos?

Ela respondeu:

- Tenho, mas ele é um menino normal como todas as crianças.

As três mulheres pegaram seus potes cheios de água e foram caminhando.
No meio do caminho, elas pararam para descansar e o velho homem sentou ao lado delas.

Logo elas viram seus filhos voltando para perto delas.

O primeiro vinha correndo e pulando, o segundo vinha cantando lindas canções.

O terceiro não vinha pulando nem cantando, ele correu em direção a sua mãe e pegou o pote cheio de água e levou para casa.

Então as três mulheres perguntaram para o velho homem:

- O que o senhor achou dos nossos filhos?

E o velho homem respondeu:

- Realmente, eu acabei de ver três meninos, mas vi apenas um filho.



E você, é (era) um dos meninos ou é (era) o filho?

Bom final de semana com as bênçãos do Senhor.

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Postado por Clave de Sol no yahoo!Respostas.

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Nada é perfeito sobre esse imperfeito (acho) mundo. o que o colega, dado-lhe o poder, mudaria no homem?



NOTA

pensei em postar essa minha curiosidade em forma de pergunta, como sempre faço, na categoria “sociedade e cultura”. pausa. existe algo de cultura na pergunta dessa jovem ainda – e vai continuar por muito tempo – sonhadora? obtemperei. mudei o pensar e, sem querer polemizar, fui para “religião”.

o que, se os colegas esse poder, mudaria em nosso homem, ou seja, no homem atual? é claro que quando falo no “homem”, sendo mulher, estou também inserida (não gosto da palavra) no contexto. mas, o que os colegas mudariam, uma vez que está provada, que o homem é um “projeto” que não deu certo?

uma bela tarde para todos. felicidades. e que cada um procure, todos os dias, melhorar com pessoa. uma conquista. uma obrigação.

carmem e sempre carmem. a irmã das manhãs.

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Resposta dada por Bill à pergunta de Carmem Germana Parente.
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Oi, Carmem!

Reparei que você não usa letras maiúsculas, há alguma razão especial?

Muito bem, querida poetisa, creio que o homem é um projeto que deu certo, mas alguns indivíduos, não.

A maior dádiva que Deus deu à humanidade foi a liberdade, porém, essa também é sua maldição.

Por quê?

Porque ser livre significa poder escolher qualquer coisa, inclusive o mal. Se não existe o mal, então não existe liberdade. Se Deus anulasse o mal, então seríamos obrigados a ser bons, não haveria escolha, entende? Esse foi o dilema de Adão: viver apenas com o bem (não comer o fruto) ou viver com o bem e o mal ao mesmo tempo (comer o fruto).

Essa escolha está diante de nós todos os dias. São as nossas escolhas que farão de nós um projeto bem sucedido ou mal sucedido.

Bjão!

Graça e paz!!
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Comentário Carmem.

oi, bill!

belo dia! ótimo dia! que o sol sai de dentro para fora do peito! por que minúsculas ? não direi idiossincrasia. somos todos menores que a menor das letras maiúsculas do alfabeto da vida! legal a questão entre o "bem e o mal" e o livre arbítrio. precisa-se falar mais nisso. ah, o espaço...