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quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

Cristãos sofrem no presente?






A cada 3 minutos, um cristão é martirizado pelo mundo a fora.

Estranho como ninguém diz isso, né?

Por que o Jornal Nacional, Jornal do SBT ou o Jornal da Record (que é cristã) nada dizem sobre isso?

Por favor, vejam o vídeo abaixo.


segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

A luz só é bonita quando acesa na escuridão?




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Pergunta feita por Najinha no sítio Yahoo!Respostas.

1ª Resposta, Ɛƨƫela Ɗiaƨƨ. 

2ª Resposta, Bill.
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A luz é bonita quando se dá conta dela brilhando para você.

Há pessoas cercadas de luz tentando iluminá-la por todos os lados e dia após dia, ano após ano permanecem na escuridão. Para elas a luz pouco sentido faz.

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Bill




Oi, Najinha!

Sim.

Imagine a escuridão de um cego e a beleza que a luz teria se ele pudesse vê-la.

Imagine [também] o que a luz pode fazer para quem possui a alma escura.

O mundo surge aos nossos olhos quando há luz, sem luz até quem enxerga fica cego.

Às vezes nós somos um farol na vida de alguém, mas não nos damos conta.

Imagine um pai que abraça seu filho todos os dias e diariamente diz à sua esposa que a ama e faz da alegria dela a sua meta de vida.

Isso é ser um farol.

Essa luz não é bonita?

Mas ainda tem aquela luz que está sempre acessa, mas mesmo assim ninguém a vê.

A luz do amor de Deus.

Essa luz existe, sim, e é muito bonita também.

Bjão.




domingo, 16 de dezembro de 2012

O que é sincretismo religioso no meio da igreja evangélica?






Desde já agradeço as respostas educadas ^^
 
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Pergunta feita por ♥♥♥ Gяαѕι Sc ♥♥♥ no sítio Yahoo!Respostas.

1ª Resposta, sama.

2ª Resposta, Pantera Lia.
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 sama

A tradição cultural de nosso país é, além de múltipla, mística em sua essência, sobretudo pelo fato de que a população brasileira é constituída por etnias diversas. Num mesmo “caldeirão” se encontram misturados europeus, africanos, aborígines, asiáticos, etc. Como sabemos, cada uma dessas etnias aqui presentes traz consigo, de maneira intrínseca, seus rituais, suas crenças, sua religiosidade, suas formas de se relacionar com o sobrenatural.



Dessa maneira facilmente percebemos dentre a vasta herança cultural do país, os seguintes elementos formando o pano de fundo da religião de nosso povo:

1) rudimentos da pajelança indígena;
2) superstições provenientes do catolicismo romano, trazido para a Ilha de Vera Cruz pelos colonizadores europeus;
3) uma forte corrente kardecista (também trazida pelos europeus);
4) o extremo misticismo dos cultos afro;
5) a busca da paz interior embutida nos ensinamentos das seitas orientais; e
6) o protestantismo e sua conclamação pelo retorno às Escrituras.

Meu objetivo aqui é focar os protestantes, “segmento” do qual faço parte. Aqueles que genuinamente professam tal fé, obrigatoriamente devem basear suas crenças unicamente na Bíblia Sagrada. É mister que seja assim com todas as igrejas que se dizem herdeiras da Reforma. Estas têm por obrigação prezar pela pureza doutrinária, pelos cinco “solas” (Sola Gratia, Sola Fide, Sola Scriptura, Solus Christus, Soli Deo Gloria).

No entanto, com imensa tristeza e pesar, chegamos à desoladora constatação de que não é isso que temos presenciado. Pelo contrário: em muitas igrejas ditas “evangélicas”, dá-nos a impressão que houve apenas a mudança da placa. Parece-nos que hoje há alguns centros destinados aos cultos afros que adotaram o rótulo de “igreja”, tamanho é o misticismo sob o qual o povo se encontra cativo. Fala-se (superficialmente) de Jesus, porém ainda se afirma ser necessário passar pelo sal grosso para fins de descarrego, é preciso adquirir uma série de patuás “gospel”, é preciso colocar copo d’água sobre o rádio ou televisão, é necessária a utilização de um pouquinho da terra trazida de Israel e alguns mililitros de água do Rio Jordão, os pedidos de oração devem ser queimados no Monte Sinai. Do contrário, apregoa-se nas entrelinhas, o fiel não será abençoado. Com isso, o sacrifício de Cristo é chutado para escanteio, relegado ao segundo plano. E o povo, apesar de supostamente estar numa igreja, continua preso a toda sorte de rituais místicos na busca da bênção.

Tanto se critica a mariolatria nos arraiais evangélicos, mas paradoxalmente, muitos se revelam mais praticantes da idolatria que os próprios católicos. Em nosso meio, se observa um apego exacerbado a determinados objetos de culto, há pregadores, há cantores, há “hinos”, há congressos. Alguns há que julgam necessário viajar centenas de quilômetros para participar de determinado congresso de missões e receber uma suposta “carga de poder”. Ignoram que Deus, sendo Onipresente, abençoa-nos e capacita-nos onde quer que estejamos. Até mesmo e, porque não dizer, principalmente no silêncio de nosso quarto, durante nossa meditação diária. Não entremos ainda no mérito daqueles que, à semelhança de algumas seitas de origem oriental, afirmam que, em alguns casos, é necessária uma suposta “cura interior”, técnica híbrida proveniente de um amálgama de textos bíblicos mal interpretados, psicologia e hipnose, resultando mais em ocultismo que em cristianismo, além de uma “confissão positiva” para a resolução dos problemas de quaisquer ordens.

Ou seja, a “igreja evangélica” brasileira conquanto se revele “evangélica”, se encontra atolada no sincretismo religioso. Numa perigosa mistura que distancia cada vez mais o homem dos preceitos bíblicos. Essa igreja precisa verdadeiramente ter um encontro com Cristo, aquele que já pagou o preço de nossa redenção. Aquele que bradou há quase dois mil anos atrás na cruz do Calvário: “Está consumado!”, expressão cujo significado pleno é desconhecido por muitos.
 
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É essa doutrina hipócrita que tem tomado contra das igrejas de Cristo, tirando a visão principal que é Deus, e levando a idolatria de homens... Mudando assim, a verdade em mentiras.

Perceba como satanás está enganando até os eleitos e ninguém está percebendo.

Levando muitos cristãos fieis a achar tudo normal, como louvores de homens, que muitos cantam como qualquer musica e ainda ficam dando todo crédito aos artistas...

Muitos pregadores que tem usado de curas para alto se promoverem e seus fieis passam a ser seus fieis de verdade, idolatrando tais pregadores, como se eles fossem os autores de tais milagres, tirando a honra de nosso Deus.

Púlpitos virando palco de show, para apresentações com direito a fundo musical, gritos... E o foco direcionado ao pastor, bispos cheio da unção. Só não sabemos que unção seja essa.

E quando em tempo de política, que candidatos sobem nesses palcos e começam a tentar ludibriar seus eleitores evangélicos?

O dizimo está sendo mais adorado do que Cristo, pois acham que o dinheiro pode comprar bênçãos, tratam, assim, Jesus como um mercenário.

Perceba como satanás tem usado outros métodos para enganar os eleitos do Senhor, pois já sabemos que adorar imagens é idolatria, mas esquecem-se de outros tipos de idolatria, que no caso, os próprios evangélicos estão praticando sem se darem conta disso.

Quando falamos de igrejas, pastores, muitos evangélicos só faltam nos engolir, de tanto que defendem seus pastores e suas placas, esquecem-se de defender somente seu Senhor Jesus.


Romanos 1. 22-25 diz: “Os sábios, tornaram-se loucos. E mudaram a glória do Deus incorruptível em semelhança da imagem de homem corruptível. Pelo que também Deus os entregou às concupiscências do seu coração, à imundícia, para desonrarem o seu corpo entre si; pois mudaram a verdade de Deus em mentira e honraram e serviram mais a criatura do que o Criador, que é bendito eternamente”.

Amém!