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sexta-feira, 1 de junho de 2012

Você deixaria que seu filho tivesse como professora uma blogueira que fala de sexo?





Tem um artigo no Yahoo, link aqui, onde fala de uma professora em Petrópolis/RJ que tem um blog que só fala de sexo.

Ela é professora de crianças.

Seu blog não é do tipo educativo.

Creio, profundamente, que sexo não é pecado. Também creio em livre-arbítrio, por isso, cada um faz de sua vida o que bem entender.

Mas e quando nossas atitudes influenciam outras pessoas?

Isso não é nossa responsabilidade?

Será que minha liberdade pode influenciar ou limitar a liberdade de outro e não há problema algum se eu ignorar isso?

Sendo assim, podem me influenciar também que tá tudo bem? Devo ficar calado?

Sabemos que, por causa da internet, hoje em dia até crianças de 9 anos estão altamente sexualizadas.

Uma psicóloga certa vez me disse que sexualidade precoce prejudica a criança, pode e vai confundi-la.

Nenhum pai, hoje em dia, controla a internet de seus filhos, mesmo crianças pequenas, infelizmente.

Essa professora não dá aula de sexo para seus alunos (eu acho), mas divulga abertamente seu blog.

Alguém duvida que seus alunos (crianças de 06 a 10 anos) o acessam?

Essa é uma questão ética importante.

Meu comentário no Yahoo foi (como sempre) censurado, é proibido discordar.

A maioria dos comentários no artigo em questão defende a professora, obviamente, pois discordâncias são sumariamente censuradas, assim, quem acessa o artigo tem a impressão de que a sociedade está a favor. Só veem o lado da professora. Nenhum psicólogo foi consultado.

Mas sexo é coisa de adultos e devia ser restrito a adultos.

Crianças devem viver a sua infância, dever ter o direito de ser crianças. Se uma pessoa opta por ser educador de crianças, então deve vestir a camisa de corpo e alma, pois tudo o que fizer dentro e fora da sala de aula, inevitavelmente, influenciará seus alunos.

O que você acha?



Ela também teve seu blog divulgado pelo O Globo. Por que sempre que se trata de coisas assim, o nome da Globo sempre aparece. Estranho...

Este é o link do jornal O Clobo.

A reportagem é uma divulgação do blog.

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Pergunta feita por
Bill no sítio Yahoo!Respostas.

Resposta dada por Karol.
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Não tenho religião e não acredito em deus personificado, mas tenho filho, e em minha opinião uma criança ainda esta aprendendo e formando caráter, cabe a mim, e somente a mim, dar conselhos sexuais e explicações para meu filho, porque em mim confio, sei que farei o melhor que puder para ajudá-lo, já outros não concordo.

As coisas devem ser separadas... Crianças com crianças, aprendendo o que pode ser evolutivo, mas sexo é em outra etapa da vida, e por ser criança, quem responde por ele no momento sou eu... Prefiro não arriscar, pois o mundo está cheio de pessoas mal-intencionadas.


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quinta-feira, 31 de maio de 2012

O HOMEM QUE NÃO SE IRRITAVA




Em uma cidade interiorana havia um homem que não se irritava e não discutia com ninguém.

Sempre encontrava saída cordial, não feria a ninguém, nem se aborrecia com as pessoas.

Morava em modesta pensão, onde era admirado e querido.

Para testá-lo, um dia seus companheiros combinaram levá-lo à irritação e à discussão numa determinada noite em que o levariam a um jantar.

Trataram todos os detalhes com a garçonete que seria a responsável por atender a mesa reservada para a ocasião. Assim que iniciou o jantar, como entrada foi servida uma saborosa sopa, que o homem gostava muito.

A garçonete chegou próxima a ele, pela esquerda, e ele, prontamente, levou seu prato para aquele lado, a fim de facilitar a tarefa.

Mas ela serviu todos os demais e, quando chegou a vez dele, foi embora para outra mesa.

Ele esperou calmamente e em silêncio, que ela voltasse. Quando ela se aproximou outra vez, agora pela direita, para recolher o prato, ele levou outra vez seu prato na direção da jovem, que novamente se distanciou, ignorando-o.

Após servir todos os demais, passou rente a ele, acintosamente, com a sopeira fumegante, exalando saboroso aroma, como quem havia concluído a tarefa e retornou à cozinha.

Naquele momento não se ouvia qualquer ruído. Todos observavam discretamente, para ver sua reação.

Educadamente ele chamou a garçonete, que se voltou, fingindo impaciência e lhe disse: o que o senhor deseja?

Ao que ele respondeu, naturalmente: a senhora não me serviu a sopa.

Novamente ela retrucou, para provocá-lo, desmentindo-o: servi, sim senhor!

Ele olhou para ela, olhou para o prato vazio e limpo e ficou pensativo por alguns segundos...

Todos pensaram que ele iria brigar... Suspense e silêncio total.

Mas o homem surpreendeu a todos, ponderando tranquilamente: a senhorita serviu sim, mas eu aceito um pouco mais!

Os amigos, frustrados por não conseguir fazê-lo discutir e se irritar com a moça, terminaram o jantar, convencidos de que nada mais faria com que aquele homem perdesse a compostura.

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Bom seria se todas as pessoas agissem sempre com discernimento em vez de reagir com irritação e impensadamente.

Ao protagonista da nossa singela história, não importava quem estava com a razão, e sim evitar as discussões desgastantes e improdutivas.

Quem age assim sai ganhando sempre, pois não se desgasta com emoções que podem provocar sérios problemas de saúde ou acabar em desgraça.

Muitas brigas surgem motivadas por pouca coisa, por coisas tão sem sentido, mas que se avolumam e se inflamam com o calor da discussão.

Isso porque algumas pessoas têm a tola pretensão de não levar desaforo para casa, mas acabam levando para a prisão, para o hospital ou para o cemitério.

Por isso a importância de aprender a arte de não se irritar, de deixar por menos ou encontrar uma saída inteligente como fez o homem no restaurante.

A pessoa que se irrita aspira o tóxico que exterioriza em volta, e envenena-se a si mesma.


Enviado por Tete Portugal.





"...percebe e entende que os melhores amigos, são aqueles que estão em casa, esperando por ti..."

sábado, 26 de maio de 2012

Feliz aquele que não teve que passar por isso...?




Família de Amy Winehouse planeja centro de desintoxicação com nome da cantora.

Fico triste quando vejo pessoas, que não entendem do problema que um viciado, um dependente químico passa e a primeira coisa que vem é o julgamento e a condenação.

Algum de vocês já passou por isso na família?

Creio que a atitude da família da cantora é louvável e de quem amargou a dor de ter uma filha destruída pelas drogas.

Comentem por favor.

Abçs

Prada.

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Pergunta feita por Prada no sítio Yahoo!Respostas.

Resposta dada por Clave de Sol.

Resposta dada por Bill.

Resposta dada por S@.g
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Amiga querida, ao tempo em que criticamos, poderíamos estar tirando uma dessas pobres almas do inferno do vício. Graças a Deus, não tive este problema com meus filhos, mas como você pode ver, a droga não está apenas entre os pobres. Artistas de todas as áreas, médicos, todos os que precisam lidar com o ser humano, - todos os fracos, leia-se, por favor, acabam rumando para as drogas. Que pena dos pais que perdem seus filhos de maneira tão estúpida, ainda mais quando são assassinados por cobranças...

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Oi, Prada!

Ninguém é obrigado a se tornar viciado. Cada um que entra nesse mundo, o faz consciente do que o mundo das drogas é. Normalmente são pessoas fracas que se deixam levar por amizades, mas, nem por isso, são inocentes.

Entretanto, creio que nunca se deve negar ajuda a quem quer sair desse mundo, mas poucos querem sair, por incrível que pareça. Para uma pessoa ficar totalmente livre das drogas, ela precisa, após a recuperação em uma clínica, mudar seus hábitos de vida. Uma pessoa recém-saída de uma clínica de recuperação não pode mais viver o mesmo tipo de vida, não pode mais andar com os mesmos amigos, frequentar as mesmas baladas (ou balada alguma) e etc.

É o ambiente e as amizades que formam o drogado e o alcoólatra.

Mas ninguém quer deixar sua vida de excessos, por isso, mesmo após se recuperarem, muitos voltam para as drogas.

O vício nunca acaba, ninguém é curado do vício realmente, mas nas clínicas de recuperação, o vício é controlado, por isso, quem foi dependente de drogas não pode conviver com drogados, pois a dependência volta com tudo.

A Winehouse até fez uma música que se chama rehab, onde ela diz que não quer ir para uma clínica de reabilitação.

Essa foi a escolha que ela fez e colheu os frutos correspondentes.

Ela não era inocente.

É isso.

Bjs.
 
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Comentário de Prada  à resposta de Bill:


Verdade Bill, esse seria o outro lado da moeda. Vamos dizer que há muito tempo atrás, quando esse assunto era velado, e quase a mídia não divulgava; não se sabia tanto.

Além de ter que mudar de hábitos, convivência com outras pessoas, ocupação, é preciso ter esse lado preenchido por Deus... Então toda clinica de recuperação deveria ter o lado espiritual trabalhado para assim, tentar-se garantir maior êxito. Agora se o recuperando não quiser, não tem jeito.



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Bom dia meu anjo!!

Passei e passo, mas com drogas lícitas!! Eu mesmo terei que tomar drogas até morrer, pois meu problema de bipolaridade só fica "quietinho" mediante a estabilizadores de humor!!

Conheço pessoas que tem problemas com drogas e posso garantir, é bem pior do que mostra na TV!!

Pena, o governo não fazer nada, não atacar os grandes traficantes, só ficar entrando em favela e despejando tiro, enquanto os barões da droga moram em mansões a beira-mar ou em Brasília!!

Bjão, querida!!
 
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Comentário de Prada  à resposta de s@.g:


Oi S@.g, obrigada pelo "anjo"...

Infelizmente é isso mesmo. A crakolândia é exemplo disso. Outro dia assistindo ao noticiário, tudo o que ocorre lá não é alheio aos governantes. Mas não há interesse nessas vidas. Teria que haver um trabalho social muito intenso, e caro. E pra que se esses já estão condenados?

E quanto às drogas lícitas, temos mais dependentes químicos do que se pode imaginar...

Abçs

domingo, 20 de maio de 2012

Quero voltar a confiar





Fui criado com princípios morais comuns:

Quando eu era pequeno, mães, pais, professores, avós, tios, vizinhos eram autoridades dignas de respeito e consideração.

Quanto mais próximos ou mais velhos, mais afeto. Inimaginável responder de forma mal educada aos mais velhos, professores ou autoridades…

Confiávamos nos adultos porque todos eram pais, mães ou familiares das crianças da nossa rua, do bairro, ou da cidade…

Tínhamos medo apenas do escuro, dos sapos, dos filmes de terror…

Hoje me deu uma tristeza infinita por tudo aquilo que perdemos.

Por tudo o que meus netos um dia enfrentarão.

Pelo medo no olhar das crianças, dos jovens, dos velhos e dos adultos.

Direitos humanos para criminosos, deveres ilimitados para cidadãos honestos.

Não levar vantagem em tudo significa ser idiota.

Pagar dívidas em dia é ser tonto… Anistia para corruptos e sonegadores…

O que aconteceu conosco?

Professores maltratados nas salas de aula, comerciantes ameaçados por traficantes, grades em nossas janelas e portas.

Que valores são esses?

Automóveis que valem mais que abraços.

Filhas querendo uma cirurgia como presente por passar de ano.

Celulares nas mochilas de crianças.

O que vais querer em troca de um abraço?

A diversão vale mais que um diploma.

Uma tela gigante vale mais que uma boa conversa.

Mais vale uma maquiagem que um sorvete.

Mais vale parecer do que ser…

Quando foi que tudo desapareceu ou se tornou ridículo?

Quero arrancar as grades da minha janela para poder tocar as flores!

Quero me sentar na varanda e dormir com a porta aberta nas noites de verão!

Quero a honestidade como motivo de orgulho.

Quero a vergonha na cara e a solidariedade

Quero a retidão de caráter, a cara limpa e o olhar olho-no-olho.

Quero a esperança, a alegria, a confiança!

Quero a esperança, a alegria, a confiança!

Quero calar a boca de quem diz: “ temos que estar ao nível de…”, ao falar de uma pessoa.

Abaixo o “TER”, viva o “SER”

E viva o retorno da verdadeira vida, simples como a chuva, limpa como um céu de primavera, leve como a brisa da manhã!

E definitivamente bela, como cada amanhecer.

Quero ter de volta o meu mundo simples e comum.

Onde existam amor, solidariedade e fraternidade como bases.

Vamos voltar a ser “gente”.

Construir um mundo melhor, mais justo, mais humano, onde as pessoas respeitem as pessoas.

Utopia?

Quem sabe?...

Precisamos tentar…

Quem sabe comecemos a caminhar transmitindo essa mensagem…

Nossos filhos merecem e nossos netos certamente nos agradecerão!




Atribuído a Arnaldo Jabor.

sábado, 19 de maio de 2012

MÃES MÁS...




Um dia, quando os meus filhos forem crescidos o suficiente para entenderem a lógica que motiva os pais e as mães, eu hei de dizer-lhes:

Eu os amei o suficiente para ter perguntado: aonde vão, com quem vão e a que horas regressarão?

Eu os amei o suficiente para não ter ficado em silêncio e fazer com que vocês soubessem que aquele novo amigo não era boa companhia.

Eu os amei o suficiente para fazê-los pagar as balas que tiraram da mercearia e os fazer dizer ao dono: "Nós roubamos isto ontem e queríamos pagar".

Eu os amei o suficiente para ter ficado em pé junto de vocês 2 horas, enquanto limpavam o seu quarto; tarefa que eu teria realizado em 15 minutos.

Eu os amei o suficiente para deixá-los ver além do amor que eu sentia por vocês, o desapontamento e também as lágrimas nos meus olhos.

Eu os amei o suficiente para deixá-los assumir a responsabilidade das suas ações, mesmo quando as penalidades eram tão duras que me partiam o coração.

Mais do que tudo, eu os amei o suficiente para dizer-lhes não, quando eu sabia que vocês poderiam me odiar por isso. Essas eram as mais difíceis batalhas de todas.

Estou contente, venci... porque no final vocês venceram também! E qualquer dia, quando meus netos forem crescidos o suficiente para entenderem a lógica que motiva os pais e as mães, meus filhos vão lhes dizer quando eles lhes perguntarem se a sua mãe era má: "Sim... Nossa mãe era má. Era a mãe mais má do mundo.

As outras crianças comiam doces no café e nós tínhamos de comer cereais, ovos e torradas. As outras crianças bebiam refrigerante e comiam batatas fritas e sorvete no almoço e nós tínhamos de comer arroz, feijão, carne, legumes e frutas. E ela obrigava-nos a jantar à mesa, bem diferente das outras mães, que deixavam os filhos comerem vendo televisão.

Ela insistia em saber onde nós estávamos a toda hora. Era quase uma prisão. Mamãe tinha que saber quem eram os nossos amigos e o que nós fazíamos com eles. Insistia que lhe disséssemos que íamos sair, mesmo que demorássemos só uma hora ou menos.

Nós tínhamos vergonha de admitir, mas ela violou as leis de trabalho infantil. Nós tínhamos de lavar a louça, fazer as camas, lavar a roupa, aprender a cozinhar, aspirar o chão, esvaziar o lixo e todo o tipo de trabalhos cruéis. Eu acho que ela nem dormia à noite, pensando em coisas para nos mandar fazer.

Ela insistia sempre conosco para lhe dizermos a verdade, e apenas a verdade. E quando éramos adolescentes, ela até conseguia ler os nossos pensamentos.

A nossa vida era mesmo chata.

Ela não deixava os nossos amigos tocarem a buzina para que nós saíssemos. Tinham de subir, bater à porta para ela os conhecer. Enquanto todos podiam sair à noite com 12, 13 anos, nós tivemos de esperar pelos 16.

Por causa da nossa mãe, nós perdemos imensas experiências da adolescência. Nenhum de nós esteve envolvido em atos de vandalismo, violação de propriedade, nem fomos presos por nenhum crime.

Foi tudo por causa dela. Agora que já saímos de casa, nós somos adultos, honestos e educados, estamos a fazer o nosso melhor para sermos "pais maus", tal como a nossa mãe foi.

Eu acho que este é um dos males do mundo de hoje:
Não há suficientes Mães más...


Dr. Carlos Hecktheuer