Seguidores

Mostrando postagens com marcador gratidão. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador gratidão. Mostrar todas as postagens

sábado, 15 de dezembro de 2012

OS PAIS ENVELHECEM






Talvez a mais rica, forte e profunda experiência da caminhada humana seja a de ter um filho.

Ser pai ou mãe é provar os limites que constituem o sal e o mel do ato de amar alguém.

Quando nascem, os filhos comovem por sua fragilidade, seus imensos olhos, sua inocência e graça.

Eles chegam à nossa vida com promessas de amor incondicional.

Dependem de nosso amor, dos cuidados que temos.

E retribuem com gestos que enternecem.

Mas os anos passam e os filhos crescem.

Escolhem seus próprios caminhos, parceiros e profissões.

Trilham novos rumos, afastam-se da matriz.

O tempo se encarrega da formação de novas famílias. Os netos nascem.

Envelhecemos.

E então algo começa a mudar.

Os filhos já não têm pelos pais aquela atitude de antes. 

Parece que agora só os ouvem para fazer críticas, reclamar, apontar falhas.

Já não brilha mais nos olhos deles aquela admiração da infância.

E isso é uma dor imensa para os pais.

Por mais que disfarcem, todo pai e mãe percebem as mínimas faíscas no olho de um filho.

Apenas passaram-se alguns anos e parece que foram esquecidos, os cuidados e a sabedoria que antes era referência para tudo na vida.

Aos poucos, a atitude dos filhos se torna cada vez mais impertinente.

Praticamente não ouvem mais os conselhos.

A cada dia demonstram mais impaciência.

Acham que os pais têm opiniões superadas, antigas.

Pior é quando implicam com as manias, os hábitos antigos, as velhas músicas.

E tentam fazer os velhos pais adaptarem-se aos novos tempos, aos novos costumes.

Quanto mais envelhecem os pais, mais os filhos assumem o controle.

Quando eles estão bem idosos, já não decidem o que querem fazer ou o que desejam comer e beber.

Raramente são ouvidos quando tentam fazer algo diferente.

Passeios, comida, roupas, médicos, tudo, passa a ser decidido pelos filhos.

E, no entanto, os pais estão apenas idosos. Mas continuam em plena posse da mente.

Por que então desrespeitá-los?

Por que tratá-los como se fossem inúteis ou crianças sem discernimento?

E, no entanto, no fundo daqueles olhos cercados de rugas, há tanto amor.

Naquelas mãos trêmulas, há sempre um gesto que abençoa, acaricia.

A cada dia que nasce, lembre-se, está mais perto o dia da separação.

Um dia, o velho pai já não estará aqui.

O cheiro familiar da mãe estará ausente.

As roupas favoritas para sempre dobradas sobre a cama, os chinelos em um canto qualquer da casa.

Então, valorize o tempo de agora com os pais idosos.

Paciência com eles quando se recusam a tomar os remédios, quando falam interminavelmente sobre doenças, quando se queixam de tudo.

Abrace-os apenas, enxugue as lágrimas deles, ouça as histórias, mesmo que sejam repetidas, e dê-lhes atenção, afeto...

Acredite: dentro daquele velho coração brotarão todas as flores da esperança e da alegria.


domingo, 5 de agosto de 2012

VIDA MODERNA





Um homem de negócios americano, no ancoradouro de uma aldeia da costa mexicana, observava um pequeno barco de pesca que atracava nesse momento trazendo um único pescador. No barco, vários grandes atuns.

O americano deu parabéns ao pescador pela qualidade dos peixes e perguntou-lhe quanto tempo levara para pescá-los.

- Pouco tempo – respondeu o mexicano.

Em seguida, o americano perguntou por que ele não permanecia no mar mais tempo, o que lhe teria permitido uma pesca mais abundante.

O mexicano respondeu que tinha o bastante para atender as necessidades imediatas de sua família.

O americano voltou à carga:

- Mas o que é que você faz com o resto de seu tempo?

O mexicano respondeu:

- Durmo até tarde, pesco um pouco, brinco com meus filhos, tiro a siesta com minha mulher, Maria, vou todas as noites à aldeia, bebo um pouco de vinho, toco violão com meus amigos. Levo uma vida cheia e ocupada, señor.

O americano assumiu um ar de pouco caso e disse:

- Eu sou formado em administração em Harvard e poderia ajudá-lo. Você deveria passar mais tempo pescando e, com o lucro, comprar um barco maior. Com a renda produzida pelo novo barco, poderia comprar vários outros. No fim, teria uma frota de barcos pesqueiros. Em vez de vender pescado a um intermediário, venderia imediatamente a uma indústria processadora e, no fim, poderia ter sua própria indústria. Poderia controlar o produto, o processamento e a distribuição. Precisaria deixar esta pequena aldeia costeira de pescadores e mudar-se para a Cidade do México, em seguida para Los Angeles e, finalmente, para Nova York, de onde dirigiria sua empresa em expansão.

- Mas, señor, quanto tempo isso levaria? – pergunto o pescador.

- Quinze ou vinte anos – respondeu o americano.

- E depois, señor?

O americano riu e disse que essa seria a melhor parte:

- Quando chegar a ocasião certa, você poderá abrir o capital de sua empresa ao público e ficar muito rico. Ganharia milhões.

- Milhões, señor? E depois?

- Depois – explicou o americano – você se aposentaria. Mudava para uma pequena aldeia costeira, onde dormiria até tarde, pescaria um pouco, brincaria com os netos, tiraria a siesta com a esposa, iria à aldeia todas as noites, onde poderia beber vinho e tocar violão com amigos...

Respondeu o mexicano: "Agradeço a Deus, porque tudo isso eu já tenho"!

Enviado por Tete Portugal.




__________________

Temos muito que agradecer a Deus.

sexta-feira, 23 de março de 2012

Nunca vale a pena ter inveja!!!!



Era uma vez um sujeito muito simples, que ganhava a vida quebrando pedras.

Ele tinha saúde, emprego, família, mas, vivia permanentemente insatisfeito.

Um dia ele passou em frente a casa de um homem muito rico e importante e sentiu um terrível inveja ao vê-lo cercado de bens valiosos e pessoas importantes.

Ah... Como ele queria ser como aquele homem!

Então, inexplicavelmente, como num passe de mágica... plim! Ele foi colocado no lugar do rico.

Mas, quando ia começar a usufruir o luxo e o poder, passou em frente daquela casa um importante general, montado num magnífico cavalo, e todos se curvavam diante dele. O quebrador de pedras novamente sentiu inveja e desejou ser aquele general e, mais uma vez, plim! Lá estava ele, em cima do cavalo.

Mas, quando ia começar a desfrutar o prestígio do general, caiu do cavalo, devido ao forte calor do sol do meio-dia. Então, ele invejou o sol e... plim!

Mas, quando ia começar a experimentar todo o poder de seus raios, uma nuvem escura veio e tapou-lhe a visão e interrompeu seus raios. Invejou a nuvem escura e... plim!

Mas, quando ia começar a tapar os raios do sol, passou um forte vento e jogou a nuvem pra longe. Invejou o vento e... plim!

Mas, quando ia começar a jogar nuvens escuras para bem longe, uma montanha quebrou o vento. Invejou a montanha e... plim! Tornou-se a montanha.

Ah... Agora, finalmente, parece que ficou satisfeito, pois, parecia-lhe que, em todo o mundo, nada era mais poderoso que uma grande e inabalável montanha.

Mas, foi neste pequeno e único momento de satisfação que ele ouviu um som que lhe era bastante familiar, o som de uma pesada marreta de ferro manejada com habilidade por um musculoso quebrador de pedras, quebrando a montanha devagarinho.



____________

Ao invés de cultivar a inveja, por que não agradecer pelo que temos e somos?

domingo, 4 de setembro de 2011

Gratidão - Ser ou não ser grato, depende do coração que temos para receber (Oscar Wilde), o que pensas disso?





Um rouxinol vivia no jardim de uma casa. Todas as manhãs, uma janela se abria e um jovem comia seu pão, enquanto olhava a beleza do jardim.

Sempre caiam farelos de pão no parapeito da janela.

O rouxinol comia os farelos, acreditando que o jovem os deixava de propósito para ele.

Assim, criou um grande afeto por aquele que se preocupava em alimentá-lo ainda que com migalhas.

Um dia, o jovem se apaixonou. Mas, ao se declarar, sua amada impôs uma condição para retribuir seu amor: Que na manhã seguinte ele lhe trouxesse a mais linda rosa vermelha.

O jovem percorreu todas as floriculturas da cidade, mas sua busca foi em vão. Nenhuma rosa... Muito menos vermelha.

Triste, desolado, ele foi pedir ajuda ao jardineiro de sua casa.

O jardineiro declarou que ele poderia presenteá-la com petúnias, violetas, cravos... Qualquer flor, menos rosas. Elas estavam fora de época; era impossível consegui-las naquela estação.

O rouxinol, que escutara a conversa, ficou penalizado com a desolação do jovem...

Teria que fazer algo para ajudar seu amigo a conseguir a flor.

A ave então procurou o Deus dos Pássaros, que falou:

- Você pode conseguir uma rosa vermelha para o seu amigo... Mas o sacrifício é grande e poderá custar-lhe a vida!

- Não importa, respondeu a ave. O que devo fazer?

- Bem, você terá que se emaranhar em uma roseira, e ali cantar a noite toda, sem parar.

O esforço é muito grande; seu peito pode não aguentar...

- Assim farei, respondeu a ave. É para a felicidade de um amigo!

Quando escureceu, o rouxinol emaranhou-se em meio a uma roseira que ficava em frente à janela do jovem.

Ali, pôs-se a cantar seu canto mais alegre, pois precisava caprichar na formação da flor.

Um grande espinho começou a entrar no peito do rouxinol, e quanto mais ele cantava, mais o espinho entrava em seu peito. Mas o rouxinol não parou.

Continuou seu canto, pela felicidade de um amigo. Um canto que simbolizava gratidão, amizade.

Um canto de doação, até mesmo da própria vida!

Pela manhã, ao abrir a janela, o jovem se deteve diante da mais linda rosa vermelha, formada pelo sangue do rouxinol.

Nem questionou o milagre, apenas colheu a rosa.

Ao olhar o corpo inerte da pobre ave, o jovem disse:

- Que ave estúpida! Tendo tantas árvores para cantar, foi se enfiar justamente em meio a roseira que tem espinhos. Pelo menos agora dormirei melhor, sem ter que escutar seu canto chato.




É muito triste, mas infelizmente cada um dá o que tem no coração...
Cada um recebe com o coração que tem.

Texto Original: Oscar Wilde

________________
 
Pergunta feita por Alane Poison no sítio Yahoo!Respostas.

1ª Resposta dada por Abusado à pergunta de Najinha.

2ª Resposta dada por Carrancho à pergunta de Najinha.
 __________________

Abusado:


Aí Miguxa,

Dá licença, mais... Tá tudo errado.

Primeiro: que raio de amor é esse que precisa impor uma condição tipo: arrumar uma rosa fora de época. Ou seja, a tal amada não tava afim do cara e, invés de falar claramente, inventou uma condição impossível prá se livrá do bofe.

Segundo: tá certo que quando a gente tá apaixonado o cérebro fecha prá balanço e a gente sai caçando coisas prá amada que não existem e aceitando sem pensar quando elas caem do céu (ou são colocadas à venda pelo demo em troca da alma), mais, tá na cara que o apaixonado nunca sentiu nada pelo rouxinol além de chateação pelo seu canto noturno (duvido que deixava as migalhas para o passarinho, deixava era pro empregado limpar), portanto, a troco do quê o passarinho se envolveu num assunto que não era dele, senão por puro engano? Moral? Quem erra paga.

Terceiro: o tal Deus dos Pássaros era um baita dum sacana. Se era Deus sabia que o bichinho burramente ia dar a própria vida por conta duma transa entre uma princesinha mimada e um jovenzinho sem senso de autocrítica e mal-agradecido, que sacrifício mais besta. Se era prá sacrificá o bicho podia descolar uma causa, no mínimo, mais meritória.

Enfim, não creio que o sacrifício de uma vida (mesmo que no mundo das fábulas) valha para provar a ingratidão, coisa que todos sabem que tem de sobra no mundo.

Falei?

Shuashuashuashuashuashuassssssss


Bjão abusado prá ti.

 __________________

Carrancho:



Esse texto é PROFUNDO!

Hj em dia vejo muitas INGRATIDÕES... E não deveria ser assim!

São poucos que LEMBRAM as coisas que proporcionastes... INFELIZMENTE!

Mas... Colherão lá na frente algo parecido.

Pode até demorar... Mas VOLTA!

É comum as pessoas guardarem mágoas por muitos anos de coisas desagradáveis que vivenciaram.

Mas se esquecem, com rapidez, das dádivas que lhes foram ofertadas, ao longo da vida.

Isso nos recorda de uma história simples e fantasiosa, que chegou a ser tema de um filme de curta-metragem, chamado A Árvore Generosa.

É a história de uma árvore que se apaixona por um garoto.

Moleque, ele se balançava nos seus galhos. Colocou um balanço e imaginava voar, balançando-se sempre mais alto, mais alto.

Subia nela, até o topo, para ver à distância, imaginando que a árvore era um navio e ele estava em alto mar, à busca de terras a serem descobertas.

Na temporada das frutas, ele se servia das maçãs, deliciando-se com elas.

Cansado, dormia à sua sombra. Eram dias felizes e sem preocupações. A árvore gostava muito dessa época.

O menino cresceu e se tornou um rapaz. Agora, por mais que a árvore o convidasse para brincar, ele não ouvia.

Seu interesse era angariar dinheiro, muito dinheiro. A árvore generosa lhe disse, um dia:

Apanhe minhas maçãs e as venda.

O jovem aceitou a sugestão e a árvore ficou feliz.

Por um largo tempo, ela não o viu. Ele se transferiu para outros lugares, viajou, angariou fama e fortuna.

Quando ela o viu, outra vez, sorriu, feliz e o convidou para brincar.

Contudo, ele agora era um homem maduro. Estava cansado do mundo. Preocupações lhe enrugavam a testa.

Tantos eram os problemas que nem ouviu o coração da árvore bater mais forte quando ele se encostou, de corpo inteiro, à sua sombra, para pensar.

Queria sumir, desaparecer, desejando em verdade fugir dos problemas.

A árvore generosa lhe sussurrou aos ouvidos e agora ele ouviu:

Derrube-me ao chão, pegue meu tronco e faça um barco para você. Faça uma viagem, navegando nele.

Ele aceitou a sugestão e a árvore tornou a se sentir feliz.

Muitos anos se passaram. Verões de intenso calor, primaveras de flores, invernos de ventos e noites solitárias.

Finalmente, o homem retornou. Estava velho e cansado demais para brincar, para sair em busca de riqueza ou para navegar pelos mares.

A árvore lhe sugeriu:

Amigo, fui cortada, já não tenho sombra. Sou somente um toco. Que tal sentar e descansar?

O velho aceitou a sugestão e a árvore ficou feliz.


***********************************

Fazendo uma retrospectiva de nossas vidas, comparando-as com a da árvore e do menino, é possível que nos identifiquemos em alguns pontos.

Quantas árvores generosas tivemos na vida? Quantas nos deram parte delas para que crescêssemos e pudéssemos alcançar nossos objetivos?

Quantas árvores generosas nos sustentaram nas horas difíceis, alimentando-nos com seus recursos?

Foram muitas, muitas mesmo.

Se as fôssemos enumerar todas, talvez não coubessem seus nomes em uma só folha de papel: pais, amigos, irmãos, vizinhos, colegas.

Por isso, essa é uma homenagem de gratidão a todas as árvores generosas dos nossos caminhos. A todos os que foram sustento, abrigo, aconchego, fortaleza.

Obrigado, amigos. Obrigado, Senhor da Vida.

Beijos Querida



sábado, 27 de agosto de 2011

Você tem valorizado os dias comuns?




No final do dia, o marido se dirige à esposa e diz: "Hoje foi um daqueles terríveis dias comuns".

Acho muito interessante como temos uma visão errada sobre os "dias comuns".

Dias comuns são aqueles dias em que tudo foi exatamente como sempre havia sido antes. Normalmente eles são reconhecidos como tediosos e maçantes.

Prefiro observar os "dias comuns" de forma diferente (até porque a maior parte dos nossos dias são "comuns", se eles forem chatos, a nossa vida tende a ser uma chatice só!).

Para mim, os "dias comuns" têm grande valor. Quer ver?

* nos dias comuns eu não estou doente nem estou com dor (quando tenho alguma dor, o dia não é um dia comum).




* nos dias comuns ninguém que eu amo faleceu ou está muito doente (quando alguém que eu amo está sofrendo, os dias não são comuns).



* nos dias comuns não perco o meu emprego.

 

* nos dias comuns a minha vida não está envolvida em nenhum escândalo ou catástrofe.



* nos dias comuns as pessoas que eu amo também me amam e não estão "de mal" comigo.



* nos dias comuns eu não passo fome e nem frio.



* nos dias comuns eu não participo das guerras e nem vejo a morte bem perto de mim.



* nos dias comuns o sol não provocou uma seca e nem a chuva provocou uma enchente.



* nos dias comuns não sou assaltado nem sequestrado.



* nos dias comuns os amigos não me traem.



* nos dias comuns estou em paz.


Viu? Dias comuns podem se tornar tediosos, mas dias "especiais" (não comuns), podem ser muito difíceis e sofridos. Por isso, prefiro os dias comuns e escolho valorizá-los.

Há alguns dias atrás tive um problema de saúde. Passei mal e tive dor. Nesse momento, fiquei lembrando do dia anterior... Um "dia comum".

No ordinário dos "dias comuns" eu vejo a mão de Deus. Por isso, sou grato pela beleza dos "dias comuns".

Vamos valorizar a beleza dos dias comuns...


Postado por Dr. Light no Yahoo!Respostas.