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domingo, 12 de agosto de 2012

AFINIDADE?




Normalmente as pessoas só amam a quem consideram semelhantes, com alguma afinidade.

Fala-se muito em valorizar amizades, hoje em dia, em detrimento da família (na verdade dizem que um grupo de amigos é um novo tipo de família). Em todo lugar você acha escrito (ou na televisão) que o  amigo é isso, que o amigo é aquilo e etc., mas quando estamos na pior, é o amigo que estende a mão? Isso, de fato, acontece? Ou é sempre a família (os parentes chatos) que dedica seu tempo e, muitas vezes, até dinheiro para nos livrar da aflição?


O que o amigo de fato faz é nos divertir ou nos levar para onde está a diversão, é basicamente isso e só. A amizade é um amor superficial e impessoal, onde todos riem juntos, divertem-se juntos, mas é cada um por si e que o outro se vire sozinho.

As amizades de hoje não eliminam a solidão da alma, pois à noite, quando se chega da balada, a tristeza continua intacta.

Esse é o amor entre iguais que vemos hoje.

E o amor em relação àqueles que a sociedade considera como inferiores, os necessitados?

Simplesmente não existe.

Mas e as campanhas do agasalho, contra a fome e etc.?

Sabe o que é condescendência?

Imagine um “nobre de sangue azul” que estende sua mão caridosa a um reles “plebeu”. Houve amor neste gesto ou apenas pena por alguém que ele considera como um miserável qualquer? Ou será que o nobre fez isso apenas pra fazer média com o povo ou talvez para ganhar pontos no céu? Ou seja, fez o bem, na verdade, pensando apenas em si mesmo?

Pena é o mesmo que condescendência, ou seja, um sentimento entre desiguais.

Não existe solidariedade em nossos dias, apenas condescendência.

Vivemos em nossos dias o culto ao individualismo, ou seja, as palavras que mais usamos são: eu, meu, por mim, pra mim, sem mim, comigo e etc.

Eu e sempre EU.

Desse modo é possível desenvolver algum tipo de amor?

Não, é impossível.

Graça e paz.


 Christian Brito

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"Porque eu, o SENHOR teu Deus, te tomo pela tua mão direita; e te digo: Não temas, eu te ajudo." Isaías 41:13

Senado aprova projeto que reserva metade das vagas em federais



 

Foi aprovado no Senado o projeto de lei que reserva metade das vagas de universidades federais e escolas técnicas. Do total de vagas reservadas, metade será distribuída para estudantes com renda familiar de até um salário mínimo e meio.

A outra metade vai para alunos negros, pardos e indígenas, de acordo com a população desse grupo de cada estado do país. No caso do não preenchimento da cota racial, as vagas que sobrarem serão ocupadas pelos alunos que vieram de escolas públicas.

A lei, que ainda precisa ser aprovada pela presidente Dilma, vai mudar todo o sistema de divisão de vagas nas universidades federais. As instituições serão obrigadas a abandonar as próprias regras e adotar o modelo único.

Veja o comentário de Rachel Sheherazade:

“Para essas mentes estreitas é mais fácil reservar cotas que melhorar a educação pública para todos os brasileiros indistintamente - ricos e pobres pretos e brancos... Assim, das piores e mais defasadas escolas do país, sairá metade dos alunos das melhores universidades brasileiras. Não faz qualquer sentido! Será como um remendo em pano novo. Esse sistema de cotas injusto, segregador, protecionista, eleitoreiro e demagógico não me convence. É preciso merecer para conquistar.” 

Veja aqui a reportagem na íntegra.

domingo, 19 de fevereiro de 2012

O que Cristo sabia sobre Natanael quando este lhe diz: vi-te debaixo da figueira?




E, porque Natanael se calou ao ouvir isso?

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Pergunta feita por Najinha no sítio Yahoo!Respostas.
 
Resposta dada por Bill.
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Bill


Oi, Najinha sumida!

O texto todo diz:

"Filipe achou Natanael, e disse-lhe: Havemos achado aquele de quem Moisés escreveu na lei, e os profetas: Jesus de Nazaré, filho de José.

Disse-lhe Natanael: Pode vir alguma coisa boa de Nazaré? Disse-lhe Filipe: Vem, e vê.

Jesus viu Natanael vir ter com ele, e disse dele: Eis aqui um verdadeiro israelita, em quem não há dolo.

Disse-lhe Natanael: De onde me conheces tu? Jesus respondeu, e disse-lhe: Antes que Filipe te chamasse, te vi eu, estando tu debaixo da figueira.

Natanael respondeu, e disse-lhe: Rabi, tu és o Filho de Deus; tu és o Rei de Israel.

Jesus respondeu, e disse-lhe: Porque te disse: Vi-te debaixo da figueira, crês? Coisas maiores do que estas verás.

E disse-lhe: Na verdade, na verdade vos digo que daqui em diante vereis o céu aberto, e os anjos de Deus subindo e descendo sobre o Filho do homem." Jo 1.45-51.

O texto é claro, Jesus quis dizer que já conhecia Natanael antes mesmo de serem apresentados, e isso não se refere apenas ao fato de Jesus tê-lo visto debaixo da figueira, mas principalmente quando disse: "Eis aqui um verdadeiro israelita, em quem não há dolo.".

Jesus conhecia Natanael intimamente.

O mesmo ocorre conosco, ele também nos conhece intimamente.

É isso.

Bjs,

Graça e paz.

 

terça-feira, 29 de novembro de 2011

Qual é o papel da INTUIÇÃO dentro do pensamento filosófico?




"Se não houvesse mais intuição que a intuição sensível, a filosofia ficaria muito mal servida."

(Manuel García Morente)


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Pergunta
feita por Alane Poison no sítio Yahoo!Respostas.

Resposta dada por Bill.
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Oi, Alane!

O pensamento intuitivo sempre fez parte dos grandes filósofos, entretanto, essa intuição é desestimulada no presente.

Você conhece meu blog, além de assuntos aqui do YR, também coloco textos com meus pensamentos, minhas ideias e tal, raramente cito alguém, pois raramente me refiro ao pensamento de outro. Outro dia me disseram que isso é errado. Meus textos só poderiam ter algum valor se eu citasse algum pensador famoso. Escrevi um texto provando que Deus existe e me disseram que esse texto não prova nada, pois não tem pensador algum endossando ele. Ou seja, se eu usasse exatamente os mesmos argumentos, mas dissesse que foi fulano tal quem disse, então, o argumento seria válido, mas como não fiz isso, então o argumento é inválido.

Pra mim, Alane, isso é cretinice.

É evidente que para qualquer tipo de pensamento (até mesmo matemático), a intuição é importante, pois revela a sua própria forma de ver e pensar, ninguém é dono da verdade, só Deus é perfeito.

É evidente que considero o trabalho de grandes pensadores muito importante, mas a verdade não é possessão deles, todos nós a procuramos.

É isso.

Bjão,

Graça e paz.

terça-feira, 15 de novembro de 2011

Ativismo sem causa




Olá, Leitor!

Não sou a favor de fazer propaganda de pastores, embora eu seja evangélico, sempre que surge a oportunidade, os critico. Entretanto jamais serei omisso em mostrar o trabalho de alguns que tem lutado pela causa de Deus e até a favor da cidadania do povo brasileiro.

Qualquer brasileiro de bem sabe que existe diferença entre o homossexual e o ativista gay, o mesmo se aplica aos diversos “ativismos” de hoje em dia, um exemplo é o que vimos na USP recentemente. As manifestações, que ao longo de nossa história sempre foram para defender direitos legítimos, inclusive lutando contra a ditadura e etc., hoje, infelizmente, tem caminhado por caminhos obscuros e defendido o que, em outras épocas, teria lutado contra. Hoje fazem movimentos e manifestações contra o Estado Democrático de Direito de nosso país, contra a liberdade e o direito do cidadão, sob a justificativa de liberdade de expressão e defesa de supostos direitos. Se as questões que defendem fossem apenas relacionadas a direitos, de fato, então não haveria problema algum e eu me calaria, mas quando querem IMPOR conceitos, anular direitos de outros cidadão e calar à força quem discorda, então, não é liberdade o que querem, mas, no caso do movimento gay, querem  impor uma nova ditadura e no caso da USP, estabelecer o caos.

Sabemos que os manifestantes da USP apenas lutam pelo “direito” de se drogar, afinal, os traficantes de lá também merecem “ganhar” a vida, né?

Já o movimento gay luta claramente contra o Estado Democrático de Direito de nosso país. Não sou contra o fato de o gay ser respeitado em seus direitos de cidadão, afinal, ele, eu ou qualquer outro brasileiro temos exatamente os mesmos direitos, o problema é quando um grupo quer ter mais direitos que outros.

É sobre o dito movimento gay que o pastor Silas Malafaia fala no vídeo abaixo.

É bom dar uma olhadinha, vale a pena.

Abraços,

Graça e paz.

Christian Brito.


sábado, 5 de novembro de 2011

Pra que estudar?




Olá, amigos leitores!

Pretendo, sempre que possível, colocar algum texto da jornalista Rachel Sheherazade. Vale a pena ler o que ela escreve.

Abaixo, um texto da jornalista Sheherazade para refletirmos. O texto foi retirado daqui e as imagens peguei no Google:



E não é que o Ministério da Educação e Cultura agora está recomendado às escolas o fim da repetência até o terceiro ano do ensino fundamental?

Para quem não sabe, os três primeiros anos da vida escolar são decisivos para a alfabetização.

Mas, quem se importa se os estudantes chegarão ao quarto ano completamente analfabetos?

O que interessa é não fazer o aluno repetir de ano, mesmo que isso ponha em cheque todo o futuro desse cidadão, que um dia, lá na frente, terá que se submeter a inúmeros processos de seleção, tanto acadêmicos quanto profissionais….

Então, para quê estudar, ler, se esforçar, aprender, se você, estudante, pode ser aprovado, simples, tranquila e automaticamente?

Uma lição de retrocesso. É isso o que o MEC está dando a todos os brasileiros, alunos ou não.

Mas, por que será que o Ministério da Educação, de uma hora para a outra, resolve desaprovar a reprovação?

Simples. A reprovação custa caro. Quase onze bilhões de reais por ano.

No fim das contas, é tudo uma questão de números. É tudo uma questão de não sair perdendo – do ponto de vista financeiro, é claro.

Aí, o MEC se justifica. “Ah, mas nos países que implantaram esse sistema, como França e Japão, o ensino melhorou.”

Senhores mestres do bom senso, não há fórmula mágica para o ensino melhorar.
Nos países desenvolvidos, o ensino melhorou por que é levado a sério. Educação, na França, é condição para a evolução de todo o país.

No Japão e na França, senhor ministro da Educação, os estudantes que não se saem bem em alguma disciplina são acompanhados rigorosamente por uma equipe de profissionais qualificados e dispostos, a todo o custo, a fazê-los superar as dificuldades.
Não tem ninguém para passar a mão na cabeça do aluno e fazer de conta que ele é um gênio, quando, na verdade, mal aprendeu a escrever o nome.

Mas a lógica do Brasil funciona de outro jeito:

É mais fácil e mais barato aprovar os alunos indiscriminadamente do que investir na qualidade do ensino, contratando bons professores, pagando salários justos, pensando a educação como prioridade neste país.

É o Brasil na contramão da história, enterrando o sistema de ensino meritório e sua história de sucesso que remonta há milênios.

Do jeito que as coisas vão, o futuro do país será bem interessante. Com as bênçãos do MEC, teremos um Brasil de alfabetizados de direito e analfabetos de fato.

Jornalista

sexta-feira, 18 de março de 2011

Alguém conhece Rachel Sheherazade?

Uma jornalista paraibana, corajosamente, ousou opinar contra o Carnaval. Ela foi contra algo considerado "sagrado" nesta época do ano.

O SBT a contratou, espero que não coloquem mordaça na garota, pois, ao que parece, ela é uma promessa de jornalismo sério.


Deus a abençoe.

Aqui estão suas palavras: