Existe uma Verdade a ser alcançada, descoberta, entendida, a Verdade por trás das leis da natureza, do cosmo, que não podem ser mudadas, a Verdade que pertence ao autor dessas regras. O pensamento livre pode nos levar até ela, sem dogmas humanos, através de uma reflexão sobre o que é imanente e transcendente; divino e humano e inclusive político e religioso, afinal, a realidade é apenas uma.
Bem... Depois de um longo e tenebroso inverno, aqui estou.
Que tal, para retomarmos nossa antiga amizade, falarmos um pouco
sobre bichinhos?
Vivemos dias tão difíceis, que tem gente, que até diz, que prefere
bicho a gente.
Curioso isso, né?
Que tal meditarmos sobre o assunto?
Separei algumas perguntinhas comuns sobre o assunto, onde procurei comentar cada uma.
Veja só:
1 – Se os animais fossem racionais seriam diferentes ou iguais a
nós? Por quê?
Seriam iguais, afinal, racionalidade não é sinônimo de
conhecimento, pois o conhecimento vem com o aprendizado, a
racionalidade, não. Por incrível que pareça, o Homem não destrói
a natureza por causa de pura maldade, o conhecimento de que a
natureza é frágil só foi obtido recentemente, assim como o
conhecimento sobre equilíbrio ambiental, camada de ozônio e etc. O
Homem não nasceu sabendo sobre essas coisas, mas depois que a
Humanidade tomou conhecimento desses fatos, medidas foram e tem sido
implementadas: um exemplo simples é a fumaça de carros e fábricas,
nos anos de 1980, eram extremamente visíveis e o odor tenebroso,
hoje em dia, praticamente não vemos mais. Se ao invés do Homem
outro animal tivesse evoluído, então, obrigatoriamente, ele teria
de passar pelo mesmo processo de aprendizado que nós, pelas mesmas
etapas, pois o conhecimento não é inerente, não nascemos com ele,
mas precisa ser desenvolvido primeiro e depois assimilado, e isso
leva tempo, muito tempo.
2 - Se outro animal tivesse evoluído, ao invés de nós, ele
também seria ambicioso e egoísta?
Sim, seguramente, pois todo animal é egoísta (e o egoísmo
obrigatoriamente leva à ambição): um cachorro divide seu osso com
outro cachorro, mesmo que o outro esteja passando fome? Um gato
divide seu peixe? É evidente que não. Em tempos de seca e fome, uma
mamãe canguru ejeta seu filhote para a morte para que ela viva e
possa procriar em outra ocasião; um leão macho, quando conquista um
novo território, ele mata e come todos os filhotes do leão
anterior. Se algum desses animais fossem racionais, seriam iguais a
nós, sem dúvida.
3 – Os animais teriam desobedecido a Deus, como Adão e Eva?
A queda de nossos pais ancestrais foi uma escolha que fizeram
conscientemente, pois Deus havia deixado claras as diretrizes a
seguir, o mesmo ocorreu com os anjos, onde alguns se voltaram contra
Deus (satanás e seus demônios), mas outros permaneceram fieis e
continuam no céu, com Deus. Caso houvesse algum animal consciente
como nós, a ele seria dada a mesma escolha, onde poderia escolher
cair, como nossos pais e satanás, ou permanecer fiel, como os demais
anjos fizeram.
Se Deus desse consciência a todos os animais, com certeza, alguns
cairiam e outros, talvez, não. Entretanto, a possibilidade de queda
é sempre maior, principalmente quando há um tentador, pois a
tentação não é apenas na mente, mas também no coração.
4 – Um animal carnívoro só mata outros animais para comer,
porque não entende as coisas? Mas caso entendesse, então não
mataria?
Um animal carnívoro come carne, pois esse é seu alimento, seu
organismo não processa outro tipo de alimentação, caso um leão
fosse racional, como nós, ele continuaria matando para comer, senão
morreria de fome, pois continuaria sendo carnívoro. Simples assim. O
mesmo vale para nós: somos onívoros, ou seja, nosso organismo
processa (e precisa) uma grande diversidade de alimentos, inclusive a
carne (além de vegetais e cereais), logo, não matamos a vaca por
ódio às vacas, mas apenas como alimento, afinal, também fazemos
parte da natureza, nos valemos dela para viver, como qualquer outro
ser vivo no planeta.
5 – Os animais são bons, maus ou a ideia de bem e mal não se
aplica a eles?
Quando um vulcão explode e mata milhares de pessoas, ele faz isso
porque é mau? Tem como um vulcão ser mau? Não, não tem, pois ele
não é um ser consciente, ele não tem condições de fazer juízo
de valores, mas caso fosse consciente e tivesse o poder de escolher
se explodiria ou não, então, ele poderia optar por ser bom ou mau
também. O mesmo vale para os animais, pois eles também não são
conscientes (pelo menos, não no nível humano). Assim, se um leão
mata uma gazela, ele não faz isso porque odeia a gazela ou tem
preconceitos contra a ela, ele mata para comer, apenas isso.
Entretanto, se um marginal mata uma
pessoa, ele tem consciência de
bem e mal, logo, fez uma escolha consciente.
6 - Animais são bons e o Homem é mau?
Todo ser consciente pode escolher entre o bem e o mal, por isso há
anjos bons e maus e há também pessoas boas e más, logo, se algum
animal desenvolvesse consciência, então também poderia escolher
entre o bem e o mal.
7 – Animais amam incondicionalmente, o Homem, não.
Existe amor na natureza? Ou melhor, o amor demonstrado por animais
domesticados também existe entre os animais selvagens? É evidente
que não. Os animais foram domesticados pelo Homem e, por
consequência, assimilam características humanas, como o amor. Os
animais também podem amar, mas desenvolvem esse amor apenas junto de
humanos. Um cachorro amigo e brincalhão, que espera com alegria seu
dono chegar em casa, não existe na
natureza. Um cachorro selvagem
africano, se estiver com fome, come até os próprios filhotes e se
um companheiro de matilha (cachorros) ou alcateia (lobos) estiver
moribundo, então vira comida também. A Lei da Selva é implacável
e sem amor.
8 – Quem ama os animais também consegue amar as pessoas?
Quem ama apenas os animais não consegue amar o próximo, mas quem
ama o próximo,
então consegue amar tanto os animais, quanto as
pessoas.
9 – É melhor adotar animais do que crianças?
Como foi dito acima: quem ama apenas os animais não consegue amar o
próximo... O amor ao próximo é absurdamente desestimulado hoje em
dia, por isso, é comum
vermos propagandas de incentivo à adoção
de animais, mas nunca de crianças, pois nos dão a entender que
apenas os animais são coitadinhos, assim, não conseguimos mais nos
enxergar em nossos semelhantes,
mesmo quando são crianças. O amor
está esfriando no coração do Homem, se não há amor pela sua
própria espécie, então, com o tempo, não haverá amor pelos
animais também, ou seja, amor a nada.
10 – As pessoas não nos dão o que queremos, mas os animais,
sim.
Sim, isso é verdade. Um animal é mais submisso que uma criança,
por exemplo, e custa menos também. Um animal fica a sua disposição,
as pessoas, não. Um animal não contradiz o que seu dono diz, não
discorda dele, não cobra atenção, mas tudo isso as pessoas fazem.
Um animal não exige que seu dono se lembre dele, ele não questiona
se seu dono é narcisista, egoísta e etc, um animal também não
exige reciprocidade, como um relacionamento humano exige. Por isso, é
mais fácil amar os animais (por isso que quem ama e se importa
apenas com os animais dificilmente faz o mesmo com as pessoas).
11 - Jesus também morreu pelos animais?
Não, apenas pelo Homem.
12 – Os animais foram feitos a imagem e semelhança de Deus?
Não, apenas o Homem.
Christian Brito.
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É bom ser jovem, não é? Também é bom se parecer com um jovem, mesmo que os anos já tenham se passado, afinal, somos todos jovens, temos espíritos jovens, ninguém é velho, é ofensivo dizer que alguém é velho.
Mas por que é ofensivo?
Não falar gírias modernas é sinal de inferioridade? Não defender valores ditos modernos é inferioridade? Não concordar com tantos “tabus” quebrados é inferioridade?
Por quê?
O novo é sempre melhor ou é, muitas vezes, apenas a repetição de vícios de outras épocas, ainda mais antigas, com roupagem nova?
O culto universal da juventude tem como consequência algo absurdo do ponto de vista lógico: como todos conseguem achar natural que, aos 15 ou 18 anos, um sujeito tenha opiniões sobre todas as coisas e, miraculosamente, elas estejam mais certas que as de seus pais e avós? O culto da juventude ainda tem outro componente vital: o desprezo pelo conhecimento, afinal, ao sair da adolescência, o indivíduo já traz na cabeça todas as ideias corretas, para que continuar estudando, não é? Afinal, o jovem sabe mexer em um iPhone melhor que qualquer velho, certo? Mas será que é capaz de criar um filho? Gerenciar uma família?
Se há o desprezo pelo conhecimento de um lado, há outra forma de aprendizado por outro, que ocorre fora de casa e fora da escola, onde o método é, simplesmente, a imitação (literal, servil e sem questionamentos), pois para ser aceito pelo grupo que pretende entrar (tribos diversas), ele se submete a tudo para amoldar-se aos caprichos da maioria, fazer o que todo mundo faz, até a anulação da própria personalidade, para não ser devolvido humilhado para a mamãe. O jovem é (sobretudo adolescentes), em sua maioria, um sujeito fraco moralmente e de índole submissa, são valentes apenas contra os pais. A família surge como o bode expiatório ideal para todos os fracassos do jovem em sua nova fase de “liberdade”.
Escola Pública
É dessa submissão ao grupo (afinal, é necessário fazer o que todo mudo faz), que vem a coragem pra defender ideologias que não se conhece direito, vícios que destroem, causas corrompidas e etc.
A mídia é toda voltada para o jovem, sobretudo a esquerdista (ou seja, toda ela), pois ele é, em geral, manipulável, consumista e facilmente levado à “revoluções”, e por conta disso, os formadores de opiniões querem lhes dar tudo: se o jovem é o futuro, então lhe estão dando o presente. O que é velho deve ser rejeitado, esquecido, discriminado, e assim, passamos a ter adolescentes de 30, 40 e 50 anos de idade, pois o mundo é do jovem, então ninguém quer ser velho, maduro, experiente, sapiente.
Escola Pública
É mais fácil um jovem apoiar Stalin do que um velho (a não ser que seja um velho com mente “jovem”), pois o velho viveu a guerra fria, mas o jovem só ouviu seu professor dizer que devemos buscar o novo, aquilo que é progressista (jovem), virar as costas para tudo que é reacionário e conservador (velho).
Independentemente de épocas, já reparou que tudo que há de ruim, primeiro começa com os jovens?
A rebeldia juvenil é sempre celebrada, mas na verdade se rebelam contra quem? Contra o sistema? Todos realmente se rebelam contra algum sistema? Ao menos sabem o que isso significa? Ou na verdade, apenas acompanham a galera, sua tribo, sob pena de ser chutado dela?
O jovem rebelde gosta de bater de frente contra seus pais, não é? O valentão revolucionário! Mas isso acontece porque ele sabe que no fundo eles sempre estarão do seu lado e não vão revidar suas rebeldias à altura.
O jovem é o futuro? Sim, o jovem é de fato o futuro, mas, como foi dito, querem lhe dar o presente.
Como diria Olavo de Carvalho: “Um mundo que confia seu futuro ao discernimento dos jovens é um mundo velho e cansado, que já não tem futuro algum”.
Christian Brito
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Um ditador controla tudo e todos,
elimina a liberdade por completo, pois seu poder depende desse controle.
Vemos que Deus não age assim, pois cada
um faz o que bem entende e a única limitação que o homem conhece são as leis
que o próprio homem criou e ele mesmo as desrespeita, inclusive.
Quando Deus diz que é bom, ele apenas
está dizendo que o bem está com ele e está disponível para quem quiser.
Esse bem, ouso dizer, é a Liberdade
Absoluta. Não vou discorrer sobre isso aqui por causa da falta de espaço, mas
caso queira dar uma lidinha a respeito, dê uma olhada neste link (o texto
parece que está falando de outra coisa, mas não está, essa questão é respondida
na conclusão dele).
Bom, mas em relação ao Bem dentro do
ponto de vista humano, creio que a ideia de bem não varia de pessoa pra pessoa,
mas está dentro de nós.
O amor é o bem, não importa a cultura, o
tempo ou distância geográfica, o amor é sempre o bem.
É a partir do amor que toda a nossa
noção de moralidade é formada, não me refiro à moral cristã, mas à moral
universal, pois é no amor que aprendemos a respeitar as pessoas, a valorizá-las
e, portanto, a cuidar e protegê-las.
Em todos os países do mundo o
assassinato é crime, por exemplo. A mentira é sempre vista como um mal, assim
como a inveja e tal. O Homem sempre visa o bem de seu semelhante e as leis são
criadas para esse fim. A civilização humana surgiu e se mantém graças a esses
princípios.
É seguro dizer que importar-se com o
semelhante, valorizar a dignidade, e sobretudo amar alguém (esposa, filhos,
marido, pais, um amigo, enfim, alguém) é que nos torna humanos.
O amor é o bem que Deus espera de nós,
pois Deus é amor.
Vivemos em uma época onde o amor à
família é desvalorizado, o amor conjugal é fortemente desestimulado e até o
amor filial está enfraquecido, pois os pais são incentivados a acreditar que é
obrigação do governo educar seus filhos.
Ao tirarem o amor de nós, tiram também
nossa humanidade. Sem amor ficamos vazios, ocos, sem vida, enfim, uma marionete
perfeita. E se dá a esse novo ser humano apenas sexo e drogas pra viver, então
é um animal perfeito.
Deus quer o inverso disso.
Por isso nos dá a oportunidade de
superarmos isso, através do poder maior que é o amor, pois Deus é o próprio
amor, assim, amando, nos tornamos semelhantes a ele.
Veja aquele link, é bem legal.
Abraços,
Graça e paz.
Lince Blessed and Happy
Pergunta:
"Por que Deus permite que coisas ruins aconteçam com boas pessoas?".
Resposta: Por que coisas ruins acontecem
com pessoas boas? Esta é uma das perguntas difíceis de toda a teologia. Deus é
eterno, infinito, onisciente, onipresente, onipotente, etc. Por que nós, seres
humanos (que não somos eternos, infinitos, oniscientes, onipresentes,
onipotentes) vamos esperar que sejamos capazes de compreender inteiramente os
caminhos de Deus? O livro de Jó lida com esta questão. Deus permitiu que
Satanás fizesse tudo o que desejou com Jó, exceto matá-lo. Qual foi a reação de
Jó? “Ainda que ele me mate, nele esperarei” (Jó 13:15). “... o Senhor o deu, e
o Senhor o tomou: bendito seja o nome do Senhor” (Jó 1:21). Jó não compreendeu
por que Deus tinha permitido as coisas que permitiu, mas sabia que Deus era bom
e por isso perseverou confiando Nele. Esta também deveria ser a nossa reação.
Deus é bom, justo, amoroso e misericordioso. Muitas vezes nos acontecem coisas
que simplesmente não podemos entender. Entretanto, ao invés de duvidar da
bondade de Deus, nossa reação deveria ser confiar Nele. “Confia no Senhor de
todo o teu coração, e não te estribes no teu próprio entendimento. Reconhece-o
em todos os teus caminhos, e ele endireitará as tuas veredas” (Provérbios
3:5-6).
Talvez uma pergunta mais apropriada
seja: “Por que coisas boas acontecem com pessoas más?” Deus é santo (Isaías
6:3; Apocalipse 4:8). Os seres humanos são pecadores (Romanos 3:23; 6:23). Você
quer saber como Deus vê a humanidade? “Como está escrito: Não há um justo, nem
um sequer. Não há ninguém que entenda; Não há ninguém que busque a Deus. Todos
se extraviaram, e juntamente se fizeram inúteis. Não há quem faça o bem, não há
nem um só. A sua garganta é um sepulcro aberto; Com as suas línguas tratam
enganosamente; Peçonha de áspides está debaixo de seus lábios; Cuja boca está
cheia de maldição e amargura. Os seus pés são ligeiros para derramar sangue. Em
seus caminhos há destruição e miséria; E não conheceram o caminho da paz. Não
há temor de Deus diante de seus olhos” (Romanos 3:10-18). Todo e qualquer ser
humano neste planeta merece, neste exato momento, ser lançado no inferno. Cada
segundo que temos de vida, cada segundo, nos é concedido pela graça de Deus.
Até a mais terrível infelicidade que pudéssemos experimentar neste planeta é
dádiva misericordiosa comparada com o que realmente merecemos, inferno eterno
no lago de fogo.
Mas Deus prova o seu próprio amor para
conosco pelo fato de ter Cristo morrido por nós, sendo nós ainda
pecadores" (Romanos 5:8). Apesar da natureza má e pecadora das pessoas,
Deus assim mesmo nos amou. Ele nos amou o suficiente para morrer, a fim de carregar
a pena por nossos pecados (Romanos 6:23). Tudo o que precisamos fazer é crer em
Jesus Cristo (João 3:16; Romanos 10:9) para que sejamos perdoados, e então a
nós é prometido um lar no céu (Romanos 8:1). O que merecemos = inferno. O que
Deus nos dá= vida eterna no céu se apenas crermos. Foi dito que este mundo é o
único inferno que os crentes algum dia vão experimentar, e este mundo é o único
céu que os infiéis vão experimentar. Da próxima vez que fizermos a pergunta:
“Por que Deus permite que coisas ruins aconteçam com pessoas boas?”, talvez
devamos perguntar: “Por que Deus permite que coisas boas aconteçam com pessoas
más?”.
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Comentário de Kéfren sobre as
respostas de Bill e Lince:
Bill e Lince,
Quando falo Teatro, falo sobre uma
encenação, sim, o fim já está escrito e quem vencerá será o bem. Ditador,
porque ele decide tudo, inclusive que é o bem.
Assim, parece que fomos feitos pra
sofrer teatralmente, já que o mal que nos arranca lágrimas está com seu fim
decidido. Se quem vence é o bem, ainda que todo o mal que sejamos obrigados a
passar jamais será atribuído ao bem, mas somente, por ele criado. Que paradoxo!
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Resposta de Bill ao comentário
de Kéfren:
Seu questionamento é complexo e muitos
pensam assim também.
Não tenho condições obviamente de esgotar
esse assunto, e o espaço aqui no YR diminuiu, então, se me permite, posso
sugerir alguns links de meu blog?