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domingo, 10 de junho de 2012

Quanto custa um milagre???




Uma garotinha foi para o quarto e pegou um vidro de geleia que estava escondido no armário e derramou todas as moedas no chão.

Contou uma por uma, com muito cuidado, três vezes. O total precisava estar exatamente correto. Não havia chance para erros.

Colocando as moedas de volta no vidro e tampando-o bem, saiu pela porta dos fundos em direção à farmácia Rexall, cuja placa acima da porta tinha o rosto de um índio.

Esperou com paciência o farmacêutico lhe dirigir a palavra, mas ele estava ocupado demais. A garotinha ficou arrastando os pés para chamar atenção, mas nada. Pigarreou, fazendo o som mais enojante possível, mas não adiantou nada. Por fim tirou uma moeda de 25 centavos do frasco e bateu com ela no vidro do balcão. E funcionou!

- O que você quer? - perguntou o farmacêutico irritado. - Estou conversando com o meu irmão de Chicago que não vejo há anos -, explicou ele sem esperar uma resposta.

- Bem, eu queria falar com o senhor sobre o meu irmão -, respondeu Tess no mesmo tom irritado. - Ele está muito, muito doente mesmo, e eu quero comprar um milagre.

- Desculpe, não entendi. - disse o farmacêutico.

- O nome dele é Andrew. Tem um caroço muito ruim crescendo dentro da cabeça dele e o meu pai diz que ele precisa de um milagre. Então eu queria saber quanto custa um milagre.

- Garotinha, aqui nós não vendemos milagres. Sinto muito, mas não posso ajudá-la. - explicou o farmacêutico num tom mais compreensivo.

- Eu tenho dinheiro. Se não for suficiente vou buscar o resto. O senhor só precisa me dizer quanto custa.

O irmão do farmacêutico, um senhor bem aparentado, abaixou-se um pouco para perguntar à menininha de que tipo de milagre o irmão dela precisava.

- Não sei. Só sei que ele está muito doente e a minha mãe disse que ele precisa de uma operação, mas o meu pai não tem condições de pagar, então eu queria usar o meu dinheiro.

- Quanto você tem? - perguntou o senhor da cidade grande.

- Um dólar e onze cêntimos -, respondeu a garotinha bem baixinho. - E não tenho mais nada. Mas posso arranjar mais se for preciso.

- Mas que coincidência! - disse o homem sorrindo. - Um dólar e onze cêntimos! O preço exato de um milagre para irmãozinhos!

Pegando o dinheiro com uma das mãos e segurando com a outra a mão da menininha, ele disse:

- Mostre-me onde você mora, porque quero ver o seu irmão e conhecer os seus pais. Vamos ver se tenho o tipo de milagre que você precisa...

Aquele senhor elegante era o Dr. Carlton Armstrong, um neurocirurgião. A cirurgia foi feita sem ônus para a família, e depois de pouco tempo Andrew teve alta e voltou para casa.

Os pais estavam conversando alegremente sobre todos os acontecimentos que os levaram àquele ponto, quando a mãe disse em voz baixa:

- Aquela operação foi um milagre. Quanto será que custaria?

A garotinha sorriu, pois sabia exatamente o preço: um dólar e onze cêntimos! - Mais a fé de uma criancinha.

Em nossas vidas, nunca sabemos quantos milagres precisaremos.

Um milagre não é o adiamento de uma lei natural, mas a operação de uma lei superior.



MEU JURAMENTO PARA VOCÊ.

Quando você estiver triste... Vou secar suas lágrimas.

Quando você estiver com medo... Eu lhe darei conforto.

Quando você estiver preocupado... Vou dar-lhe esperança.

Quando você estiver confuso... Vou ajudá-lo a enxergar.

E quando você está perdido... E não pode ver a luz, Vou ser o seu farol... Brilhando cada vez mais.

Este é o Meu juramento... Prometo até o fim...

Por quê? Você pode perguntar... Porque você é meu filho.

Assinado: DEUS


sábado, 9 de junho de 2012

Deixe a raiva secar...




Mariana ficou toda feliz porque ganhou de presente um joguinho de chá, todo azulzinho, com bolinhas amarelas.

No dia seguinte, Júlia sua amiguinha, veio bem cedo convidá-la para brincar.

Mariana não podia, pois iria sair com sua mãe naquela manhã.

Júlia, então, pediu à coleguinha que lhe emprestasse o seu conjuntinho de chá para que ela pudesse brincar sozinha na garagem do prédio.
         
Mariana não queria emprestar, mas, com a insistência da amiga, resolveu ceder, fazendo questão de demonstrar todo o seu ciúme por aquele brinquedo tão especial.

Ao regressar do passeio, Mariana ficou chocada ao ver o seu conjuntinho de chá jogado no chão.

Faltavam algumas xícaras e a bandejinha estava toda quebrada.

Chorando e muito nervosa, Mariana desabafou:

"Está vendo, mamãe, o que a Júlia fez comigo?”

Emprestei o meu brinquedo, ela estragou tudo e ainda deixou jogado no chão.

Totalmente descontrolada, Mariana queria, porque queria, ir ao apartamento de Júlia pedir explicações.

Mas a mãe, com muito carinho ponderou:

"- Filhinha, lembra-se daquele dia quando você saiu com seu vestido novo todo branquinho e um carro, passando, jogou lama em sua roupa? Ao chegar em casa você queria lavar imediatamente aquela sujeira, mas a vovó não deixou. Você lembra o que a vovó falou?

- Ela falou que era para deixar o barro secar primeiro. Depois ficava mais fácil limpar.

- Pois é, minha filha, com a raiva é a mesma coisa. Deixa a raiva secar primeiro. Depois fica bem mais fácil resolver tudo.

Mariana não entendeu muito bem, mas resolveu seguir o conselho da mãe e foi para a sala ver televisão.

Logo depois alguém tocou a campainha.

Era Júlia, toda sem graça, com um embrulho na mão.

Sem que houvesse tempo para qualquer pergunta, ela foi falando:

"Mariana, sabe aquele menino mau da outra rua que fica correndo atrás da gente? Ele veio querendo brincar comigo e eu não deixei. Aí ele ficou bravo e estragou o brinquedo que você havia me emprestado. Quando eu contei para a mamãe ela ficou preocupada e foi correndo comprar outro brinquedo igualzinho para você. Espero que você não fique com raiva de mim. Não foi minha culpa."

"Não tem problema, disse Mariana, minha raiva já secou."

E dando um forte abraço em sua amiga, tomou-a pela mão e levou-a para o quarto para contar a história do vestido novo que havia sujado de barro.

Moral da História:

Nunca tome qualquer atitude com raiva.

A raiva nos cega e impede que vejamos as coisas como elas realmente são.

Assim você evitará cometer injustiças e ganhará o respeito dos demais pela sua posição ponderada e correta diante de uma situação difícil.

Lembre-se sempre:

Deixe a raiva secar!


Enviado por Tete Portugal.



domingo, 3 de junho de 2012

Opção




Um jovem descrente, desejando testar o conhecimento de um sábio, ergueu o punho fechado na frente do homem venerado.

"O que tenho em minha mão?" perguntou o jovem.

"Uma borboleta", foi a resposta.

"Está viva ou morta?" inquiriu o rapaz.

O ancião sabia que o jovem estava brincando com ele. Se respondesse morta, o jovem abriria a mão e deixaria a borboleta voar. Se respondesse viva, o rapaz fecharia a mão e esmagaria a criatura. Então respondeu:

"Está em suas mãos – fazer aquilo que deseja com ela".


Enviado por Tete Portugal.

FÁBULA DA VERDADE




Um dia, a Verdade andava visitando os homens sem roupas e sem adornos, tão nua como o seu nome. E todos que a viam viravam-lhe as costas de vergonha ou de medo e ninguém lhe dava as boas vindas.

Assim, a Verdade percorria os confins da Terra, rejeitada e desprezada.

Uma tarde, muito desconsolada e triste, encontrou a Parábola, que passeava alegremente, num traje belo e muito colorido.

- Verdade, por que estás tão abatida? - perguntou a Parábola.

- Porque devo ser muito feia já que os homens me evitam tanto!

- Que disparate! - riu a Parábola - não é por isso que os homens te evitam.

Toma, veste algumas das minhas roupas e vê o que acontece.

Então a Verdade pôs algumas das lindas vestes da Parábola e, de repente, por toda à parte onde passa era bem-vinda.

- Pois os homens não gostam de encarar a Verdade nua; eles a preferem disfarçada.


(Conto Judaico)

Enviado por Tete Portugal.

domingo, 22 de abril de 2012

O Tapetinho Vermelho




Queridos amigos!!

UMA BELA MENSAGEM!

Uma pobre mulher morava em uma humilde casinha com sua neta que estava muito doente. Como não tinha dinheiro sequer para levá-la ao médico, e vendo que apesar de seus muitos cuidados, e remédios com ervas, a pobre criança piorava a cada dia, resolveu iniciar a caminhada de duas horas até a cidade próxima, em busca de ajuda. Chegando no único hospital público da região, foi aconselhada a voltar para casa e trazendo a neta junto, para que esta fosse examinada.

Quando ia voltando, já desesperada por saber que sua neta não conseguiria sequer levantar da cama, a senhora passou em frente a uma igreja, e como tinha muita fé em Deus, apesar de nunca ter entrado em uma igreja, resolveu pedir ajuda. Ao entrar, encontrou algumas senhoras ajoelhadas no chão, fazendo orações. As senhoras receberam a visitante, e após inteirarem-se da sua história, a convidaram para se ajoelhar e orar pela criança.

Após quase uma hora de fervorosas orações e pedidos de interseção junto ao Pai, as senhoras já iam se levantando quando a mulher lhes disse: "Eu também gostaria de fazer uma oração!" .

Vendo que se tratava de uma mulher de pouca cultura, as senhoras retrucaram: "Não é necessário, com nossas orações com certeza a sua neta irá melhorar".

Ainda assim a senhora insistiu em orar e começou: "Deus, sou eu. Escute, a minha neta está muito doente, meu Deus. Sendo assim, eu gostaria de que você fosse lá curar essa menina. Você pegue uma caneta que eu vou lhe explicar aonde fica."

As senhoras estranharam, mas continuaram ouvindo...

"Bom, você vai seguindo o caminho daqui de volta para Belo Horizonte, quando passar o rio com a ponte, você entra na segunda estradinha de barro. Não vai errar tá?"

A esta altura as senhoras já estavam se esforçando para não rir, mas ela continuou...

"Seguindo mais uns vinte minutinhos tem uma vendinha. Entra na rua depois da mangueira, que o meu barraquinho é o último da rua. Pode ir entrando, que não tem cachorro, tá bom Deus? Mas por favor, cure a minha netinha.

As senhoras começaram a se indignar com a situação...

"Olha Deus..." - ela continuou - "A porta tá trancada, mas a chave fica em baixo do tapetinho vermelho na entrada. O Senhor pega a chave, entra e cura a minha netinha. Mas por favor, não se esqueça de colocar a chave de novo em baixo do tapetinho vermelho, se não eu não consigo entrar quando eu chegar em casa Senhor."

A esta altura, as senhoras interromperam aquela ultrajante situação, dizendo que não era assim que se deveria orar, mas que ela poderia ir para a casa sossegada, pois elas eram pessoas de muita fé, e Deus com certeza ouviria as preces, e iria curar a menina.

A mulher foi para a casa, um pouco desconsolada. Mas ao entrar em casa, qual não foi a sua surpresa? A sua neta veio correndo lhe receber. "Minha neta, como é possível? Você está de pé?"

E a menina explicou: "Eu ouvi um barulho na porta e pensei que era a senhora que estava voltando para a casa. Porém, entrou um homem muito alto, com um vestido branco. Ele entrou em meu quarto e mandou que eu levantasse. Não sei como, mas eu simplesmente levantei." - E quase em prantos a menina continuou: "Depois ele sorriu, beijou minha testa e disse que tinha de ir embora, mas pediu que eu avisasse a senhora que ele ia deixar a chave conforme o combinado, em baixo do Tapetinho Vermelho".

Desconheço a autoria.


Meus amigos!! Nunca percam a fé, ela pode ajudar muito em nossas vidas.