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terça-feira, 13 de novembro de 2012

Onde começa o problema da violência que acomete as Grandes Metrópoles do Brasil como São Paulo e Rio?





Vou dar algumas sugestões:

Na riqueza do nosso solo que desperta muito interesses estrangeiros?
Na dominância da Mídia que faz as cabeças fracas?
Outros?


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Pergunta feita por Kéfren no sítio Yahoo!Respostas.

1ª Resposta, Bill. 


2ª Resposta, Klindo Kloid. 

3ª Resposta, Fedra. 

4ª Resposta, LittƖe ßirɗ
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 Bill



Olá, Kéfren!

Qual a diferença entre o homem e um animal? O animal é instintivo, segue um programa pré-definido que dita todo seu comportamento, ele não reflete, não decide, apenas age conforme o programa.

Isso é instinto.

O homem é racional, pode decidir sobre o que é bom, mau, certo ou errado. O homem tem plena consciência de que colhe o que planta, então pode decidir sobre o que “plantar”.

Isso é razão.

A razão nos difere dos animais, então nosso modo de vida deve ser igual ao deles? Os animais vivem em função do prazer. Se for bom, fazem; se for ruim, não fazem, simples assim! Os animais têm a sua consciência voltada apenas pra si, a sobrevivência individual e a manutenção da espécie (mesmo de forma inconsciente) é só o que importa. Assim, um animal só pensa em comer, dormir e fazer sexo.

Concorda que estamos nos reduzindo a apenas isso, também?

Você viu recentemente no noticiário sobre pessoas fazendo sexo publicamente na praia? Também tem aquela brasileira que vendeu a virgindade em um leilão, há ainda outros fazendo o mesmo e até novelas (como era de se esperar) seguindo o exemplo. Franca propaganda de prostituição. Hoje, até atrizes pornôs tem status de celebridade. No Yahoo é comum vermos seus pseudojornalistas, que mal sabem escrever, apoiarem sem rodeios esse tipo de coisa.

Aí eu pergunto, que bem isso trás pra sociedade?

Todos querem imitar o que os países “desenvolvidos” fazem, como se dinheiro significasse real desenvolvimento. A corrupção começa entre os ricos, afinal, são eles os ditos formadores de opinião, né? Na Holanda, “desenvolvida”, criaram o partido pedófilo, veja aqui. A sociedade, em luta contra os conservadores, está aceitando qualquer coisa, mas qualquer coisa mesmo, de pedofilia a drogas, veja.

Aí eu pergunto mais uma vez: o que a sociedade ganha com tudo isso?

Aqui no quartel onde trabalho, cerca de 50% ou mais dos recrutas deste ano são maconheiros. O que será do país quando esta geração de drogados chegar ao poder? Governarão como? A Holanda tem status de desenvolvido por causa de sua história, foram seus antepassados que a construíram, não foi a geração atual que fez isso. Lá o consumo de drogas entre os jovens é alarmante. E quando esta geração de drogados assumir o governo daquele país? Será que continuarão “desenvolvidos”?

Existe um novo modismo que é dizer com orgulho: sou contra o “conservadorismo”. Mas nem sabem o que isso realmente significa.

Vemos então que o prazer está acima do bom senso, acima da própria saúde, acima da boa convivência em sociedade, acima da família, acima da autoestima, acima de tudo. Estamos nos animalizando. A educação estatal reforça isso. Há um tempo, vi em uma revista especializada em educação uma reportagem em que se considerava correto para o “ensino” brasileiro as alunas mostrarem os seios na sala de aula, por exemplo. (vou colocar essa reportagem no meu blog). Mas pra quê isso? Apenas pra anular costumes considerados conservadores? Só por isso? Querem reduzir a maioridade penal para tirar definitivamente dos pais a responsabilidade sobre os filhos. Se quiserem que marginalidade juvenil diminua, então cobre dos pais, pois é deles essa responsabilidade. Mas os pais não podem mais corrigir seus filhos, senão o Estado coloca pra adoção (e nem o Estado corrige, transformando escolas em “fábricas” de marginais). Não defendo o espancamento de crianças, óbvio, mas quem ensina os valores que regem uma pessoa de bem é a família, não o Estado. Aliás, o Estado corrompe, como já foi demonstrado. Com a diminuição da maioridade, são os pedófilos que vão vibrar. Aliás, dentro da visão do partido pedófilo holandês, a diminuição da maioridade é uma de suas reivindicações.

A função da escola é dar informação, ensino teórico e técnico, apenas isso. É função da FAMÍLIA formar pessoas de bem. E a mídia apoia todo esse lixo, mas o povo pensa, anda, fala, come e vive conforme a mídia determina. CONTROLE TOTAL.

E o povo pensa que é livre.

Que ingenuidade!

A ignorância do povo, a decadência moral, a má distribuição de riquezas e etc. são apenas mecanismos que garantem esse controle. Isso torna o povo submisso, pois está ocupado “viajando”, bastam pão e circo que as mazelas da vida perdem a importância. Novelas, baladas, drogas e sexo já são suficientes para viver, né? Pra que justiça? Pra que família? Pra que dignidade? Pra que boa saúde? Isso tudo são aspectos defendidos pelos conservadores, então deve ser combatido.

Estamos nos tornado animais sem vontade e submissos.

Abraços, Graça e paz.

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 Klindo Kloid


Acredito que basicamente da desestrutura familiar. Quando a coisa desanda dentro de casa, a violência vira uma válvula de escape e o pau quebra nas ruas. Alie isso ao escapismo proporcionado pelas drogas ilegais e à impunidade da nossa justiça que teremos uma bomba-relógio social que explode em cada grande cidade. A má distribuição de renda agrava ainda mais o problema, mas acredito que o mal está mais ligado à questão da educação vinda principalmente de casa.


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Fedra


Kefrén...

Uma grande arvore possui uma grande raiz. Um grande problema da mesma forma. Se cavarmos a origem da violência teremos uma falta de família, de orientação. Depois a imitação dos filhos pelas condutas paternas, a mídia que exibe todos os dias situações comprometedoras. O Brasil é um país de "faltas"

Temos falta de educação, saúde, cultura, de políticos que amem o seu país, falta de leis...

Mas... Excesso de marginais e drogas.


Abraços e amor.


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LittƖe ßirɗ

Aaaaaah amigo... Onde começa? Se você se refere ao Brasil, comparado a outros países, sinceramente não sei. De tanto retrocedermos procurando uma justificativa, muitos dizem que todos nossos males começaram com o tipo de colonização que tivemos, por isso temos uma cultura tão “errada”.
Veja mais aqui

Essa terra que teve como foco, a exploração desde o início, em que a chacina de povos indígenas, escravidão e destruição de nossas matas, foram os "pilares" de nosso "desenvolvimento".

Agora, pq até hoje nossa sociedade é violenta e temos todos esses problemas eu não sei... Podemos pegar como exemplo a Austrália, a colonização desse país começou com o objetivo de esvaziar as cadeias superlotadas da Inglaterra. E como está a Austrália hoje?

Ficamos lamentando séculos e séculos, culpando o passado por nossa "má sorte" atual... Poxa, Alemanha e Japão foram arrasados, mas conseguiram se recuperar após a 2ª Guerra mundial e hoje são grandes potencias...

Por isso eu digo que não sei pq nossa sociedade ainda é assim, pq somos tão acomodados... Será que temos mania de inferioridade?

Essa garra que temos orgulho de dizer que possuímos, não existe... Essa história de que brasileiro não desiste nunca, só se for de acordo com aquela frase que diz: "lutamos mais por nossos interesses, do que pelos nossos direitos"...

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Ainda há esperanças.

domingo, 19 de agosto de 2012

Seres "iluminados", "cristãos" e que amem o próximo podem ter preconceito racial?




É que hoje ao responder uma pergunta sobre tal questão fiquei com isso na cabeça...

Tantas pessoas que falam de amor de Deus... De paz... De espiritualidade... De ser iluminado (a) e ainda tem essa atitude mesquinha, burra e totalmente sem sentido quanto à diferença de raça...

Será que levaram muito a sério aquela imagem "europeia" (branquinho, loirinho e de olhos azuis) que venderam de Jesus...

Não entendo mesmo... Não entendo encher a boca pra falar de Deus e não conseguir entender que negro e branco só é diferente na cor da pele... Tem quem nem consiga falar e escrever "negro”... Usa termos ainda do tipo: escuro... De cor...

Affffffff...

Beijos e Beijocas de Boa Tarde!!!

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Pergunta feita por Carla no portal Yahoo!Respostas.


Resposta de LEXOS.

Resposta de Bill.


Resposta de Fedra.


Resposta de Poesie.

Resposta de Kleydson.

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 LEXOS


De jeito nenhum.

Ser cristão = Um imitador de Jesus Cristo.

Basta observar bem a conduta de Jesus Cristo, segundo aquilo que as narrativas históricas sobre ele nos narram, ou seja, os evangelhos.

Assim saberemos quem realmente é cristão dentro de seu coração, daqueles que são da boca para fora.

Assim também podemos observar a conduta dos que um dia andaram pela terra, e hoje são chamados de iluminados espiritualmente, como Sakyamuni, por exemplo, (Chamado de Buda), Gandhi, Zoroastro...

Enfim, esses e outros, cada qual em sua época e terra, nasceram e ensinaram a união, o amor entre todos, a igualdade de todo ser humano perante aquilo que cada um deles considerava a DIVINDADE.

Exemplo:

DEUS é Pai de toda humanidade.

Ou RÁ (Sol) nasce igualmente para todos.

E etc.. E tal.

Portanto, independente de ser cristão ou não, tudo está intimamente ligado à onde o individuo coloca a sua confiança, (carnego) do ensino, ou na interpretação corrupta que o ser humano insiste em fazer do ensino.

Todo resto querida, é corrupção do ser humano.

Podemos encontrar esse comportamento inadequado em qualquer doutrina, religião ou filosofia que existe sobre a face da terra.

Sabe o que faz nós percebemos isso muito mais no meio dos Cristãos?

O fato de ser maioria em numero de declarantes :)

No Japão, você vai encontrar muito mais budistas e xintoístas com esse comportamento, porque lá os que se declaram assim são a maioria :)

Vou te contar um grande segredo do Lé agora, posso?

Sabe o que eu aprendi no yahoo respostas, mais exatamente na categoria religião e espiritualidade???

Foi algo muito útil pra mim.

NUNCA MAIS NA MINHA VIDA, eu quero saber de que religião um ser humano faz parte, ou em que Igreja ele congrega.

Porque no final das contas, é tudo inútil, o segredo está no ser humano, e não em que filosofia, doutrina, religião ou Igreja ele professa.

Tudo de bom.

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 Bill


Oi, Carla!

O preconceito não depende de religião, mas é um fenômeno cultural. A cultura europeia é racista, nós herdamos a cultura europeia, logo, assimilamos o racismo.

Religião alguma prega o racismo, mas há racistas em todas elas (e preconceituosos de todo tipos, aliás).

As pessoas defendem sempre aquilo que acreditam, nunca aquilo que aprenderam. A Bíblia ensina o amor ao próximo, todo cristão aprende sobre isso. Quem acredita pratica, quem não acredita não pratica.

Preconceito algum tem sentido, mas é extremamente útil para quem tem baixa autoestima, pois pode apontar pra alguém e dizer: "ele é inferior a mim".

Apenas gente medíocre defende preconceitos.

É isso.

Bjs,

Graça e paz.

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Fedra



Carla,

Cristão ou não cristão, não cabe hoje o preconceito em ninguém. Creio que todos já percebemos a nossa "igualdade humana". Somos todos feitos da mesma massa e passíveis dos mesmos erros e acertos.

Vejo mais preconceito em relação à pobreza que preconceito em relação a cor ou qq outra forma. Perceba que o status promove qualquer pessoa a categoria A, não importando aí a cor ou preferência sexual.

Abraços e amor.


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Poesie



Oi, Carlinha!

Mesmo estando na cruz, Jesus amou até mesmo os que o colocaram lá. Sou cristã, mas não tenho preconceito com ninguém, tive inclusive um amigo nesta categoria, que infelizmente não vi mais, ele era ateu e se surpreendeu de uma cristã o adicionar como amigo. O Deus que acredito não obriga ninguém a nada, somos livres para acreditar ou não. E o fato de os ateus não acreditarem faz parte do uso do livre-arbítrio deles. Só quero que respeitem a minha fé, assim como respeito aqueles que não acreditam em Deus.

Um beijo

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Kleydson

 
Se existe amor, então não existe preconceito!

Se existe preconceito, então a pessoa não sabe o que é amor!

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NO AMOR DE DEUS NÃO HÁ PRECONCEITO.

domingo, 15 de maio de 2011

O descalabro das opiniões da juventude que se deixa levar pela Mídia tem seu problema na relação com a dor?



Com a libertação feminina do Pós-Guerra e a queda do paternalismo machista e Chauvinista, a mulher teve sua liberdade de expressão assegurada, porém, como uma criança na primeira vez, se lambuzaram e dessas uniões do admirável mundo novo de liberdade, veio uma quantidade imensa de desuniões, com filhos afastados dos pais e sem limites.

Essa juventude sem freio poderia se dividir em dois ramos:

1- Os que ficaram propensos a feminização por seguir a figura materna como exemplo.

2- Os sem limites que acabaram por se tornar perversos, drogados e vagabundos pela ausência de limites imposto pelo Pai.


Além disso, as ideias de liberdade em novelas e demais produtos de carregação ideológica pregados pela Mídia perversa definem um modelo de "liberdade" acima de tudo, onde o experimentar é sumo. Isso aliado à globalização e outros processos sociais e culturais gera uma busca obstinada pelas coisas sensoriais, destoando os princípios ideológicos e pátrios que ficam em segundo e terceiro planos.

A criação sem a violência típica do Paternalismo de outrora faz com que o elemento fique sem a ideia da força e da dor, sem falar na obediência e limites. Vemos a patifaria de escândalos por dorzinhas, pequenos cortes, incapacidade de aguentar situações de desconforto, até bebidas amargas se tornam verdadeiros transtornos, enfim, como se diz no popular:

Muita frescura e patifaria.

Isso seria melhor do que a educação por meio de um Pai severo e altruísta?
Será que vale à pena, com gente querendo até liberar mais coisas nocivas e inúteis das quais não posso nem cogitar para não ser excluído?

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Pergunta feita por Kéfren no sítio Yahoo!Respostas.

1ª Resposta dada por Fedra à pergunta de Kéfren.
2ª Resposta dada por Bill à pergunta de Kéfren.
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Fedra:

Kefrén,

A mulher quis igualdade e saiu "desbravando" terrenos. Quem perdeu foi a família. Um filho necessita saber que quando chega a casa haverá alguém não só para recebe-lo como para lhe observar e lhe impor limites.

Hoje os pais esperam que quem dê a educação seja a escola. Ledo engano!
Ainda é a família a maior educadora, a que promove o país, a que lapida o futuro. Em nome da liberdade, da igualdade e do controle foram tiradas as mães "fazedoras de pães e de filhos" para se criar uma terceira classe: A feminista ativa.

Não sou contra o trabalho feminino e a sua liberdade, apenas acredito que isso não é suficiente para que uma família perca a doce felicidade de ter uma mãe afetiva e um pai ativo.
Afinal, quando optamos por criar HOMENS temos que nos dedicar a essa função abordando todos os ângulos. Com muito cuidado e dedicação.

Abraços e amor

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Bill:

 
Olá, Kéfren!

Concordo contigo, quando não há limites, então não há ordem, e se não há ordem, então o caos impera, e quando o caos impera, então nada sobra, pois tudo se acaba no processo de autodestruição.

É isso.

Abraços.