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quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Como pode dizer que ama uma pessoa quando há dez mil outras no mundo que você amaria mais se conhecesse?



Pra ti, amor de verdade é só uma vez na vida?

“O amor é uma espécie de preconceito. A gente ama o que precisa, ama o que faz sentir bem, ama o que é conveniente. Como pode dizer que ama uma pessoa quando há dez mil outras no mundo que você amaria mais se conhecesse? Mas a gente nunca conhece.”

Charles Bukowski



Ótima semana a todos!

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Pergunta feita por Metade Amor no sítio Yahoo!Respostas.


1ª Resposta dada por Bill.

2ª Resposta dada por Estrela do mar.

3ª Resposta dada por MaRoTÃo.
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Bill


Bom dia!

Concordo com a Portia.

Nós gostamos daquilo que nos faz bem e é conveniente. Quando gostamos de alguém, admiramos qualidades que nos agradam e nos satisfazem, mas não ligamos muito se agradamos a outra pessoa ou se a satisfazemos.

Desse modo, faz sentido a ideia de preconceito que você disse.

Mas o amor não é assim, quando amamos, de fato, então a felicidade da outra pessoa passa a ser de nosso interesse, os desejos da outra pessoa, a sua satisfação e etc. A alegria de outra pessoa passa a ser o nosso alvo.

É isso que acontece com uma mãe em relação ao seu filho, o mesmo ocorre quando nos importamos com o próximo.

Não há preconceito nisso, não tem como existir.

O mesmo ocorre quando amamos alguém especial, é a mesma coisa, ela é o centro de nosso universo.

Esse tipo de sentimento é raro e não se repete com tanta frequência.

É isso.

Graça e paz.

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Estrela do mar



O amor é como um raio pode cair duas vezes no mesmo local, mas meio difícil. Uma vez vc pode nunca esquecer, a segunda vc já sabe como fazer para esquecer, já aprendeu a transmutar ai se torna mais fácil, quem sabe aconteça um terceiro raio pela graça de Deus. Gostar sim, porque gostamos de todos até sermos contrariados e ai deixamos de gostar. No entanto, amor verdadeiro é quando amamos incondicionalmente, pois os defeitos visíveis se tornam invisíveis porque amor é sinônimo de perdão, parceria, piedade, praticidade.

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MaRoTÃo


É BEM que dizer...

...Eu achei aquela pessoa HIPER ESPECIAL em MINHA VIDA...

... Só tenho olhos para ela...

...As outras são apenas...

...As outras...


Os Outros

Kid Abelha
 (Composição: Leoni)


Já conheci muita gente
Gostei de algumas garotas
Mas depois de você
As outras são as outras

Ninguém pode acreditar
Na gente separado
Eu tenho mil amigas, mas você foi
A minha melhor namorada

Procuro evitar comparações
Entre flores e declarações
Eu tento te esquecer
A minha vida continua
Mas é certo que eu seria sempre seu
Quem pode me entender
Depois de você, as outras são as outras e só

São tantas noites em restaurantes
Amores sem ciúmes
Eu sei bem mais do que antes
Sobre mãos, bocas e perfumes
Eu não consigo achar normal
Meninos do seu lado
Eu sei que não merecem mais que um cinema
Com minha melhor namorada

Procuro evitar comparações
Entre flores e declarações
Eu tento te esquecer
A minha vida continua
Mas é certo que eu seria sempre seu
Quem pode me entender
Depois de você, as outras são as outras e só

Depois de você, as outras são as outras e só.



Desculpe, tive que colocar meu TOQUE especial...

Mas, a música podem curtir normalmente...



terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Resenha de livro: A Caçadora vol. 3 - Temporada de Caça

A Caçadora 3


Este é o terceiro volume da trilogia: A Caçadora, escrito por Vivianne Fair (também conhecida por Chefa), onde conta a história de Jéssica, uma humilde secretária de contador que descobriu, aos trinta anos, que seus pais são caçadores de vampiros e que ela também era uma (mesmo se tornando uma caçadora absolutamente incompetente, o Conselho que a contratou paga muito bem, bem mais que seu salário de secretária).

A Caçadora 1

Para quem gosta de comédia, esta trilogia corresponde às expectativas, pode acreditar.

Entretanto, reconheço que no início da leitura perdi um pouco a empolgação, pois parecia que seria apenas uma sequência de clichês baseados nos volumes anteriores, mas felizmente me enganei.  Este terceiro livro é, de longe, o melhor da trilogia (e com muito mais páginas). Trama bem bolada, com um bom toque de suspense e segredinhos, além de uma boa dose de romantismo (as meninas vão adorar rsrs).

Mas uma coisa que achei interessante é sobre o fato de os vampiros temerem a cruz, igrejas e etc e o motivo que os leva a essa limitação. A autora colocou sua própria versão sobre o motivo dessa fraqueza, e pra mim, foi uma das mais verossímeis que vi até o momento (o André Vianco em seu livro O Senhor da Chuva também mostrou uma versão interessante para justificar essa fraqueza dos vampiros). De fato, do modo como a autora colocou, não vale a pena ser vampiro, melhor ser humano mesmo. Outros autores sempre mostram os vampiros como seres amaldiçoados e tal, mas, na verdade, sempre fica aquela ideia de que é melhor ser vampiro que humano. Então, tem maldição ou não tem?
A Caçadora 2

Gostei da versão da Chefa.

Em relação ao humor, embora haja muitas situações engraçadas, ele está, na maioria das vezes, concentrado nas falas dos personagens e não em momentos ou situações cômicas, necessariamente. Mas isso não é um ponto negativo, é apenas o estilo da autora.

Tem piadinhas aos montes.

Apenas achei o último capítulo um pouco meloso demais, mas isso é apenas uma questão de gosto. Como disse, as meninas vão adorar. rsrs.

Quem quiser saber mais sobre a autora e seus livros, basta clicar aqui.


quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Vale a pena repassar: Direita ou Esquerda?




De um jornal de Portugal...

Quando um tipo de direita não gosta das armas, não as compra.

Quando um tipo de esquerda não gosta das armas, quer proibi-las.

Quando um tipo de direita é vegetariano, não come carne.

Quando um tipo de esquerda é vegetariano, quer fazer campanha contra os produtos à base de proteínas animais.

Quando um tipo de direita é homossexual, vive tranquilamente a sua vida como tal.

Quando um tipo de esquerda é homossexual, faz um chinfrim para que todos o respeitem.

Quando um tipo de direita é prejudicado no trabalho, reflecte sobre a forma de sair desta situação e age em conformidade.

Quando um tipo de esquerda é prejudicado no trabalho, levanta uma queixa contra a discriminação que foi alvo.

Quando um tipo de direita não gosta de um debate emitido por televisão, apaga a televisão ou muda de canal.

Quando um tipo de esquerda não gosta de um debate emitido por televisão, quer prosseguir em justiça contra os sacanas que dizem essas sacanices. Se for caso disso, uma pequena queixa por difamação será bem-vinda. (Ou até mesmo, se possível, estatizar a TV e proibir que este tipo de programas aconteça...).

Quando um tipo de direita é ateu, não vai à igreja, nem à sinagoga, nem à mesquita.

Quando um tipo de esquerda é ateu, quer que nenhuma alusão a Deus ou a uma religião seja feita na esfera pública, exceto para o Islã (com medo de retaliações provavelmente).

Quando um tipo de direita tem necessidade de cuidados médicos, vai ver o seu médico e seguidamente compra os medicamentos receitados.

Quando um tipo de esquerda tem necessidade de cuidados médicos, recorre à solidariedade nacional.

Quando a economia vai mal, o tipo de direita diz-se que é necessário arregaçar as mangas e trabalhar mais.

Quando a economia vai mal, o tipo de esquerda Diz-se que os sacanas dos proprietários são os responsáveis e punem o país.

Teste:

Quando um tipo de direita lê esse teste, ele o repassa.

Quando um tipo de esquerda o lê, cuida de jamais repassá-lo!

Deleta-o e envia uma resposta malcriada, ignorante, cheia de chavões e até de palavrões!


(Encontrei esse texto rondando pelo Yahoo!, numa pergunta postada pelo usuário "Tom C. Lula me divertia mais que..." que disse haver tirado o texto de um jornal de Portugal. Não sei, mas gostei)

Ósculos a todos.

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Pergunta feita por Lacrymosa no sítio Yahoo!Respostas.
 
Resposta dada por pagador de impostos.
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Faz sentido.

Recentemente uma universidade escolheu para redação um tema que impunha uma interpretação e, portanto, forçava o tipo de mentalidade que essa gente quer selecionar.

Não era redação.

A UnB, onde fica o bunker intelectual de Bagno, realizou vestibular neste fim de semana. O tema da redação foi este:

“Flor do Lácio Sambódromo Lusamérica latim em pó: a língua de um povo não se faz com preconceito nem com prescrição”.

O examinador não pede nem mesmo que o aluno se posicione diante de um debate. Ao contrário. Para os extremistas, a língua não pode ser prescritiva, mas uma redação pode: O TEMA PRESCREVE A OPINIÃO DO ALUNO. E ai daquele que discordar da tese!

Quais serão os critérios de correção? Por uma questão de coerência, tudo aquilo que a prescrição apontar como erro — a norma culta — deve ser ignorado pelo examinador, certo? Mais: estamos diante da possibilidade se um aluno que se expressa com absoluta correção, mas que discorda da tese, ser preterido em benefício de um quase analfabeto que diz amém! Isso ai é o mundo das cotas.

Mostra a maneira como tudo vai sendo aparelhado, a função de universidade não é a de formatar, a escolha para d'ela participar já com base no formato desejado é um completo contrassenso, significa estrutura de doutrina, apossaram-se do lugar e o lugar não existe para eles, o lugar não é deles e isso é distorção, não é ensino.

Na internet existe uma análise bem mais ampla sobre esse tipo de seleção de aluno por uma universidade, mas não há necessidade de link, o fato é que em uma universidade eles exigem o padrão mental único, e o padrão é baixo e esquerdista.


terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

Qual o seu conceito de pecado?





Para os antigos, pecar era transgredir a Lei Mosaica.

Mas Jesus reformou esse conceito.

O que é pecar para quem tem Jesus como seu Salvador?

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Pergunta feita por Dídimo no sítio Yahoo!Respostas.
 
Resposta dada por Bill.
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Olá, discípulo menor!

Você é o Frei Bento?

O Frei tinha o costume de usar essa expressão: "irmão menor e pecador".

Conforme podemos ver em 1 Co 8, o pecado se torna pecado conforme a maturidade da pessoa.

Nesse texto, vemos o apóstolo Paulo proibindo os membros da igreja de Corinto a comer carne sacrificada a ídolos. Entretanto, no mesmo texto, ele diz que comer dessa carne não tem problema algum, na verdade.

O apóstolo entrou em contradição, então?

Não, de modo algum.

Ele mesmo explica tudo.

Ele diz que a mente imatura de alguns poderia confundir as coisas, achando que ao comer daquela carne, então se tornariam devotos daquele deus. Assim, esse irmão mais fraco poderia ficar escandalizado ao ver outro irmão comendo daquela carne ou, de outra forma, poderia pensar que não haveria problema algum em ser também devoto daquele deus, além de Jesus.

Em ambas as situações a fé do irmão mais fraco seria prejudicada grandemente.

Por isso o apóstolo diz que por causa do irmão imaturo, nem ele próprio iria mais comer daquela carne.

Entende?

O apóstolo instituiu uma regra, definiu um fato como pecado: comer carne sacrificada.

Mas essa regra surgiu por causa da imaturidade de alguns, ou seja, comer carne sacrificada, conforme o próprio apóstolo, não era pecado, mas mesmo assim não comeria dela.

Uma mãe que se importa com o filho faz a mesma coisa, pois o proíde de brincar com faca quando, por exemplo, mas quando essa criança crescer, então poderá se tornar açougueiro ou cirurgião (ou ambos, rsrs).

A regra existe conforme a maturidade da pessoa.

As leis de Deus seguem esse mesmo princípio.

Dê uma olhadinha aqui e verá uma explicação mais profunda e detalhada sobre isso.

Graça e paz.

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

Qual a sua maior vaidade?




Você luta contra ela?

:)

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Pergunta feita por Najinha no sítio Yahoo!Respostas.
 
Resposta dada por Bill.
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Oi, Najinha!

Todos gostam de reconhecimento ou elogios, isso faz parte da vida, por isso, todos nós possuímos algum tipo de vaidade.

Não existe problema algum com essa vaidade, afinal cuidar e preocupar-se consigo é necessário e fundamental. O problema é quando somos dominados pela vaidade.

Equilíbrio e bom senso nunca são demais.

Na Bíblia tem um trecho em Eclesiastes onde diz que tudo é vaidade. Mas vaidade neste trecho bíblico não se refere à vanglória e tal, refere-se a algo que é vão, inútil, sem solidez e nem duração.

Vaidade também tem esse significado.

O livro de Eclesiastes, na Bíblia, é de uma complexidade absurda, lá refere-se basicamente à vida de alguém que apenas pensou em si, ao final, concluiu que tudo foi inútil.

Imagine Najinha, o bem que fazemos a nós mesmos. É bom, não é?

Você gosta de brincos, não é?

Imagine aquele brinco lindíssimo, apaixonante e caro pra caramba. Aí você faz economia e o compra. Já reparou que após passar a euforia inicial, tudo, de repente, perde a graça?

Fica sem sentido, não é?

Mas e se você ganhasse de alguém que você ama muito um brinco que não fosse tão lindo ou caro quanto aquele? A alegria duraria mais tempo, não é?

E se você desse um presente lindo a alguém ou se você de coração pleno prestasse socorro a alguém que precisa.

Como você se sentiria ao perceber que conseguiu trazer alegria ao coração de outra pessoa?

Se você já fez o bem a alguém, então deve saber o que quero dizer.

Já reparou que atitudes altruístas e de amor produzem uma satisfação muito maior e duradoura? Quando colocamos o sorriso no rosto de alguém, essa satisfação pode durar, muita vezes, por toda a vida.

A vida aos olhos do vaidoso é inútil e sem graça, mesmo que seja milionário.

A vida aos olhos de quem dá e recebe amor é sempre repleta de satisfações, mesmo que não seja rico.

É isso.

Bjão, cobrinha sumida.

Graça e paz.