Existe uma Verdade a ser alcançada, descoberta, entendida, a Verdade por trás das leis da natureza, do cosmo, que não podem ser mudadas, a Verdade que pertence ao autor dessas regras. O pensamento livre pode nos levar até ela, sem dogmas humanos, através de uma reflexão sobre o que é imanente e transcendente; divino e humano e inclusive político e religioso, afinal, a realidade é apenas uma.
Seguidores
Mostrando postagens com marcador responsabilidade. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador responsabilidade. Mostrar todas as postagens
domingo, 19 de fevereiro de 2012
sábado, 5 de novembro de 2011
Religiosamente ou não rs. Fazer o mal depende de ponto de vista?
Beijos...
Beijinhos e Beijocas!!!
__________________
Oi, Carla!
O mal não depende da pessoa, mesmo que alguém
considere algo mal como bom ou o ignore, esse mal permanece sendo o que é.
Imagine um assaltante, talvez alguém pense que ele
considere o roubo bom pelo fato de ser assaltante, mas será que ele seria
indiferente ou ficaria feliz em saber que alguém o assaltou? Um assassino
também não quer ser assassinado, não é?
![]() |
| Drogas |
Normalmente as pessoas consideram como o bem apenas
aquilo que gostam de fazer, por isso muitos drogados não consideram as drogas
como um mal, tanto que lutam para que sejam legalizadas e os políticos e
empresários que veem nisso uma possibilidade absurda de lucros apoiam essa
ideia. Mas drogas são um mal. Mesmo que alguém diga que não é, as drogas
continuarão sendo o mal quer aceitem ou não. Pessoas são escravizadas pelo
vicio, perdem a liberdade, perdem a lucidez e a capacidade de raciocínio com o
tempo e morrem, tudo isso por causa das drogas.
Apesar do ponto de vista diferente em relação às
drogas, elas continuam sendo um mal, entende?
A melhor forma de identificar o mal é através das
consequências e grau de dano que causa a si mesmo ou a outra pessoa, além da
intenção em causar o dano.
Um dano causado por acidente é uma coisa, mas
aquele que é feito propositalmente é outra coisa.
O mal, de fato, está na intenção.
Uma faca pode ser má ou boa, depende apenas da
intenção de quem a impunha.
O último ministro do meio-ambiente do Lula defendia
abertamente a liberação da maconha.
Alguém assim não sabe que a droga é o mal? Com
certeza sabe! A intenção deliberada em apoiar algo assim revela um coração mal.
Intenção, entende?
Se ele fosse inocente, não soubesse qual o efeito
das drogas, nunca tivesse ouvido falar dessas coisas, então, não haveria o mal
em suas intenções e nem em seu coração. Embora estivesse apoiando o mal, ele
entretanto não seria mal.
Mas um político que apoia maconheiros é santinho?
Difícil, heim?
Ainda mais fazendo parte de um governo que criou o
PNDH3 em que propunha o afrouxamento do código penal (dando uma folga aos
bandidos) e criou o Auxílio-Reclusão, cujo cálculo do valor é o mesmo que é
utilizado para calcular uma aposentaria, sem contudo dar um único centavo às
vítimas do criminoso, deixando-as à própria sorte.
Se apoia traficantes (mesmo que indiretamente),
então faz todo o sentido apoiar drogados e o vício.
Qual o ponto de vista deles? Dirão que não estão
fazendo mal algum, não é?
Mas será que realmente não consideram isso tudo
como o mal?
Difícil, heim?
Assim, em relação às pessoas de um modo geral,
acredito que nem sempre o mal depende do ponto de vista, depende na verdade da
intenção. Quem faz o mal, o faz sabendo que é mal, embora negue isso dizendo
que apenas "pensa diferente", essa pessoa sabe das consequências de
suas atitudes, tem ideia perfeita do que a espera no futuro, mas a necessidade
de prazer imediato anula qualquer instinto ou bom senso.
Depois a culpa é de Deus, do governo, do ex-marido,
da ex-esposa, do universo e etc.
Cada um colhe o que planta, pode-se plantar o bem
ou o mal, mesmo que não considere o mal como o mal, mas é o mal que vai colher
e não poderá culpar a ninguém por isso.
É isso.
Bjs,
Graça e paz.
terça-feira, 23 de agosto de 2011
Se a consciência é como se desenvolve, e vice-versa, a liberdade é proporcional à evolução?
Quando nos tornamos livres, permitimos ser livre a quem amamos e por consequência temos mais consciência do mundo a nossa volta?
A satisfação em relação àquilo que somos se comprova quando não temos a necessidade de mudar o outro?
Quando aceitamos cada um como cada um é, eu tomo consciente do "universo" a minha volta?
Quando não precisamos reafirmar nossos atos, estou convicta de minhas escolhas?
Sou livre quando percebo que minhas escolhas me conduzem à felicidade que eu procuro?
______________________________________…
Reflexões de fim de ano me levaram a esses questionamentos. :)
Eu recebi um e-mail de um parente que levantou essas inquietações!!!!!!!
*Pergunta feita no final do ano passado.
________________
Pergunta feita por Najinha no sítio Yahoo!Respostas.
Resposta dada por Bill à pergunta de Najinha.
Sim, a liberdade é proporcional à evolução, pois é com a maturidade que vem a sabedoria e, por consequência, a liberdade.
1) Quando nos tornamos livres, permitimos ser livres a quem amamos e por consequência temos mais consciência do mundo a nossa volta?
Resp. Como nos tornamos livres? Uma criança não pode brincar com faca, ela não sabe o risco que corre e não sabe manusear uma faca, mas quando adulta, então pode até trabalhar em um açougue. Um adulto é mais livre que uma criança, pois tem mais consciência de seus atos e do mundo ao seu redor. Assim, quando nos tornamos maduros, então deixamos totalmente livres quem amamos? Será? Seria sensato se uma mãe deixasse uma criança totalmente livre?
Quando temos consciência do mundo, então vemos o que outros não veem, percebemos os perigos e as ciladas, outros menos “crescidos” não as perceberão. Se alguém que amamos caminha para o buraco, interferir em sua caminhada seria uma invasão em sua privacidade? Sim, seria. Mas quem ama consegue ficar indiferente? Não, não consegue.
Como Deus age? Ao enviar Jesus à terra e a Bíblia, ele interferiu no mundo para ajudar quem ama, não é? Quando nos incentiva a amar o próximo e a ajudar a quem amamos, isso significa que nos está incentivando a interferir, não é?
Deus nos ama e quer nos mudar? Por que ele quer nos mudar? Por que nos ama.
Quem ama interfere, fato. Mas não obriga. Quem ama quer ajudar, mas não obrigar, pois nem Deus obriga.
2)A satisfação em relação àquilo que somos se comprova quando não temos a necessidade de mudar o outro?
Resp. Só teríamos necessidade de mudar o outro por insatisfação se o outro existisse apenas para minha satisfação, assim, as minhas vontades precisariam ser satisfeitas e não as do outro, necessariamente.
![]() |
| Amor ao próximo |
Se a minha satisfação não depende de egoísmo, então ela produzirá paz. Essa satisfação ocorre quando amadurecemos e entendemos o mundo e a nós mesmos. Quando isso ocorre, então olhamos para as outras pessoas. Talvez nada nos falte, mas falta a alguém. Mudar o outro, muitas vezes, não significa insatisfação nossa, mas apenas preocupação com o outro. É isso que ocorre nas famílias em que existem drogados ou alcoólatras, por exemplo.
Jesus Cristo estava satisfeito em relação àquilo que ele era, pois isso, seus olhos não precisavam mais ficar focados em si, mas em outras pessoas.
3) Quando aceitamos cada um como cada um é, eu tomo consciente do "universo" a minha volta?
Resp. É possível ver o universo à volta quando não há egoísmo. Lembra-se da história do menino surdo [aqui]? A atenção do samurai estava apenas em si, por isso não percebeu a surdez do garotinho. A atenção dele era exclusiva em si, por isso, não compreendia o “universo” a sua volta. Nós podemos e devemos entender as pessoas como são, mas se somos maduros, então, fica difícil não perceber os perigos que as “crianças” correm. Nossa ajuda nunca é imposta, mas não cabe a alguém sábio ficar indiferente. Jesus não era indiferente.
Tomar consciência de tudo a minha volta significa ver o bem e o mal com clareza. Ao fazer isso, fica difícil aceitar as coisas como elas são.
4) Quando não precisamos reafirmar nossos atos, estou convicta de minhas escolhas?
Resp. Sim.
5) Sou livre quando percebo que minhas escolhas me conduzem à felicidade que eu procuro?
Resp. Sim, pois uma criança precisa de regras, pois sem elas, morreria. O adulto é livre, pois sabe o que faz (se não sabe, então é imaturo e por isso, precisa de regras ainda). Maturidade significa uma visão clara do bem e do mal somado ao bom senso para escolher o melhor. O maduro (ou sábio) sofre menos que o ignorante, pois acerta nas escolhas com mais frequência.
Acho que é isso.
Bjão e boas festas.
Assinar:
Postagens (Atom)








