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sexta-feira, 14 de julho de 2023

É BOM DEMAIS SER POBRE!

 

 


É BOM DEMAIS SER POBRE!



Olá, meu caríssimo leitor, tudo bem?

 

Peço perdão por não usar os termos leitor e leitora ou leitore, pois em nosso idioma, os pronomes e substantivos masculinos funcionam como termos neutros, quando usados para se referir a grupos mistos de pessoas. Ou seja, ao invés de todos e todas, basta dizer todos.


Legal, né? Bem simples e prático!


Espero que esteja realmente muito bem, leitor amigo!

 

Creio que deve ter achado estranho o título deste texto, né?

 

Por favor, não pense assim, pois logo, logo..., todos nós estaremos alegremente afirmando a mesma coisa!

Não acredita? Então vou convencê-lo que é bom demais ser pobre, pois, afinal, a Teologia da libertação nos ensina que a pobreza é uma das bem-aventuranças, logo, Deus se agrada exclusivamente dos pobres, não é?

A pobreza deve ser a regra, surpreso leitor.

Duvida?

Vem comigo!


1. A ideologia da pobreza

Imagine a seguinte cena: sentado em uma cadeira está um jovem negro, bem-sucedido, com roupas de marca e tal.

O que isso parece pra você, leitor?

Essa cena nos sugere que esse jovem teve uma jornada de sucesso ou que vem de uma família bem estabelecida, correto? Coisas que o capitalismo torna possível.

Agora, imagine um esquerdista tolerante e contra o racismo vendo essa mesma cena.

Ele imediatamente julgaria que está errado, afinal, o negro é oprimido, marginalizado e NÃO PODE ostentar uma vida de sucesso, pois o negro deve viver na periferia, na pobreza, de forma sofrida, pois segundo ele, é isso que o verdadeiro negro faz.

Duvida que seria assim?

Então veja o vídeo abaixo:

 


Outro caso pitoresco:

No primeiro trimestre deste ano, vemos Guilherme Boulos, de extrema-esquerda e líder do MTST (Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto), todo entusiasmado apresentando uma caixa d'água e uma casa de taipa como se fossem sensacionais, sendo que a caixa d'água, segundo ele, foi premiada pela ONU, pois é usada para captar água de chuva. Muitos tem questionado por que a ONU premiaria algo assim, afinal, desde a Idade do Bronze fazem isso.

Veja o vídeo:

 

Veja bem, caro leitor, pra quem interessa uma casa de taipa ou uma caixa d'água para captar água de chuva?

Índios? População aborígene da Austrália?

Se é para o povo brasileiro, isso representa um avanço ou um retrocesso? Afinal, em uma sociedade civilizada, que visa o progresso, qual seria o propósito desses itens?

Qual o modo de vida que está sendo valorizado aí?

Pegou a ideia, leitor?

Ainda não?


2. A virtude da pobreza

É importante que você entenda, leitor amigo, que uma vida de privações não é tão ruim, segundo a Esquerda. Em verdade, é uma bênção! Não é isso o que diz a Teologia da Libertação?

Segundo Alberto Hurtado, jesuíta, adepto da Teologia da Libertação, a Igreja Católica tem por missão proclamar a um Cristo pobre, pois ele é “o Verbo feito carne humilde (que) quer uma Igreja que se caracterize pela pobreza e a humildade”.

Palavras lindas, não é?

Afinal os pobres são a verdadeira riqueza da Igreja, segundo disse o Papa Francisco, em 15/12/15, bem aqui.

Ele também disse, em sua homilia, em 16/16/15, onde a primeira leitura inspirou Francisco para falar da “teologia da pobreza” e observou que estas palavras provocam constrangimento. Muitas vezes, ouve-se dizer: “Mas este sacerdote fala demasiado de pobreza, este bispo fala de pobreza, este cristão, esta freira falam de pobreza… Mas são um pouco comunistas, não?” E ao invés, advertiu, “a pobreza está no centro do Evangelho. Se tirarmos a pobreza do Evangelho, nada se entenderia da mensagem de Jesus”.


Sua mensagem foi publicada aqui.

Eles criaram até o dia mundial dos pobres, bem aqui, onde dão a ênfase necessária a ajuda aos pobres, mas NUNCA consideram a possibilidade de o pobre sair da pobreza, afinal, segundo dizem, a pobreza é uma das bem-aventuranças. Conforme os teólogos da libertação, graças ao aspecto divino e nobre que a pobreza tem, é como se o pobre fosse para o céu, apenas por ser pobre, pois só há virtudes nela.

Entretanto, essa grande “bênção” têm dado uma justificativa espiritual para que milhões vivam na mais absoluta miséria em nosso país, entretanto, o evangelho de Cristo não prometeu riquezas, mas também não a demonizou e muito menos incentivou o homem à pobreza.

Não pretendo tratar profundamente sobre ao assunto aqui, mas basicamente, o que a Bíblia nos diz?

a) O amor ao dinheiro, e não o dinheiro, é a raiz de todos os males.

1 Timóteo 6:10: “Porque o amor do dinheiro é raiz de todos os males; e alguns, nessa cobiça, se desviaram da fé e a si mesmos se atormentaram com muitas dores”.

 

b) Não condena quem quer lucrar, desde que não se esqueça de Deus.

Tiago 4:13-15: “13 Atendei, agora, vós que dizeis: Hoje ou amanhã, iremos para a cidade tal, e lá passaremos um ano, e negociaremos, e teremos lucros. 14 Vós não sabeis o que sucederá amanhã. Que é a vossa vida? Sois, apenas, como neblina que aparece por instante e logo se dissipa. 15 Em vez disso, devíeis dizer: Se o Senhor quiser, não só viveremos, como também faremos isto ou aquilo”.

 

c) E estimula ao trabalho honesto, como pode ser visto aqui:

1 Tessalonicenses 4:11,12: “11 Esforcem-se para ter uma vida tranquila, cuidar dos seus próprios negócios e trabalhar com as próprias mãos, como nós os instruímos;
12 a fim de que andem decentemente aos olhos dos que são de fora e não dependam de ninguém”.


A Esquerda, fazendo uso da Teologia da Libertação (que não é bíblica e nem racional), humilha o pobre tirando-lhe a dignidade que uma vida de trabalho honesto deveria dar.

É como se o trabalho não dignificasse o homem, mas a pobreza, sim.

Isso é insanidade!

Para eles, o pobre, meu caro e humilde leitor, precisa abraçar a sua gloriosa missão de ser pobre, assim como fazem com os índios.

Já reparou como os índios também são proibidos de se desenvolverem?

Nem são tratados como gente, como podemos ver aqui. Aliás, a julgar pelo “avanço” tecnológico sugerido pelo Boulos, parece que o modo de vida indígena é o próximo nível a ser alcançado pela população brasileira.

Mesmo que os progressistas sejam, em grande parte, ateus (o socialismo é materialista), a Teologia da Libertação é uma “mão na roda” para a Esquerda subjugar o povo e lhe tirar todo o ânimo para lutar por uma vida mais digna, assim, ficou fácil para justificar e impor a pobreza como padrão para o povo brasileiro.

Assim, o povo não evolui.

Pegou a ideia agora?


3. A estagnação na pobreza

Qual a consequência de tudo isso? Estragar a vida dos pobres? Como vemos aqui? É óbvio que sim, afinal, como vemos nesse link, as políticas assistencialistas defendidas pela Esquerda tornam a pobreza mais confortável, então por que sair dela, não é? Isso é um desserviço para os pobres, prejudicando o desenvolvimento deles e de toda a sociedade.


A Esquerda incentiva o pobre a aceitar a sua pobreza em vez de incentivá-lo a, pelo menos, evoluir para a classe média, como ocorre em países europeus, por exemplo.

Por que é assim?


 

Veja o que o Lula disse sobre a classe média:

 


E ele reforça esse discurso em outra ocasião dizendo que ter pouco dinheiro é sinal de progresso, veja abaixo:


 A grande questão pra eles é a “luta de classes”, ou “conflitos sociais”, como às vezes gostam de dizer. A Esquerda depende da divisão econômica da sociedade em duas classes, apenas: o rico opressor e o pobre oprimido, pois a existência de uma terceira classe social, formada por pessoas que saíram da pobreza, quebra a narrativa da opressão, entende? Logo, precisa ser eliminada, pois não está prevista na “ordem” marxista. Por isso, celebram a pobreza, mas odeiam a classe média, como deixou bem claro a nossa grande filósofa marxista Marilena Chaui, no vídeo abaixo:

 

 O paradoxal nisso é que tem mais esquerdistas na classe média do que no povão, e pra piorar ainda mais, muitos da classe média gostam de esnobar o pobre.

Quanta burrice!

A Esquerda SEMPRE se manteve às custas da miséria do povo, como todos já devem ter percebido, por isso, o pobre TEM que continuar pobre, pois é extremamente útil para seu discurso demagógico, logo, se não houver pobres, então como ficará essa falácia antiga, no caso, esse suposto discurso de luta de classes? Sendo que são eles os interessados nessa divisão em apenas duas classes: a elite progressista exploradora e o pobre dependente.


Por isso que a ideia de mérito é perigosa, afinal, progressistas como o Boulos, celebram a pobreza e criticam o acúmulo de capital, mas o engraçado é que esse pessoal não é pobre, eles são ricos. Logo, a meritocracia é um terrível problema, pois ela também permite a prosperidade do pobre batalhador, e por consequência, sua libertação da dominação socialista. Como foi muito bem explicado aqui.

Aliás, no vídeo abaixo, de Wilker Leão, vemos que certa festa junina organizada pelo PT, neste ano, não foi destinada ao trabalhador, conforme deixou claro o petista no vídeo.


 Qual o problema se é uma festa elitizada?

O empobrecimento da classe média, e dos ricos que não fazem parte da elite progressista, estabelece o padrão socialista.


5. É possível sair da pobreza

O socialismo nunca funcionou como sistema econômico, por isso não é utilizado em lugar algum, caso funcionasse na economia, então algum país, em algum momento, teria prosperado com ele, mas nem os países ditos socialistas o usam, pois preferem o chamado capitalismo de Estado como sistema econômico, alguns países até usam o capitalismo de livre mercado, como a Suécia, por exemplo. O socialismo é excelente como sistema de controle social, todos os países ditos socialistas o usam apenas dessa forma.



O capitalismo de livre mercado tornaria possível o enriquecimento da nação, enquanto que o capitalismo de Estado, que se mantém através de impostos, onera o país e trava seu desenvolvimento, como nossa própria história comprova, afinal, a Esquerda ficou no poder de 1985 até 2019 (34 anos, sendo que o PT ficou 16).

Caso algum petista apareça dizendo que o PSDB é de direita, aqui tem o FHC e sua esposa Rute Cardoso admitindo que são esquerdistas:

 


Nas eleições de 2010, José Serra, do PSDB, concorreu à presidência e perdeu para Dilma Roussef. Entretanto, abaixo, vemos Lula, em 2009, comemorando a ausência de candidatos de direita para concorrer às eleições de 2010.

 

Pegou a ideia? Não havia candidatos de direita.

Creio que ficou claro que a Esquerda teve tempo suficiente para fazer o bem pelo pobre, correto? Caso realmente quisesse.

Estamos em franco processo de venezuelização, caso ainda não tenha percebido, amigo leitor! Pois a Esquerda não está interessada na evolução do pobre, mas apenas na Revolução Socialista!

A solução para a pobreza é a mais simples do mundo! Basta um Estado reduzido, com poucos impostos, cujo sistema econômico seja o capitalismo de Livre Mercado e sem controle social marxista e, como cristão, com a fé cristã verdadeiramente livre.

TODOS os países que fizeram isso prosperaram.

O pobre não precisa de esmola, precisa de liberdade para trabalhar e crescer, em vez de uma âncora amarrada ao calcanhar disfarçada de “ação social”.



6. Conclusão

É óbvio que o faminto precisa de ajuda emergencial, entretanto, ajudar o pobre a ter o que comer é uma coisa, condená-lo à pobreza perpétua é outra.

Agora, porém, vem o Boulos todo felizão com um importante acréscimo: casa de taipa.

CASA DE TAIPA!!!

Isso é desprezo total pelo pobre ou seria sarcasmo mesmo?

Eles também contam com a ajuda de um nada ilustre personagem, com forte cheiro de enxofre, veja aqui.

E dizem que o amor venceu.

É isso!


Christian Brito


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sexta-feira, 22 de outubro de 2021

O Estado, seu inimigo.


 





O vídeo acima deixa claro que o maior inimigo do povo brasileiro é o Estado.


O Estado brasileiro é estruturado de forma socialista.


Não somos livres, somos prisioneiros.


Link para o canal hipócritas


Christian Brito

 

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quinta-feira, 29 de julho de 2021

QUEREM AS ALMAS DOS SEUS FILHOS | DEP. ANA CAMPAGNOLO

 

O Estado quer tirar dos pais os direitos sobre seus próprios filhos.


Ao discutir sobre a educação escolar em casa, querem usar como pretexto para ir além.


O vídeo refere-se a Stª Catarina, mas ocorre o mesmo em todo o país.

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quarta-feira, 24 de março de 2021

Porque a Esquerda teme a meritocracia?


 


Olá, amigo leitor! Tudo bem?


Como você está?


Está bem confortável lendo este texto? Espero sinceramente que sim.


Espero também que não se sinta culpado ou incomodado por esse conforto, principalmente se for fruto de seu trabalho, ganho com o devido mérito.


Mas talvez você me diga: “Mérito? Não aprovo injustiças sociais, como o que a meritocracia promove, mas a luta, sem medir esforços, em atender ao menos favorecido”.


Ui!! Calma! Então todos recebem favores, sem mérito, de modo a haver o menos e o mais favorecido, é isso?


Mas…Será mesmo?


O que seria de nós sem a Esquerda, talvez você diga.


Então lhe pergunto: “e se, caro leitor, a injustiça social for fundamental para a manutenção da Esquerda?”


Podemos fazer uma brincadeira? Uma brincadeirinha de “faz de conta”, tudo bem?


Nossa historinha começa assim: Imaginemos, caro leitor, que uma empresa privada multinacional, capitalista obviamente, resolvesse criar uma cidade perfeita, onde seriam selecionados ao redor do mundo, para morar lá, apenas os indivíduos de maior capacidade intelectual, ou seja, o critério seria o mérito cognitivo.


Mas aí, caro leitor! Acontece algo inusitado.


Duas pessoas de nosso lindo e maravilhoso país foram escolhidas.


Você, privilegiado leitor, que está confortável diante desse computador (ou iPhone) neste momento, foi um dos selecionados para essa cidade utópica, esse paraíso na Terra.


Legal, né?


Mas também acontece outro fato, no caso, algo indesejável.


Um amigo seu, que estudou com você, um cidadão de classe média alta, antenado, que ouve Caetano Veloso e Chico Buarque, que vai às melhores baladas, tem aquele carrão importado e faz discursos inflamados a favor dos “menos favorecidos” nas redes sociais e tal.


Pois bem!



Estranhamente ele não foi escolhido e, pasme, ao invés disso, foi escolhido um sujeito pobre e com poucos estudos, um desses “menos favorecidos” que ele diz defender.


Ele obviamente ficou revoltado, afinal, como isso é possível?


Foi escolhido um favelado, um garoto que não usa drogas e gosta de ficar horas lendo, quando não está trabalhando de menor aprendiz em uma serralheria.


Você consideraria, sinceramente, esse fato como uma injustiça contra seu amigo?


Talvez você diga: “Claro que é uma injustiça, afinal não iriam para essa cidade apenas os mais inteligentes?”.



Mas olhe só que interessante, amigo leitor: você percebeu que essas diferenças que mostrei entre seu amigo e o favelado, na verdade, são diferenças sociais e não intelectuais?


Ou não percebeu?


O critério usado para a seleção é o intelecto, o mérito cognitivo.


O favelado, se bem preparado e instruído, poderia evoluir muito, mas talvez seu amigo “socialmente consciente”, que mora em um apartamento de um milhão de reais, não tivesse essa mesma capacidade latente.

Mas aí, você diz: “Discordo completamente, meu amigo fala inglês, tem diploma universitário, assiste Netflix, TV a cabo e tem consciência social, doou uma cesta básica há uns três anos para uma igreja, que ajuda alguns necessitados na comunidade onde esse favelado vive. Quem esse garoto pensa que é? Mal concluiu o ensino médio, é pobre e assiste a Rede TV. É provável que nem saiba quem foi Karl Marx ou mesmo Felipe Neto!”.


Aí é que está, amigo leitor! A condição social “favorecida” de seu amigo não lhe garante necessariamente um “favorecimento” cognitivo.


Talvez apenas falte polir esse diamante bruto (o favelado), enquanto o “descolado”, seu amigo, nada mais tem a oferecer, pois tudo o que ele possui é apenas isso que você falou dele e mais nada, ou seja, é limitado.


Mas fique tranquilo, vamos mudar nossa história, em vez de uma empresa capitalista fria, sem sentimentos, que valoriza apenas o mérito individual (neste caso o mérito cognitivo), vamos mudar para outro contexto.

Agora fica sendo assim: suponhamos que cada país fosse incumbido dessa tarefa de escolher indivíduos superinteligentes de sua população, ao invés da empresa privada anterior. Suponhamos ainda que foi a ONU que resolveu criar essa cidade perfeita.


Como em nosso país a elite é formada, em sua maioria, por pessoas com consciência social, progressistas, então seu amigo “descolado” poderá ter alguma chance.


Essa seleção, então, seria feita por pessoas de nosso país, que, como você sabe, não há hipocrisia por aqui, mas só gente honesta e bem-intencionada.


Como você, caro leitor, imagina que essa seleção seria feita?


Talvez você diga: “com certeza pelo Estado, através de universidades como a USP ou UFRJ, por exemplo”.


Acertou, de fato seria assim, mas realmente seriam justos em suas escolhas?

Aí você me fala: “claro que seriam, pois exigiria um trabalho imparcial, preciso e justo, que só cientistas podem fazer.”.


Que bom, fico feliz quando vejo pessoas com fé no ser humano, isso é muito bom! Mas, infelizmente, algumas vezes, imaginamos o homem (principalmente os cientistas) como uma máquina sem sentimentos, um robô sem emoções ou preconceitos. Um cientista é humano como nós, sujeito ao mesmo tipo de coisas que nós somos, pois são pessoas comuns e não deuses. Pessoas comuns que erram, se enganam e também tem suas preferências e preconceitos, ou não é assim?


Você acha que não, caro leitor?

Canal hipócritas, clique na imagem.

Você acha que um cientista não seria levado a considerar aspectos de sua preferência também? Principalmente em uma universidade pública, onde o compromisso com resultados não é tão relevante, como seria com pesquisadores da iniciativa privada, afinal, esse cientista também ficaria contente em ver seus semelhantes por lá, não é? Você não acha, por exemplo, que um especialista da USP ficaria mais contente em ver um “antenado” de classe média alta por lá do que um favelado?


Quem não gostaria de ter ao seu redor gente de seu próprio nível social?


Você não gostaria?


Conhece alguém que não gostaria?


É evidente que a tendência desses cientistas seria escolher pessoas assemelhadas, de sua casta, e que defendam os mesmos valores e a mesma ideologia. Assim, apenas “gente esclarecida”, como dizem, seriam selecionadas para essa cidade.


Esclarecidas como seu amigo obviamente. Ele teria grandes chances de ser escolhido ao invés daquele favelado ignorante.


Talvez nem você fosse escolhido.



Mas… e se o critério intelectual fosse substituído pelo critério social nos outros países também (tendência mundial de hoje em dia, aliás), então, por consequência, entre os eleitos dessas nações haveria gente de baixa capacidade cognitiva (pouca inteligência) também. Ou seja, no final, essa cidade utópica ficaria igual a qualquer outra, pois haveria estupidez por lá também (pelo menos, haveria consciência social, pois sempre teria alguém xingando muito no Twitter).


A pobreza é uma benção, como diz a Teologia da Libertação, por isso, o pobre, como um ser abençoado, continuaria a ser defendido contra os perigos do capitalismo para que não perca a sua bênção (bênção essa, que não inclui o privilégio de ir para nossa cidade especial, obviamente).

O que seria dos pobres sem a elite esquerdista para defendê-los?


Assim, concluímos que, nesse contexto acima, o critério intelectual jamais seria respeitado inteiramente, mas os critérios sociais é que prevaleceriam, pois socialistas pensam socialmente, não é?


O que podemos entender disso tudo?

Sistema de castas indiano

Já reparou, caro leitor, que em nossa cultura é blasfêmia dizer que existem entre os “esclarecidos” gente menos “favorecida” cognitivamente? Mesmo com diploma superior? E que é igualmente blasfemo dizer que entre os menos “favorecidos” pode haver pessoas com potencial cognitivo relevante? Esse tipo de pensamento pode ter sua origem ainda na época do império, quando havia nobreza e plebe e também na época do governo militar, quando o povo era hierarquicamente inferior aos militares, mas também é mantido hoje, mas com outras motivações, como os cientistas na historinha acima nos demonstraram.


Vamos entender.


Mérito
Essa visão discriminatória é, obviamente, uma visão extremamente limitada do ser humano, pois existe todo tipo de gente em todos os níveis sociais, não é? Entretanto esse critério social é, na verdade, um tipo de sistema de castas, que a elite progressista afirma combater, mas que efetivamente garante sua manutenção, dividindo o povo entre os de “sangue azul” e a “plebe”, por isso o mérito individual não pode ser reconhecido, pois destruiria tudo, assim, a meritocracia deve ser combatida.


Os últimos trinta e tantos anos de socialismo, que temos sofrido, tem garantido a manutenção dessa divisão por classes em nosso pensamento sociológico, mas isso nada tem a ver com o capitalismo, como dizem.


O povo em geral, o trabalhador, não grita “Lula Livre!”, já reparou?


Como eu disse, isso nada tem a ver com o capitalismo, é importante que isso fique claro, pois o capitalismo clássico, de livre mercado, nunca existiu em nosso país, pois essa forma de capitalismo valoriza o mérito individual acima de tudo, afinal, estupidez produz incompetência, logo, não dá lucro. O que temos em nosso país é o chamado Capitalismo de Estado, uma criação marxista, que foi usada na URSS e também na Itália fascista de Mussolini, como também na Alemanha nazista de Hitler e nos demais países socialistas/comunistas (o socialismo, como sistema econômico, nunca funcionou em lugar algum. Só funciona como ideologia de controle social).


Nos países da Escandinávia, onde praticam o capitalismo de livre mercado, praticamente não existe pobreza, pois a prosperidade do povo garante um mercado consumidor, assim, se o povo tem dinheiro, então o país é rico. O Capitalismo de Estado, entretanto, é sustentado


principalmente por impostos, logo, a prosperidade do povo não é relevante, assim o país é rico (os integrantes do governo), mas o povo não. Por essa razão, a divisão em classes sociais é útil ao socialismo, mas não ao capitalismo, como nossa esquerda caviar quer nos fazer pensar, pois é importante manter o povo pobre e ignorante para que fique mais fácil de ser controlado, assim, garantindo que essa realidade não mude.


O cenário atual nada tem a ver com a fantasiosa luta entre trabalhadores e patrões, mas é uma luta pela consciência das

Teoria de controle social, clique na imagem

pessoas, controle social, uma luta cultural e ideológica, com o fim de consolidar uma elite local progressista (socialista) controlada por uma elite mundial metacapitalista.


Essa elite local progressista, para enganar os trouxas, possui uma suposta “consciência social”, algo bem “meia-boca”, pois são eles que mantém as ONGs que ensinam artesanato com garrafas PET nas comunidades (como viveriam sem isso, né?); ensinam como pichar muros artisticamente; defendem a liberação das drogas para “recreação” das massas; lutam contra o preconceito linguístico (contra aqueles que querem “obrigar” o povo a falar e a escrever corretamente); defendem o Aborto, a Ideologia de Gêneros, entre muitas outras coisas. Essa “consciência social” nada produz de efetivo contra a pobreza, em verdade, apenas estimula o pobre a se conformar com ela, pois, entre muitos outros malefícios, cria a ilusão de que tem alguém que se importa com eles.

George Soros, um dos principais financiadores da esquerda 

Tudo isso incentivado pela elite mundial metacapitalista, que é quem lucra, e muito, com isso, assumindo o domínio sobre os povos e suas consciências (literalmente), escravizando-os. Para eles não existem leis de mercado, eles fazem suas próprias leis, são uma força paralela (ou transcendente) ao capitalismo tradicional, daí o nome metacapitalistas.


Eles são chamados também de Elite Globalista.


O capitalismo garante a prosperidade individual de quem trabalha, em países verdadeiramente capitalistas (livre mercado) é bem mais fácil, com o devido mérito, alguém vencer na vida. Em nosso país, mesmo que ainda pratique um Capitalismo de Estado mais moderado, é difícil conseguir seu lugar ao sol, mas por enquanto ainda é possível, como por exemplo, o juiz federal (agora desembargador), do Rio de Janeiro, William Douglas, que é nacionalmente conhecido por suas palestras e cursos pra concursos. Homem de inteligência reconhecida e admirada, mas que veio de uma família pobre, o qual admite que se fosse à época do império, seria fatalmente condenado à pobreza pra sempre, pois naquela época os cargos públicos eram distribuídos entre as famílias ricas e nobres.

Existem muitos exemplos de pessoas que conquistaram muitas coisas, mesmo fazendo parte de uma “casta” inferior ou “classe” considerada inferior, como esse exemplo acima.


O apresentador Sílvio Santos é outro exemplo bem conhecido.


A inteligência é algo individual e não está relacionada com a origem social do indivíduo ou sua raça, por exemplo, e nem com os diplomas que possui, o sujeito pode ter formação superior e trabalhar de empregado com salário baixo pra


quem não tem formação alguma, isso é comum. O estudo é igual a um treinamento físico, ou seja, deixa o cérebro treinado e pronto para ação, mas se o indivíduo não nasceu um Pelé, então não importa o quanto treine, nunca será um.


Veja bem, para aqueles que demoram um pouco mais para entender as coisas, não estou dizendo que não devemos estudar, afinal, se o estudo é igual a um exercício físico, basta compararmos a diferença entre um indivíduo sedentário e um maratonista que corre 42 km. Vemos aí que o treinamento faz muita diferença. Com os estudos não é diferente. O que eu quero dizer é que pessoas com inteligência diferenciada não pertencem às castas, raças ou níveis sociais específicos, mas estão em todos os lugares.


Foi isso que Hitler não entendeu, por isso, pessoas como Einstein fugiram da Alemanha.


É isso que os indianos não entendem, por isso, sua sociedade dividida por castas desperdiça muitos talentos.


É isso que o Brasil também não entende, por isso, apesar de não ser oficial, também temos um sistema de castas onde os mais “favorecidos” inibem, podam e humilham os menos “favorecidos”, mesmo que sejam pessoas de capacidade, mas sem as mesmas chances de sucesso, afinal, a
meritocracia é vista como errada pela elite progressista de hoje.


O que se conclui disso?


Elite progressista
A discriminação socialmente aceita, onde a elite progressista, que não admite a meritocracia (que tornaria possível a prosperidade para o pobre), procura garantir a manutenção do pobre na pobreza supostamente para o bem dele.


Isso é preconceito como outro qualquer.


Mas a Esquerda afirma que combate o preconceito, não é?

São mais de trinta anos de governos de Esquerda, mudou alguma coisa pra melhor?

Elite progressista

Não seria a Esquerda quem verdadeiramente incentiva e cria preconceitos? Afinal, foram os esquerdistas que adaptaram o conceito de lutas de classes, de Karl Marx, para todos os outros tipos de grupos sociais. Hoje temos mulheres vs homens; negros vs brancos; gays vs héteros; jovens vs adultos, gordos vs magros e etc.


Uma completa fragmentação da sociedade e um absurdo fortalecimento de antigos preconceitos e a criação de novos.


"Divide et impera" (dividir para conquistar), como diria Júlio César.


Qual sua opinião, caro leitor?


Graça e paz!


Christian Brito

 

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