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domingo, 22 de abril de 2012

Por que nos EUA tem menos negros que no Brasil?




Apenas 12% enquanto que no Brasil passa dos 50%? Eles importaram menos escravos que aqui ou os negros atuais de lá tem menos filhos que os daqui por família?

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Pergunta feita por Sortildo da Silva no sítio Yahoo!Respostas.


Resposta dada por Bill

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A quantidade de negros nos EUA é maior que no Brasil. Basta olhar ao seu redor e verá isso.

O problema é que no senso brasileiro colocaram qualquer indivíduo com a pele mais escura como negro. Mameluco, cafuzo, mulato, mestiços em geral são contados como negros, mas não são negros.

A esmagadora maioria da população brasileira é formada por pardos, com sangue branco, indígena e um pouquinho de sangue negro também.

Sugiro a leitura do livro chamado "Não Somos Racistas", onde o jornalista Ali Kamel mostra a realidade racial do povo brasileiro.

Querem nos transformar em uma nação bicolor (preto e branco apenas), como nos EUA, mas somos miscigenados por excelência, ou seja, há muitas cores no Brasil.

É isso.




quinta-feira, 12 de abril de 2012

Resenha de livro: O Guardião do Graal




Abnader, um homem misterioso dos EUA e presidente de uma grande empresa de softwares livres, através de um hacker contratado por ele, invadiu uma grande empresa de segurança e armazenamento de dados digitais na Espanha onde está armazenado algo muitíssimo valioso que pode destruir a fé cristã.

Pedro, um jovem historiador, auxiliado por uma bibliotecária, foi escolhido para proteger esse segredo.

Para atingir seu objetivo, Abnader contrata um assassino para matar o principal guardião desse segredo, o Grão-mestre de uma antiga ordem um cientista chileno chamado Cisco. Mas sem que seus algozes pudessem saber (ou evitar), mesmo morto, Cisco consegue transferir a Pedro sua missão de guardar o santo Graal. A partir daí Abnader e Pedro correm contra o tempo, onde um quer roubar o Graal e o outro quer protegê-lo.

Resumidamente, este é o enredo central da estória contada por Neilon Marcio Batista da Silva, um jovem e promissor escritor amazonense. Seu romance é aparentemente inspirado em Fortaleza Digital e O Código Da Vinci, ambos de Dan Brown. Neilon é um profundo conhecedor de TI (Tecnologia da Informação) e um profissional da área, sendo assim, muito de seu conhecimento em TI é utilizado em O Guardião do Graal, fornecendo um bom suporte ao enredo e tornando-o bem verossímil.

O livro tem uma boa dose de suspense e é difícil prever os acontecimentos, também tem alguma dose de emoção, que, mesmo pouca, é empregada de forma competente, principalmente no momento em que Pedro lembra-se de uma ocasião em que sua família morta surge em espírito pra ele.

O autor claramente defende uma visão Kardecista da vida espiritual, esse fato fica evidente no momento em que Pedro revê sua família, após a morte de seus entes queridos, e quando Cisco conversa com ele após ter sido assassinado. Convém ressaltar que isso não é demérito algum, afinal, todo autor tem o direito de descrever a realidade conforme seu próprio ponto de vista, aliás, todos os autores fazem isso.

O único ponto divergente, talvez, refere-se ao fato de que na estória o segredo do Graal pode destruir a fé cristã e provar a divindade de Cristo. Do modo como foi colocado, acredito que tal segredo (leia o livro para saber) de fato destruiria a fé cristã, mas não provaria divindade alguma, caso provasse, então a fé cristã não seria destruída, mas fortalecida.

É evidente que esta é uma obra de ficção, onde o objetivo do autor não é ofender a fé de alguém, mas, assim como Dan Brown, apenas fez uso de um tema polêmico que rende, com certeza, muito assunto, onde qualquer pessoa com criatividade pode fazer boas estórias, assim como o Neilon fez.

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Resenha de livro: A Caçadora vol. 3 - Temporada de Caça

A Caçadora 3


Este é o terceiro volume da trilogia: A Caçadora, escrito por Vivianne Fair (também conhecida por Chefa), onde conta a história de Jéssica, uma humilde secretária de contador que descobriu, aos trinta anos, que seus pais são caçadores de vampiros e que ela também era uma (mesmo se tornando uma caçadora absolutamente incompetente, o Conselho que a contratou paga muito bem, bem mais que seu salário de secretária).

A Caçadora 1

Para quem gosta de comédia, esta trilogia corresponde às expectativas, pode acreditar.

Entretanto, reconheço que no início da leitura perdi um pouco a empolgação, pois parecia que seria apenas uma sequência de clichês baseados nos volumes anteriores, mas felizmente me enganei.  Este terceiro livro é, de longe, o melhor da trilogia (e com muito mais páginas). Trama bem bolada, com um bom toque de suspense e segredinhos, além de uma boa dose de romantismo (as meninas vão adorar rsrs).

Mas uma coisa que achei interessante é sobre o fato de os vampiros temerem a cruz, igrejas e etc e o motivo que os leva a essa limitação. A autora colocou sua própria versão sobre o motivo dessa fraqueza, e pra mim, foi uma das mais verossímeis que vi até o momento (o André Vianco em seu livro O Senhor da Chuva também mostrou uma versão interessante para justificar essa fraqueza dos vampiros). De fato, do modo como a autora colocou, não vale a pena ser vampiro, melhor ser humano mesmo. Outros autores sempre mostram os vampiros como seres amaldiçoados e tal, mas, na verdade, sempre fica aquela ideia de que é melhor ser vampiro que humano. Então, tem maldição ou não tem?
A Caçadora 2

Gostei da versão da Chefa.

Em relação ao humor, embora haja muitas situações engraçadas, ele está, na maioria das vezes, concentrado nas falas dos personagens e não em momentos ou situações cômicas, necessariamente. Mas isso não é um ponto negativo, é apenas o estilo da autora.

Tem piadinhas aos montes.

Apenas achei o último capítulo um pouco meloso demais, mas isso é apenas uma questão de gosto. Como disse, as meninas vão adorar. rsrs.

Quem quiser saber mais sobre a autora e seus livros, basta clicar aqui.


segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Resenha de livro: Cruz de Fogo




          Olá, leitores!


          Tenho uma boa dica de livro, chama-se Cruz de Fogo e é um livro de Luiz Cézar da Silva, publicado por Clube de Autores.

          É um livro bem interessante.
          Alguém já leu “Filho do fogo” de Daniel Mastral?

          O livro de Luiz César segue uma linha semelhante, onde vemos irmandades secretas, envolvidas com bruxaria e misticismo, influenciando a sociedade. A diferença é que o Filho do Fogo é baseado em fatos reais e o Cruz de Fogo é ficção.

          Em ambos existe também uma forte mensagem cristã de superação e redenção, além de e milagres.

          Em a Cruz de Fogo vemos um jovem brasileiro que vive no Canadá e faz parte de uma seita secreta de adoradores e manipuladores do fogo. Mas ao contemplar o temperamento megalomaníaco e cruel de seu mestre, esse jovem rebela-se e foge. Em sua fuga, após quase morrer em um embate com seu antigo mestre, ele encontra um pastor protestante que lhe dá suporte espiritual e emocional, então sua vida, convicções, valores e etc. mudam radicalmente.

          Após esses fatos é que a história começa a engrenar.

          É um livro de leitura fácil e rápida, não é muito grande e possui uma linguagem bem simples.

          O autor demonstra certo conhecimento sobre o Canadá, pelos menos o suficiente para ambientar seus personagens. Não conheço o Canadá, então, pra mim, foi bem verossímil.

          Alguns pontos no enredo não foram bem esclarecidos, como a diferença entre fogo e luz, por exemplo. Um cristão antigo, provavelmente entenderá o que o autor quis dizer, mas um leigo nas doutrinas cristãs, talvez não perceba de imediato o que está acontecendo. Entretanto, apesar desse detalhe, Cruz de Fogo é um livro que pode ser apreciado por qualquer público, sem problemas.

          Luiz César é um jovem e próspero talento, que com o devido amadurecimento, pode nos oferecer muitas boas surpresas no futuro.


          Vale a pena conferir.


          Caso alguém queira adquirir seu livro, basta acessar aqui, apenas R$ 10,00 o download.

          É isso.




Christian Brito



sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

O fantasioso “Massacre dos inocentes” aconteceu?



          Além de Herodes ter morrido cerca de seis anos antes da data em que supostamente a personagem “Jesus Cristo” teria nascido, a versão de que no ano 01 Herodes mandou matar os primogênitos com menos de 2 anos do sexo masculino, não passa de um dramalhão...


          È impossível que uma “Estrela guia” tendo ficado parada sobre Jerusalém e se deslocada para Belém, tivesse sido observada pelos “Reis magos” e poucos camponeses...


          Além disso, o plágio onde Mateus conta que, “O rei Herodes mandou matar todos os primogênitos do sexo masculino, com menos de 02 anos de idade”, é idêntico a antiguíssima versão Hindu onde Krishna nasceu da virgem Devaki, que foi visitada por homens sábios que haviam sido guiados até Krishna por intermédio de uma estrela.


          Sendo que Anjos anunciaram o nascimento de Krishna aos pastores dos campos próximos.


          E quando o Rei Kansa soube do nascimento da “criança miraculosa”, enviou homens para matar todos os meninos com até dois anos de idade que vivia nas localidades vizinhas, mas uma "voz celestial" avisou ao pai adotivo de Krishna para que ele fugisse através do Rio Jumna, levando o recém nascido Krishna.


          Ainda mais, que por causa da “Estrela guia”, os soldados de Herodes teria praticado uma carnificina, onde foram massacradas todas as crianças da localidade que eram do sexo masculino e tinham até 02 anos de idade...


          Como uma matança impiedosa de todos os recém-nascidos do sexo masculino seria um crime hediondo de mais para não ser mencionado pelos escritores antigos.


          É evidente que a “Matança dos inocentes” relatada por Mateus em 2:16, não passa de um marketing onde a lenda de Krishna foi misturada com a profecia feita por Jeremias, no capítulo 31:15:


          “Assim diz o Senhor: Ouviu-se um clamor em Ramá, lamentação e choro amargo. Raquel chora a seus filhos, e não se deixa consolar a respeito deles, porque já não existem”.


          Tanto a lenda existente no Evangelho de Mateus, (2;16), onde se afirma que Herodes mandou matar todos os primogênitos de Belém e dos arredores, que fossem do sexo masculino e tivessem menos de 02 anos, como a versão onde em 2:13, Mateus relata que um anjo mandou José levar o menino Jesus e a Virgem Maria para o Egito e lá ficar até que Herodes morresse. São só ficções que foram infiltrada nos Evangelhos com a finalidade de convencer os místicos de que Jesus Cristo teria existido.


          Para provar que a lenda do Deus Krishna foi plagiada e colocada no Evangelho de Mateus, onde se transformou num pedaço importante da história de Jesus.


          Lembramos que os historiadores romanos e Judeus; inclusive Flávius Josephus 33 d.C. a 100 d.C. (que relatou todas as façanhas de Herodes, o grande); assim como Filão, o Judeu, 20 d.C. a 50 d.C.; Plínio, o Jovem, (que viveu entre os anos 62 e 113, e foi sub-pretor da Bitínia), e o geógrafo e naturalista romano Plínio, o Velho 23 d.C. a 79 d.C., nunca mencionaram a fantasiosa “Matança dos inocentes”.


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Pergunta feita por Lisandro Hubris * no portal Yahoo!Respostas.


Resposta dada por Bill.


* O perfil deste usuário foi excluído do Y!R
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          Olá, Lisandro!!

         
Herodes era contemporâneo de Jesus e de César Augusto que foi quem determinou o recenseamento, Devaki, a mãe de Krishna, era casada e teve vários filhos e o massacre de inocentes não faz parte do mito de Krishna.
          Quer saber a verdade? Leia baixo.

          Observe:

1 – Missão:

         
Krishna era a oitava manifestação de Vishnu, cuja missão era destruir as personificações da ignorância que ameaçavam o equilíbrio do cosmo (Asuras); tornar-se o centro de desenvolvimento de determinadas escolas devocionais (Bhakti); assumir papel de liderança na grande guerra ocorrida entre clãs Aryas dos Pandavas e dos Kauravas em que ele entregaria sua mensagem filosófica por meio do texto conhecido como Bhagavad Gita.

          A missão de Jesus era salvar a humanidade através de seu sacrifício.


2 – Castas:

          No mito de Krishna estão presentes os elementos que caracterizam as qualidades de três das principais divisões sociais da tradição hindu (sistema de castas): Krishna é um homem dos campos que guarda os rebanhos (casta Vaishya); é também um nobre guerreiro e dá morte a inúmeros demônios (casta Kshatrya); e adota o papel de um sábio, quando transmite os ensinamentos filosóficos (Bhagavad Gita) para o primo Arjuna (casta Brahmane).

          Jesus nunca foi camponês e nem guerreiro e JAMAIS foi a favor de qualquer sistema de castas, muito pelo contrário, pois levava sua mensagem de salvação a qualquer um, inclusive para pessoas rejeitadas pela sociedade, como publicanos e prostitutas. Além disso, não menosprezava as mulheres, como era comum naqueles tempos.


3 – Nascimento (massacre dos inocentes):

 
         
Krishna nasceu na cidade de Mathura. Sua mãe, Devaki, era irmã do rei Kansa, que condenou à morte todos os filhos que Devaki desse à luz, pois existia uma predição segundo a qual um deles haveria de assassiná-lo, por isso ele foi matando um por um, mas não conseguiu matar todos. Krishna continuou vivendo graças à estratégia de seus pais que, para tirá-lo da fúria do rei, trocaram-no pela filha de um modesto pastor. Ele passou seus primeiros anos junto com o irmão, Balarama, entre pastores.

          Como está evidente, não houve massacre de inocentes no mito de Krishna e a mãe dele não era virgem, pois ele foi o último filho dela. Entretanto, talvez, alguém queira dizer que a profecia contra o rei Kansa seja semelhante ao que causou a fúria de Herodes, mas não foi. Como todos nós sabemos, Jesus jamais foi rei terreno e nunca tomou algo de Herodes ou de algum dos outros Herodes que surgiram. Os sábios de Herodes interpretaram mal as profecias bíblicas.


4 – Morte

Aquiles

         
Krishna morreu por acidente, ele estava entregue à meditação, sentado em um bosque com as pernas cruzadas, que deixavam as plantas dos pés descobertas (sabido era, tempos atrás, que o sábio Durvasa tinha o amaldiçoado em um acesso de cólera, profetizando que Krishna morreria de uma ferida no pé), quando um caçador, tomando-o por um gamo, disparou uma flecha, que se cravou em seu único ponto fraco: o calcanhar do pé esquerdo.

          Todos sabem como Jesus morreu. Fica evidente aqui que se o mito de Krishna é semelhante a algum mito, talvez seja o de Aquiles, mas com Jesus, é óbvio, nada há de semelhante.

É isso.

Graça e paz!!
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P.S. Você jamais coloca as fontes de onde tira seus textos (se é que essas fontes existem) e quando coloca alguma fonte, essa fonte nada mais é que seu próprio site ateísta, logo, é uma fonte inválida. Mas vou colocar a fonte de onde tirei esse texto:


Livro: Mitologia Hindu
Autor: Aghorananda Saraswati
Editora: Madras.

O autor é brasileiro e seu nome verdadeiro é Sérgio Clark, ele é professor de Yoga e Tradição Tântrica, mestre pela Universidade de Minas Gerais (pesquisas em Tantra Shastras, Alteridade e Orientalismo) e licenciado em História e Mitologia da Índia.

Conduz cursos no Brasil e Europa e não é cristão.
 

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Efeito Cacaos




Olá, leitor!

Hoje tem dica de leitura.

Escritor brasileiro está lançando um livro chamado "Efeito Cacaos".

Este livro promete.

Abaixo, o release:


Ulisses Góes lança seu primeiro livro: "Efeito Cacaos"

O poeta e escritor Ulisses Góes lançou recentemente seu primeiro romance de ficção. O livro, lançado virtualmente pela internet chama-se "Efeito Cacaos" com página no Facebook onde todos poderão curtir e ler o livro completo, além de trocar idéias e opiniões com o autor do livro.

“Efeito Cacaos” é um romance de ficção com uma linha de realismo fantástico e contexto fantasioso. Trata-se da história surpreendente de um jovem que, depois de seis anos longe de casa, decide voltar para sua terra natal e rever sua família e amigos. Para ele, seria uma viagem em busca de tudo aquilo que um dia ele tinha deixado para trás. Entretanto, em meio a um mundo conturbado, uma grande guerra acontecendo e a aproximação da queda de um meteoro na Terra, seu retorno torna-se trágico com um acidente que o coloca em uma jornada sem volta, onde todos os caminhos serão completamente desconhecidos e reveladores. Uma história diferente, imaginativamente fantástica e instigante.

Primeiramente, e por iniciativa do próprio autor, o livro foi lançado ano passado virtualmente, tendo um blog na internet onde os leitores interessados podem baixar uma versão PDF para leitura. Posteriormente ele criou a página do livro no Facebook como uma forma de atingir um maior número de leitores interessados em ler a obra. Para quem curte bons livros, é uma ótima dica de leitura. O livro está prestes a ser lançado por uma Editora e enquanto isso não acontece, Ulisses decidiu iniciar um lançamento virtual e divulgar o livro na internet.

Ulisses Góes atualmente está escrevendo uma saga chamada "As Crônicas de Nevareth" cuja história é totalmente baseada no universo do jogo Cabal Online, atualmente um dos jogos online mais populares no Brasil.