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domingo, 22 de abril de 2012

Ser ateu não é ser incapaz de reconhecer falhas, ser cristão é ser capaz de admitir que seja falho?




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Pergunta feita por Lígia no sítio Yahoo!Respostas.


 Resposta dada por Bill.
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Oi, Ligia!

O ateísmo não é sinônimo de anticristianismo, afinal, quem não crê no sobrenatural não precisa "evangelizar" a quem acredita.

Existem ateus aqui que participam questionando e opinando sobre religião conforme seu direito constitucional de liberdade de expressão, mas fazem isso com ética e respeito.

Nada tenho contra eles, obviamente.

O problema são aqueles que são anticristãos e nos perseguem com brutalidade, violência verbal do pior tipo além de mentiras sobre nossas crenças e fé.

Esse caso, sim, é um problema.

O neo-ateísmo divulgado pelo profeta ateu Richard Dawkins é fortemente anticristão, por isso, muitos satanistas ou seguidores do chamado neo-paganismo defendem esse movimento apresentando-se como ateus, mas na verdade não são ateus.

Sugiro dar uma olhadinha aqui.

E aqui.

Embora não concorde com o movimento anticristão, não considero uma inquisição cristã a solução para a inquisição anticristã que querem implantar. Apenas sugiro um bom testemunho e ignorar esse pessoal. Se a verborragia é o idioma deles, então, que falem sozinhos.

É isso.

Bjs,

Graça e paz.

sábado, 31 de março de 2012

Os céus declaram a Glória de Deus e o firmamento as obras de Suas mãos!!!




- A Terra gira em seu eixo 1000 milhas por hora no Equador; se ela girasse 100 milhas por hora, nossos dias e noites seriam dez vezes mais longos e o Sol provavelmente queimaria nossa vegetação de dia enquanto a noite longa gelaria qualquer broto que sobrevivesse.

- Novamente o Sol, fonte de nossa vida, tem uma temperatura de superfície de 10.000 graus Fahrenheit, e nossa Terra está distante bastante para que esta “vida eterna” nos esquente só o suficiente! Se o Sol desse somente metade de sua radiação atual, nós congelaríamos, e se desse muito mais, nos assaria.

- A inclinação da Terra a um ângulo de 23 graus, nos dá nossas estações; se a Terra não tivesse sido inclinada assim, vapores do oceano moveriam-se norte e sul, transformando-nos em continentes de gelo.

- Se nossa lua fosse, digamos, só 50.000 milhas mais longe do que hoje, nossas marés poderiam ser tão enormes que duas vezes por dia os continentes seriam submergidos; até mesmo as mais altas montanhas se encobririam.

- Se a crosta da Terra fosse só dez pés mais espessa, não haveria oxigênio para a vida.

- Se o oceano fosse só dez pés mais fundo o gás carbônico e o oxigênio seriam absorvidos e a vida vegetal não poderia existir.

É perante estes e outros exemplos que não há uma chance em um bilhão que a vida em nosso planeta seja um acidente.



"Crê no Senhor Jesus e serás salvo” (Atos 16:31a)

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Publicado por  Dr. Light no sítio Yahoo!Respostas.  
Comentado por Bruno.
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Imagine se colocássemos um monte de moléculas na mão de um cientista, mesmo com o melhor laboratório do mundo, é óbvio que ele não conseguiria construir uma célula passo a passo, assim como um pedreiro maneja tijolos.

Neste caso, o que a capacidade intelectual de um cientista não consegue construir, o ACASO SEM INTELIGÊNCIA conseguiu construir de matéria inanimada??? O acaso não dirigido seria mais inteligente do que os melhores cientistas então?? Isso soa totalmente ilógico, não?? Com certeza há a necessidade de uma inteligência superior a do homem.

Na experiência de Stanley Miller, onde ele providenciou em laboratório certas condições hipotéticas existentes na Terra primitiva para surgir a vida, ele conseguiu apenas 4 aminoácidos, que está a anos luz de ser vida. Mas mesmo que ele conseguisse criar a forma mais simples de vida, o que a experiência dele provaria? Que a vida precisa de um criador. Pois se a mistura de gases representa a atmosfera, a faísca elétrica imita o relâmpago e a água fervente seria o mar — o que, ou a quem, representa o cientista que faz a experiência?

Mesmo assim os ateus com uma enorme dose de fé insistem que a vida surgiu por acaso. Mas, também, como explicar surgimento das condições ideais no universo e na terra para sustentar essa vida surgida por acaso? Seria a sorte da sorte da sorte?

George Greenstein, professor de Astronomia e Cosmologia, agnóstico, em seu livro Symbiotic Universe forneceu uma lista longa das constantes físicas que têm que existir para sobrevivência do universo e para o surgimento da vida. Na alistagem figuram constantes tão bem ajustadas que, se estivessem desajustadas no mais ínfimo grau, nenhum átomo, nenhuma estrela, nenhum universo jamais poderia existir. É preciso que existam para que a vida física seja possível.

À medida que essa lista aumentava, Greenstein se espantava. Ele disse: “Quantas coincidências! Quanto mais eu leio, tanto mais me convenço de que tais ‘coincidências’ de forma alguma poderiam ter acontecido por acaso. Mas, à medida que essa convicção aumentava, aumentava também algo mais. Mesmo agora é difícil expressar esse ‘algo mais’ em palavras. Foi uma convulsão intensa e, por vezes, quase de natureza física. Eu literalmente me contorcia devido ao desconforto... É possível que, subitamente, sem intenção, tenhamos nos deparado com a prova científica da existência de um Ser Supremo? Foi Deus quem interveio e, assim, providencialmente, esquematizou o cosmos para o nosso benefício?”
Atormentado e horrorizado com essa ideia, Greenstein logo se retratou, reassumiu a sua ortodoxia religiosa-científica, e proclamou: “Deus não é uma explicação.” A ideia de que Deus existe lhe era tão impalatável que ele não conseguia engoli-la! Aqui percebemos até onde vai a obstinação humana contra as claras evidências.

Li certa vez um cientista falando que a probabilidade de a terra ter estas condições e o surgimento na vida nela é igual a uma pessoa ganhar na loteria um milhão de vezes seguido, pois as coincidências são várias e uma atrás da outra.

Alguém acreditaria que uma pessoa possa ganhar na loteria 1.000.000 de vezes seguidos? Se a pessoa não acredita, também não deveria acreditar que as condições da terra e surgimento da vida são ao acaso.






quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Quem nasceu primeiro foi a fêmea e não o macho?




Através do estudo do Cromossomo X, ficou provado que não foi à mulher que emergiu do homem...

Mas sim, o macho que nasceu cerca de 140 mil anos depois da primeira “Eva mitocondrial”.

Que no exemplo em tela era um hermafrodita.

Pois “No início” não havia diferenças sexuais e nem “feminino” ou “masculino”...

Ao receber os genes alheios, o que se deixava penetrar pelo “parceiro” fazia o papel de fêmea...

Já ao penetrar e injetar o seu material genético, em algum outro individuo, o que penetrava fazia o papel de macho.

Os genes do sexo só se especializaram com o tempo e as Evoluções por que passou.

Pois o sexo é um aperfeiçoamento recente, mais tão importante quanto foi à estratégia das fêmeas passarem a guardar os ovos (óvulos), dentro do próprio corpo, para que eles não ficassem mais a mercê dos predadores e das alterações ambientes.

A lengalenga onde o Deus dos hebreus teria retirado uma costela do Adão e com a mesma produziu Eva, a primeira mulher. A única mulher sem umbigo. E a única mulher que já teria nascido adulto...

Não passa de uma tolice e uma inversão do ato de dar a vida.

Até porque, além do moderno homem atual ter tido inúmeros antepassados quaternários.

Existiram vários outros hominídeos...


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Pergunta feita por Lisandro Hubris* no sítio Yahoo!Respostas.

Resposta dada por Bill.



* usuário excluído do Y!R

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Bill:

Olá, Lisandro!!

Como sempre com textos tendenciosos. Você esqueceu-se de dizer que é possível este estudo do cromossomo feminino porque ainda não conseguiram estudar o cromossomo masculino do mesmo modo.

Esse papo de hermafrodita é invenção sua, nenhum cientista diz isso.

É isso.

Graça e paz!!

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Schu:


O masculino já foi estudado?

Fontes científicas ou apenas leitura virtual?

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Religiosamente, a Espiritualidade é um assunto que deveria ser discutido por Agnósticos e Ateus?



Não estou ofendendo Agnósticos e Ateus, só acho que eles estão na Categoria Errada, é minha opinião...

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Pergunta feita por Bispo Espiritualista no sítio Yahoo!Respostas.

Resposta dada por Carla;

Resposta dada por Bill.
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Carla:
Vamos lá... Faz tempo que não respondo perguntas desse tipo.... rs

Bem sou ateia e me sinto no direito e na obrigação de discutir sobre esses dois assuntos e justamente porque vocês teístas existem... Como posso ignorar vocês e suas crenças????

Se a sociedade em que vivo é em sua maioria TEÍSTA?????

Sabia que leis são influenciadas por questões religiosas??? Sabia que no congresso tem bancadas evangélicas e católicas ( O kit sobre homossexualismo é um exemplo atual, e não entro no mérito do conteúdo do kit).
Sem falar do casamento entre homossexuais...

Sabia que qualquer lei sobre aborto, eutanásia, pesquisas genéticas terão sempre a mão da religião e espiritualidade refreando o seu conteúdo???

Pois bem, como eu posso ficar alienada a essas questões se essas leis criadas ou não afetam minha vida????

A sociedade é teísta, tenho liberdade de expressão e gosto de saber o que os teístas podem estar aprontando sob as regras de dogmas religiosas que possam me afetar socialmente...

É isso e quanto a esse espaço... Considero um lugar bom para saber um pouco sobre os religiosos além de me divertir por aqui...

Beijocas Ateístas!!!

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Bill:
Olá, Bispo!

Sou protestante, mas a Carla tem razão.
Clique para ampliar
Nós cristãos lutamos por aquilo que acreditamos, mas esse direito todos os demais também tem.

Jesus disse: "Um novo mandamento vos dou: Que vos ameis uns aos outros; como eu vos amei a vós, que também vós uns aos outros vos ameis. NISTO todos conhecerão que sois meus discípulos, se vos amardes uns aos outros." Jo 13.34-35

Não é através da imposição que uma ideia pode ser aceita, imposição sempre gera conflito.

Assim, como disse Jesus, é a capacidade de amar que PROVA que somos seus discípulos. Amar significa tolerar, importar-se e etc.

Ateus e agnósticos são bem-vindos para expressar o que pensam e são livres para continuar a ser o que são.

Se nossas palavras não os convencem, então o erro está em nós e não neles.

É isso.

Graça e paz.


sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

O fantasioso “Massacre dos inocentes” aconteceu?



          Além de Herodes ter morrido cerca de seis anos antes da data em que supostamente a personagem “Jesus Cristo” teria nascido, a versão de que no ano 01 Herodes mandou matar os primogênitos com menos de 2 anos do sexo masculino, não passa de um dramalhão...


          È impossível que uma “Estrela guia” tendo ficado parada sobre Jerusalém e se deslocada para Belém, tivesse sido observada pelos “Reis magos” e poucos camponeses...


          Além disso, o plágio onde Mateus conta que, “O rei Herodes mandou matar todos os primogênitos do sexo masculino, com menos de 02 anos de idade”, é idêntico a antiguíssima versão Hindu onde Krishna nasceu da virgem Devaki, que foi visitada por homens sábios que haviam sido guiados até Krishna por intermédio de uma estrela.


          Sendo que Anjos anunciaram o nascimento de Krishna aos pastores dos campos próximos.


          E quando o Rei Kansa soube do nascimento da “criança miraculosa”, enviou homens para matar todos os meninos com até dois anos de idade que vivia nas localidades vizinhas, mas uma "voz celestial" avisou ao pai adotivo de Krishna para que ele fugisse através do Rio Jumna, levando o recém nascido Krishna.


          Ainda mais, que por causa da “Estrela guia”, os soldados de Herodes teria praticado uma carnificina, onde foram massacradas todas as crianças da localidade que eram do sexo masculino e tinham até 02 anos de idade...


          Como uma matança impiedosa de todos os recém-nascidos do sexo masculino seria um crime hediondo de mais para não ser mencionado pelos escritores antigos.


          É evidente que a “Matança dos inocentes” relatada por Mateus em 2:16, não passa de um marketing onde a lenda de Krishna foi misturada com a profecia feita por Jeremias, no capítulo 31:15:


          “Assim diz o Senhor: Ouviu-se um clamor em Ramá, lamentação e choro amargo. Raquel chora a seus filhos, e não se deixa consolar a respeito deles, porque já não existem”.


          Tanto a lenda existente no Evangelho de Mateus, (2;16), onde se afirma que Herodes mandou matar todos os primogênitos de Belém e dos arredores, que fossem do sexo masculino e tivessem menos de 02 anos, como a versão onde em 2:13, Mateus relata que um anjo mandou José levar o menino Jesus e a Virgem Maria para o Egito e lá ficar até que Herodes morresse. São só ficções que foram infiltrada nos Evangelhos com a finalidade de convencer os místicos de que Jesus Cristo teria existido.


          Para provar que a lenda do Deus Krishna foi plagiada e colocada no Evangelho de Mateus, onde se transformou num pedaço importante da história de Jesus.


          Lembramos que os historiadores romanos e Judeus; inclusive Flávius Josephus 33 d.C. a 100 d.C. (que relatou todas as façanhas de Herodes, o grande); assim como Filão, o Judeu, 20 d.C. a 50 d.C.; Plínio, o Jovem, (que viveu entre os anos 62 e 113, e foi sub-pretor da Bitínia), e o geógrafo e naturalista romano Plínio, o Velho 23 d.C. a 79 d.C., nunca mencionaram a fantasiosa “Matança dos inocentes”.


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Pergunta feita por Lisandro Hubris * no portal Yahoo!Respostas.


Resposta dada por Bill.


* O perfil deste usuário foi excluído do Y!R
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          Olá, Lisandro!!

         
Herodes era contemporâneo de Jesus e de César Augusto que foi quem determinou o recenseamento, Devaki, a mãe de Krishna, era casada e teve vários filhos e o massacre de inocentes não faz parte do mito de Krishna.
          Quer saber a verdade? Leia baixo.

          Observe:

1 – Missão:

         
Krishna era a oitava manifestação de Vishnu, cuja missão era destruir as personificações da ignorância que ameaçavam o equilíbrio do cosmo (Asuras); tornar-se o centro de desenvolvimento de determinadas escolas devocionais (Bhakti); assumir papel de liderança na grande guerra ocorrida entre clãs Aryas dos Pandavas e dos Kauravas em que ele entregaria sua mensagem filosófica por meio do texto conhecido como Bhagavad Gita.

          A missão de Jesus era salvar a humanidade através de seu sacrifício.


2 – Castas:

          No mito de Krishna estão presentes os elementos que caracterizam as qualidades de três das principais divisões sociais da tradição hindu (sistema de castas): Krishna é um homem dos campos que guarda os rebanhos (casta Vaishya); é também um nobre guerreiro e dá morte a inúmeros demônios (casta Kshatrya); e adota o papel de um sábio, quando transmite os ensinamentos filosóficos (Bhagavad Gita) para o primo Arjuna (casta Brahmane).

          Jesus nunca foi camponês e nem guerreiro e JAMAIS foi a favor de qualquer sistema de castas, muito pelo contrário, pois levava sua mensagem de salvação a qualquer um, inclusive para pessoas rejeitadas pela sociedade, como publicanos e prostitutas. Além disso, não menosprezava as mulheres, como era comum naqueles tempos.


3 – Nascimento (massacre dos inocentes):

 
         
Krishna nasceu na cidade de Mathura. Sua mãe, Devaki, era irmã do rei Kansa, que condenou à morte todos os filhos que Devaki desse à luz, pois existia uma predição segundo a qual um deles haveria de assassiná-lo, por isso ele foi matando um por um, mas não conseguiu matar todos. Krishna continuou vivendo graças à estratégia de seus pais que, para tirá-lo da fúria do rei, trocaram-no pela filha de um modesto pastor. Ele passou seus primeiros anos junto com o irmão, Balarama, entre pastores.

          Como está evidente, não houve massacre de inocentes no mito de Krishna e a mãe dele não era virgem, pois ele foi o último filho dela. Entretanto, talvez, alguém queira dizer que a profecia contra o rei Kansa seja semelhante ao que causou a fúria de Herodes, mas não foi. Como todos nós sabemos, Jesus jamais foi rei terreno e nunca tomou algo de Herodes ou de algum dos outros Herodes que surgiram. Os sábios de Herodes interpretaram mal as profecias bíblicas.


4 – Morte

Aquiles

         
Krishna morreu por acidente, ele estava entregue à meditação, sentado em um bosque com as pernas cruzadas, que deixavam as plantas dos pés descobertas (sabido era, tempos atrás, que o sábio Durvasa tinha o amaldiçoado em um acesso de cólera, profetizando que Krishna morreria de uma ferida no pé), quando um caçador, tomando-o por um gamo, disparou uma flecha, que se cravou em seu único ponto fraco: o calcanhar do pé esquerdo.

          Todos sabem como Jesus morreu. Fica evidente aqui que se o mito de Krishna é semelhante a algum mito, talvez seja o de Aquiles, mas com Jesus, é óbvio, nada há de semelhante.

É isso.

Graça e paz!!
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P.S. Você jamais coloca as fontes de onde tira seus textos (se é que essas fontes existem) e quando coloca alguma fonte, essa fonte nada mais é que seu próprio site ateísta, logo, é uma fonte inválida. Mas vou colocar a fonte de onde tirei esse texto:


Livro: Mitologia Hindu
Autor: Aghorananda Saraswati
Editora: Madras.

O autor é brasileiro e seu nome verdadeiro é Sérgio Clark, ele é professor de Yoga e Tradição Tântrica, mestre pela Universidade de Minas Gerais (pesquisas em Tantra Shastras, Alteridade e Orientalismo) e licenciado em História e Mitologia da Índia.

Conduz cursos no Brasil e Europa e não é cristão.
 

domingo, 11 de dezembro de 2011

Os ateus tem a cara-de-pau ao dizer que Jesus é uma cópia de mitos pagãos!?



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Pergunta feitas por INWO - Templário* no portal Yahoo!Respostas.


1ª Resposta dada por Apostolakis.





2ª Resposta dada por Bill.

* este usuário teve o perfil excluído do Y!R.
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Apostolakis:




É verdade, quanta cara de pau mesmo.

É incrivel a tamanha coincidência de Jesus com outros semi deuses, ainda mais com horus. Seria uma plágio criado pelos apóstulos ou pela igreja para dar ao povo Grego e Romano um Semi Deus dentro dos padrões mentais do povo?

Horus, um semi-deus nascido a 3.000 a.C onde sua história está numa "ESTÉLA" pedra egipcia gravada com hierogrifos.

Veja que interessante esse paralelismo entre Jesus - Horus - Buda e Krisna:

Jesus (2.000 anos)

Buda (563 a.C)

Krishna (não sei)

Horus (3.000 a.C) (sua história está numa estela " pedra " no egito )

Profetizado seu nascimento: [ Jesus - Buda ]

Pai era um carpinteiro: [ Jesus - Krisna ]

Foi presentiado no nascimento [ Jesus - Buda - Krisna ]

O nascimento foi acompanhado por anjo [ Jesus - Buda - Krisna - Horus ]

Uma estrela avisou o seu nascimento [ Jesus - Buda - Krisna - Horus ]

Nasceu de uma virgem [ Jesus - Buda - Krisna - Horus ]

Nasceu no dia 25/12 [ Jesus - Buda - Krisna - Horus ]

Nasceu na pobreza [ Jesus - Horus ]

Veio para cumprir a lei [ Jesus - Buda - Horus ]

Foi descendente de uma linhagem real [ Jesus - Buda - Horus ]

Ensinou no templo aos 12 anos [ Jesus - Buda - Krisna - Horus ]

Teve 12 discipulos [ Jesus - Horus ]

Batizado na água [ Jesus - Horus ]

Desapareceu após aos 12 e voltou aos 30 anos [ Jesus - Horus ]

Usou parabolas para ensinar [ Jesus - Krisna ]

Disse que o corpo era o pão a ser repartido [ Jesus ]

Fez milagres [ Jesus - Krisna - Horus - Buda ]

Curou doentes [ Jesus - Krisna - Horus - Buda ]

Multiplicou pães e alimentou pessoas [ Jesus - Buda ]

Andou sobre as águas [ Jesus - Horus ]

Foi tentado no deserto por 40 DIAS [ Jesus - Horus ]

Reconhecido como primogênito [ Jesus - Horus ]

Seu batizador foi decapitado [ Jesus - Horus ]

Expulsou demonios [ Jesus - Buda - Krisna - Horus ]

Foi traído por seu apóstulo [ Jesus - Horus ]

seus seguidores fizeram votos de pobreza [ Jesus - Buda ]

Fez o sermão na montanha [ Jesus - Horus ]

Houve uma transfiguração no monte [ Jesus - Horus ]

Morreu pendurado (crucificado) [ Jesus - Buda - Krisna - Horus ]

2 ladrões morreram crucificado junto [ Jesus - Horus ]

Morreu por toda a humanidade [ Jesus - Krisna - Horus ]

Sua ressurreição foi anunciada por mulheres [ Jesu - Horus ]

Desceu ao inferno após a morte [ Jesus ]

Sepultado por 3 dias [ Jesus - Horus ]

A tumba abriu de forma sobrenatural [ Jesus - Buda ]

Ressucitou dos mortos [ Jesus - Buda - Krisna - Horus ]

Subiu aos céus [ Jesus - Buda - Krisna ]

Era a segunda pessoa da trindade [ Jesus - Horus ]

Retornará para julgar os mortos [ Jesus - Buda - Krisna ]

Reinará por 1.000 anos [ Jesus - Horus ]

Era chamado de Cordeiro [ Jesus - Horus ]

Era chamado de Luz do Mundo [ Jesus - Horus ]

Abraços

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Bill:

Os que dizem isso, de fato, são caras-de-pau, pois tal teoria não pode ser provada.

Dá uma olhadinha aqui e verá um bom exemplo [link interessante].

O Jesus bíblico não é similar a nenhum mito, apenas a tradição Romana, ao longo dos séculos, incorporou algumas características de outros deuses e atribuiu a Cristo. Por exemplo, a Bíblia não diz em que época Jesus nasceu, provavelmente foi em Julho ou Outubro, mas a tradição católica diz que foi dia 25 de dezembro por causa do culto ao deus sol que se realizava nesta data.

O Jesus bíblico não é cópia de ninguém.

Eu duvido que o usuário Apostolakis consiga provar a veracidade de sua lista. Cara, na boa, isso tudo é mentira.

É isso.

domingo, 28 de agosto de 2011

EINSTEIN E A RELIGIÃO



Muitas vezes “acusado” de ser ateu e de introduzir a duvida a respeito de Deus, Albert Einstein elaborou e seguiu um pensamento religioso complexo e profundo, entendendo que a religião e a ciência eram complementares.

Gilberto Schoereder
Quando se pretende falar da relação entre Albert Einstein e a religião, é inevitável lembrar uma de suas frases mais famosas: “A ciência sem a religião é manca; a religião sem a ciência é cega”. Isso seria mais do que suficiente para se perceber que o cientista tinha uma relação especial com a religião. Alguns biógrafos de Einstein (1879-1955) chegaram a defender a noção de que essa relação ocorreu basicamente em sua infância, mas essa idéia já não é mais aceita. Uma das pesquisas mais profundas desse relacionamento entre ciência e religião na vida e obra de Einstein está no livro Einstein e a Religião, de Max Jammer, professor de Física e colega de Einstein em Princeton.

O interesse popular no cientista alemão se mantém, mesmo 50 anos após sua morte e num momento em que muitas de suas teorias vêm sendo questionadas. Einstein continua sendo uma das figuras mais conhecidas do planeta e, certamente, o nome que a maioria das pessoas imediatamente associa à ciência.

Jammer cita outra frase importante de Einstein, numa entrevista concedida ao escritor James Murphy e ao matemático John William Navin Sullivan (1886-1937), em 1930. “Todas as especulações mais refinadas no campo da ciência”, disse Einstein, “provêm de um profundo sentimento religioso; sem esse sentimento, elas seriam infrutíferas”.

Assim, percebe-se claramente a opinião do cientista de que a ciência e a religião eram complementares. No entanto, é preciso entender exatamente o que ele queria dizer com isso.

Os avôs e o pai de Albert eram judeus, mas ele não foi criado seguindo à risca as tradições judaicas. Segundo Jammer, tudo indica que seus pais não eram dogmáticos e sequer freqüentavam os serviços religiosos na sinagoga. Aos seis anos, ele entrou para uma escola pública católica, e teve aulas de religião – católica, bem entendido. Diz-se que só então seus pais resolveram lhe ensinar os princípios do judaísmo, para contrabalançar contrabalançar os ensinamentos católicos.




O SENTIMENTO RELIGIOSO SURGIU CEDO EM EINSTEIN, e ele chamou essa fase de sua infância de “paraíso religioso”, mas existem dúvidas quanto a como ele teria se desenvolvido. Quando os pais resolveram que ele devia conhecer o judaísmo, contrataram um parente distante para ensiná-lo e, segundo Maja, irmã de Albert, foi esse parente que despertou nele o sentimento religioso. Já Alexander Moszkowski, que escreveu a primeira biografia de Einstein, em 1920, afirmou, baseado em conversas pessoais com o cientista, que esse sentimento foi despertado após seu maior contato com a natureza, depois que a família se mudou de Ulm para Munique. O mesmo biógrafo também disse que a música desempenhou papel importante nesse sentimento religioso de Albert.

Apesar da biografia ter sido baseada em conversas pessoais, em 1949, o próprio Einstein escreveu, em Notas Autobiográficas, que sua religiosidade tinha se baseado tanto num sentimento de depressão e desespero quanto no reconhecimento da futilidade da rivalidade humana na luta pela vida. A religião trazia algum alívio, segundo ele disse, mas Jammer parece acreditar que essa idéia de Einstein foi formada posteriormente, uma projeção de suas idéias maduras para sua juventude.

Um fato importante ocorre aos 12 anos de idade, época em que deveria realizar o bar mitzvah, a confirmação judaica, que Einstein se recusou a realizar. Jammer entende que isso se deve à característica da personalidade de Einstein, de demonstrar independência com relação à autoridade e à tradição. Essas noções começaram a se desenvolver, ao que tudo indica, quando sua família recebeu um estudante judeu pobre, Max Talmud, dez anos mais velho do que Einstein. Os dois se tornaram grandes amigos, e foi através de Max que Einstein conheceu os textos a respeito de ciência, geometria, matemática, e a Crítica da Razão Pura, de Immanuel Kant.

Segundo o próprio cientista escreveu posteriormente, ele percebeu, através dos livros científicos, que muitas das histórias da Bíblia não podiam ser verdade e que os jovens são intencionalmente enganados pelo Estado com mentiras. “Dessa experiência”, ele escreveu em Notas Autobiográficas, “nasceu minha desconfiança de todo e qualquer tipo de autoridade, uma atitude cética para com as convicções que vicejavam em qualquer meio social especifico. Essa atitude nunca mais me abandonou, embora, mais tarde, graças a um discernimento melhor das ligações causais, tenha perdido parte de sua contundência original”.



ESSA POSTURA TAMBÉM SE EVIDENCIA NO FATO de que a primeira esposa de Einstein, Mileva Maric, pertencia à Igreja Ortodoxa grega. Os pais de ambos foram contrários ao casamento, mas eles não pareceram se importar com isso.

Max Jammer escreveu que toda essa situação poderia corroborar a tese de que a ciência e a religião são opostos irreconciliáveis, mas Einstein nunca concebeu essa relação como uma antítese, vendo os dois como complementares, como já ficou demonstrado nas frases citadas anteriormente.

O que aparentemente é uma contradição – uma vez que Einstein desaprovou a educação religiosa de seus filhos, considerando-a “contrária a todo o pensamento científico” – explica-se pelo entendimento correto de como Einstein usava os termos “religião” e “religioso”. Por exemplo, na expressão “ensino da religião”, ele via a instrução fornecida de acordo com a tradição de um credo; já na expressão “ciência sem religião”, o termo se referia ao sentimento de uma devoção inspirada, avessa aos dogmas. Em outras palavras, Einstein se referia ao sentimento religioso próprio da pessoa, sem intermediários, sem o poder da instituição e dos dogmas.

Jammer também levanta outra questão importante para se entender o pensamento de Einstein com relação à religião e Deus, e que está ligado à sua admiração pelo filósofo Baruch (posteriormente Benedictus) Espinosa (1632-1677), que negou a concepção judaico-cristã de um Deus pessoal, mas tinha a crença na existência de uma inteligência superior que se revela na harmonia e na beleza da natureza. Jammer explica que Einstein, como Espinosa, “negava a existência de um Deus pessoal, construído com base no ideal de um super-homem, como diríamos hoje”.

Numa oportunidade em que lhe pediram para definir Deus, Einstein disse: “Não sou ateu, e não creio que possa me chamar panteísta. Estamos na situação de uma criancinha que entra em uma imensa biblioteca, repleta de livros em muitas línguas. A criança sabe que alguém deve ter escrito aqueles livros, mas não sabe como. Não compreende as línguas em que foram escritos. Tem uma pálida suspeita de que a disposição dos livros obedece a uma ordem misteriosa, mas não sabe qual ela é. Essa, ao que me parece, é a atitude até mesmo do mais inteligente dos seres humanos diante de Deus. Vemos o Universo, maravilhosamente disposto e obedecendo a certas leis, mas temos apenas uma pálida compreensão delas. Nossa mente limitada capta a força misteriosa que move as constelações. Sou fascinado pelo panteísmo de Espinosa, mas admiro ainda mais sua contribuição para o pensamento moderno, por ele ter sido o primeiro filósofo a lidar com a alma e o corpo como uma coisa só, e não como duas coisas separadas”.



MAIS OU MENOS NA MESMA ÉPOCA em que falava sobre sua crença em Deus, Einstein também era acusado de ser um ateu, especialmente numa discussão provocada pelo cardeal O’Connell, arcebispo de Boston, ao advertir os membros do Clube Católico Americano da Nova Inglaterra a não lerem nada sobre a Teoria da Relatividade, uma vez que ela era “uma especulação confusa, que produz a dúvida universal sobre Deus e Sua criação (...) e encobre a assustadora aparição do ateísmo”.

O rabino Herbert S. Goldstein, da Sinagoga Institucional de Nova York, reagiu enviando um telegrama a Einstein pedindo que ele respondesse à simples pergunta: “O senhor acredita em Deus?” A resposta foi: “Acredito no Deus de Espinosa, que se revela na harmonia ordeira daquilo que existe, e não num Deus que se interesse pelo destino e pelos atos dos seres humanos”. Em última análise, pode se dizer que é uma resposta e um ponto de vista que se aproxima bastante de muitas posturas religiosas ou espiritualistas da chamada Nova Era, com um abandono do Deus pessoal.

Max Jammer alerta para o fato de que Einstein sempre estabeleceu uma distinção nítida entre sua descrença num Deus pessoal, de um lado, e o ateísmo, de outro. Num texto em que comentava um livro que negava a existência de Deus, Einstein disse: “Nós, seguidores de Espinosa, vemos nosso Deus na maravilhosa ordem e submissão às leis de tudo o que existe, e também na alma disso, tal como se revela nos seres humanos e nos animais. Saber se a crença em um Deus pessoal deve ser contestada é outra questão. Freud endossou essa visão em seu livro mais recente. Pessoalmente, eu nunca empreenderia tal tarefa, pois essa crença me parece preferível à falta de qualquer visão transcendental da vida. Pergunto-me se algum dia se poderá entregar à maioria da humanidade, com sucesso, um meio mais sublime de satisfazer suas necessidades metafísicas”.

Fica mais do que claro que Einstein não era e nem tinha qualquer apreço pelo ateísmo. Como Jammer destaca, ele não questionava a utilidade da educação religiosa, mas se opunha a ela – como no caso de seus filhos – “quando desconfiava que o principal objetivo era ensinar cerimônias religiosas ou ritos formais, em vez de desenvolver valores éticos”.



O PRIMEIRO ENSAIO DE EINSTEIN A RESPEITO DA RELAÇÃO ENTRE CIÊNCIA E RELIGIÃO data do final de 1930, ainda que se diga que seu interesse no assunto já vinha da década de 20. Sua postura contra todo tipo de dogmatismo religioso pode ser verificada mais uma vez na sua recusa em utilizar o termo “teologia”, entendendo que sua abordagem da religião diferia muito da dos teólogos profissionais, especialmente daqueles para quem “a teologia é detentora da verdade e a filosofia está em busca da verdade”.

A maioria de seus textos sobre religião surgiram no período entre 1930 e 1941, e diz Jammer que seu interesse em escrever sobre o tema cresceu devido a duas entrevistas. A primeira, no início de 1930, dada a J. Murphy e J.W.N. Sullivan, já citada no início da matéria. A segunda entrevista foi com o poeta e filósofo místico hindu Rabindranath Tagore (1861-1941), Prêmio Nobel de Literatura em 1913.

Aparentemente, Einstein ficou um pouco decepcionado com a conversa com Tagore, e resolveu escrever o ensaio chamado Aquilo em que Acredito, que despertou a ira dos nazistas. Um dos trechos diz: “A mais bela experiência que podemos ter é a do mistério. Ele é a emoção fundamental que se acha no berço da verdadeira arte e da verdadeira ciência. Quem não sabe disso e já não consegue surpreender-se, já não sabe maravilhar-se, está praticamente morto e tem os olhos embotados. Foi a experiência do mistério – ainda que mesclada com a do medo – que gerou a religião. Saber da existência de algo em que não podemos penetra, perceber uma razão mais profunda e a mais radiante beleza, que só nos são acessíveis à mente em suas formas mais primitivas, esse saber e essa emoção constituem a verdadeira religiosidade; nesse sentido, e apenas nele, sou um homem profundamente religioso. Não consigo conceber um Deus que premie e castigue suas criaturas, ou que tenha uma vontade semelhante à que experimentamos em nós”.



QUANDO ESCREVEU O ENSAIO RELIGIÃO E CIÊNCIA para a New York Times Magazine, em 1930, Einstein elaborou a idéia de três estágios do desenvolvimento da religião. O primeiro estágio, ele chamou de “religião do medo”. Pensando em quais teriam sido as necessidades e os sentimentos que levaram ao pensamento e à fé religiosa, entendeu que, para o homem primitivo foi, antes de tudo, o medo, seja da fome, dos animais, das doenças ou da morte. A mente humana, disse, criou seres imaginários de cuja vontade dependiam a vida ou a morte do indivíduo e da sociedade. E, para aplacar esses seres, os humanos lhes ofereciam súplicas e sacrifícios, formas primitivas de oração e rituais religiosos.

Ele não aceitava a idéia da religião se originando pela revelação, segundo a qual Deus dá a conhecer Sua realidade aos homens; isso exclui a aparição a Moisés e acontecimentos como o nascimento, vida e morte de Jesus Cristo, ou ainda as palavras de um anjo, como diz o Alcorão. Jammer diz ainda que a idéia da religião surgindo do medo não é de Einstein, ainda que provavelmente ele não tenha lido os autores que falaram disso antes dele.

O segundo estágio, ele escreveu, foi a “concepção social ou moral de Deus”, decorrente do “desejo de orientação, amor e apoio”. É o Deus que premia e castiga, ao qual ele já havia se referido anteriormente. Einstein via no Antigo e no Novo Testamentos uma ilustração admirável dessa transição de uma religião do medo para a religião da moral, ainda ligada a uma concepção antropomórfica de Deus.

O terceiro estágio Einstein chamou de “sentimento religioso cósmico” e, segundo explicou, é um conceito muito difícil de elucidar para as pessoas que não têm esse sentimento, uma vez que ele não comporta qualquer concepção antropomórfica de Deus. Ele disse que “os gênios religiosos de todas as épocas distinguiram-se por esse tipo de sentimento religioso, que não conhece nenhum dogma e nenhum Deus concebido à imagem do homem; não pode haver uma Igreja cujos ensinamentos centrais se baseiem nele. Assim, é entre os hereges de todas as eras que vamos encontrar homens que estiveram repletos desse tipo mais elevado de sentimento religioso, e que, em muito casos, forma encarados por seus contemporâneos ora como ateus, ora como santos. Vistos por esse prisma, homens como Demócrito, Francisco de Assis e Espinosa assemelham-se muito”.



APESAR DE TANTAS DEMONSTRAÇÕES DE QUE NÃO ERA ATEU, mas que via a religiosidade de uma forma particular, até recentemente Einstein era citado como um ateu. Numa conversa como príncipe Hubertus de Löwenstein, disse que o que realmente o aborrecia era que as pessoas que não acreditam em Deus viviam citando-o para corroborar suas idéias. Jammer cita um livro popular sobre a vida do cientista, publicado em 1998, em que surge a frase “ele (Einstein) foi ateu a vida inteira”, apesar de uma citação de Einstein no mesmo livro contradizer essa afirmação: “O Divino se revela no mundo físico”.

O maior problema parece ser mesmo a dificuldade das demais religiões em aceitar uma religião na qual as instituições e os dogmas perdem os sentido. Elas não aceitam essa situação, como não podem aceitar um homem que diz que “se você ora a Deus e Lhe pede algum beneficio, não é um homem religioso”.

Einstein não desrespeitava as religiões estabelecidas, mas apenas não concordava com elas. Jammer diz que ele venerava os fundadores das grandes religiões, e isso pode ser visto numa mensagem que enviou à Conferencia Nacional de Cristãos e Judeus, em 1947. “Se os fieis das religiões atuais”, escreveu Einstein, “tentassem sinceramente pensar e agir segundo o espírito dos fundadores dessas religiões, não existiria nenhuma hostilidade de base religiosa entre os seguidores dos diferentes credos. Até os conflitos no âmbito da religião seriam denunciados como insignificantes”.

Hoje em dia, muitos religiosos dizem exatamente isso, tendo em vista a situação explosiva em que p mundo se encontra, em grande parte devido a conflitos religiosos. Na religião de Einstein, os conflitos seriam impossíveis de existir.