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domingo, 2 de outubro de 2022

Deus existe e ponto final!

 


Romanos 1:20: “Porque os atributos invisíveis de Deus, assim o seu eterno poder, como também a sua própria divindade, claramente se reconhecem, desde o princípio do mundo, sendo percebidos por meio das coisas que foram criadas. Tais homens são, por isso, indesculpáveis”.



O universo é uma imensa engrenagem, sua complexidade é incomensurável e inegável, não existe similar.


Entretanto, será que existe inteligência nessa complexidade?


E se tiver?


Complexidade é resultado de organização e organização é resultado de inteligência, correto?


Inteligência surge sozinha?


Afinal, quem criou e organizou tudo? Quem estabeleceu esses padrões imutáveis, essa lógica minuciosa e tão bem estabelecida que até a mente humana, com o tempo, tem conseguido estudar e compreender?



Sendo fruto do acaso, como dizem, não deveria ser uma bagunça?


Muita coisa, porém, é explicável matematicamente, não é?


Essa precisão matemática não comprovaria o caráter planejado do universo? Como se feito por um engenheiro detalhista e muito inteligente? Afinal, matemática é lógica e a lógica é racional. Essa lógica, aliás, torna possível o estudo da criação pela mente humana, pois caso tudo tivesse sido criado pelo acaso, então o universo seria um completo caos, e portanto, não seria possível estudá-lo e, em verdade, nem teria se formado.


Veja bem, uma pedra jogada pra cima vai cair, correto? SEMPRE cairá! Se não houvesse ordem, a pedra poderia continuar subindo sem parar, poderia ir para esquerda ou direita em vez de subir, por exemplo.



Tudo no universo é matematicamente explicável, perfeito. A matemática não é uma ciência intuitiva, mas lógica pura, afinal, 2+2 sempre vai ser 4.


Não dizem, alguns, que a matemática é a linguagem de Deus?


A lógica, se bem aplicada, leva-nos à ordem. 


É impossível negar que exista ordem na estrutura do cosmo.


A existência de leis naturais comprova isso.


O equilíbrio ambiental, por exemplo, segue um padrão lógico e definido, assim como as marés, o movimento de rotação e translação da Terra e por aí vai. Nada teria sentido se não houvesse leis regendo tudo.

O acaso pode conceber a beleza?


Além disso, se não houvesse inteligência no universo, então também não haveria beleza: a beleza de uma flor, de uma bela mulher, de uma cachoeira, de uma estrela no céu.


Alguém achou bonito.


Existe inteligência e planejamento em toda criação, isso é inegável, além de um evidente bom gosto.


Deus existe ou não?


Vamos refletir juntos.



1 – Big Bang



Para dar mais substância à presente argumentação (demasiado longa, reconheço), comecemos pelo Big Bang, a Grande Explosão.


Antes de tudo, é importante entender que os cientistas não criam sistemas, mas os descobrem, pois com o desenvolvimento das descobertas humanas, a estrutura do universo e sua ordem têm se revelado deixando esses sistemas, e sua lógica inquestionável, evidentes. A essas descobertas os cientistas dão diversos nomes e elaboram diversas teorias para explicá-las, entretanto, como dito acima, eles não as criam, apenas nomeiam o que sempre existiu e criam fórmulas e teorias para melhor explicar o que descobrem.

Eram assim os répteis?


Um exemplo é a classificação dos seres vivos, afinal, um réptil passou a ser um réptil apenas quando lhe deram esse nome? Antes disso ele mamava leitinho e vivia em colmeia? É óbvio que não. O homem apenas nomeou e categorizou os animais que existem, ele não cria coisa alguma.


Outro exemplo é a gravidade, ela apenas surgiu com Newton? Não existia antes? Newton é alguma divindade que a criou ou apenas um cientista que a estudou?


Compreende, caro leitor?


Não é diferente com o Big Bang.

Georges Lemaître

De forma simplificada, tudo se inicia com Albert Einstein (1879 – 1955) e sua teoria da Relatividade Geral. Apesar de ele acreditar que o Universo era estacionário, seus cálculos serviram para comprovar que o Universo está em constante expansão. A partir disso, Georges-Henri Édouard Lemaître (1894 – 1966), físico e padre belga, e Alexander Alexandrovich Friedmann (1888 – 1925), matemático russo, com base nos estudos de Einstein, concluíram que o universo realmente estava se expandindo (Lemaître usou principalmente a Física, enquanto Friedmann, a matemática). Depois veio Edwin Powell Hubble (1889 – 1953) e comprovou o que esses cientistas anteriores haviam deduzido de forma teórica.

Alexander Friedmann


Lemaître concluiu seu trabalho primeiro, por isso, é atribuída a ele a autoria da teoria do Big Bang, sendo dele também a ideia de átomo primordial.


Caro leitor, percebeu como mentes trabalhando separadamente, e com métodos diferentes, podem chegar à mesma conclusão? Como no caso de Lemaître  e Friedmann?


A verdade é apenas uma, não é criada, só precisa ser descoberta.


George Anthony Gamov (1904 – 1968), ucraniano naturalizado estadunidense, conhecido como George Gamow, contribuiu para essa teoria ao estudar sobre a formação dos átomos de hidrogênio e hélio, sendo o autor do modelo atual do Big Bang, onde um universo primordial (ou átomo primordial, segundo Lemaître) muito pequeno, quente e denso, passou a se expandir e esfriar. No instante inicial o volume seria nulo, o que caracteriza a chamada singularidade inicial, onde toda a matéria existente estaria concentrada em um ponto de densidade infinita.



Ou seja, o Universo está expandindo a partir de um ponto de origem, pois em algum momento na História, ele esteve inteiramente concentrado no mesmo lugar, uma partícula, que tinha muita energia e era muito quente.


Assim, antes de Tudo já existira algo, nunca houve o Nada.



Após a grande explosão, essa energia se expandiu (e continua a expandir-se). Mas como energia poderia virar matéria? Afinal, é preciso matéria para formar estrelas. Isso pode ser explicado pela equação E=m.c², elaborada por Einstein, em que energia e matéria se equivalem. Doravante, a energia se expandiu e começou a esfriar, mas tudo era apenas composto por partículas subatômicas, como quarks, mésons e neutrinos, que depois começaram a se juntar, formando os átomos, e com o passar do tempo, essas partículas aglutinaram-se cada vez mais até formarem planetas, estrelas, galáxias e tudo mais.


Percebeu como tudo seguiu uma ordem que deu certo?



Muitos ateus modernos tentam utilizar-se dessa teoria para negar a necessidade de um criador, entretanto ela não responde tudo. A expansão do universo, o afastamento das galáxias e etc., até fazem sentido, pois realmente tudo foi criado no mesmo lugar e em seguida começou a expandir-se, essa ideia não se opõe à existência de Deus.


Mas a explosão não encaixa, afinal, o que explodiu?


Mesmo que algum cientista negue essa explosão inicial algum dia, o problema permanece, pois quem idealizou e sistematizou essa expansão e ainda criou a matéria? De onde vieram as regras que o universo é obrigado a seguir? Regras como as leis da física, da química, da gravidade e etc? Se o acaso é a origem de tudo, então o caos absoluto deveria ser a única realidade plausível, não é?


Por que a Terra gira em torno do sol? O acaso pode explicar? Por que não sai por aí vagando pelo espaço ou não é engolida pelo próprio Sol? Afinal o caos é a desordem absoluta, a ausência total de sentido, lógica ou equilíbrio.

Caos e Ordem


Entretanto, essa desordem não é observada, pois o universo não precisa parar para que um técnico venha consertá-lo, ele próprio se conserta. É semelhante ao sistema imunológico de um organismo vivo, por exemplo. Existe um visível e inegável sistema de gerenciamento do universo, pois a capacidade de gerenciar-se, que é uma característica evidente em todo o universo, deixa óbvio a existência de ordem e sentido em sua estrutura, um propósito para cada detalhe.


Se o acaso desse origem à ordem, sem uma mente para lhe dar um propósito, então bastaria uma explosão em um ferro-velho pra dar origem a um carro completo e funcionando.



Imagine um monte aleatório de pedras. O que ele é? Um monte aleatório de pedras e mais nada, não é? Entretanto, se um engenheiro competente juntasse essas pedras para construir um castelo, então essas pedras passariam a ter uam forma, um sentido e um propósito.


Ainda seguindo esse raciocínio, imagine um bloco enorme de pedra. O que ele é? Apenas um bloco e mais nada, mas se um escultor habilidoso esculpir uma estátua de Afrodite, o que será? Será arte, pois haverá beleza, sentido e um propósito também.

Afrodite


Não tem como haver propósito no acaso, pois o propósito é fruto de uma ação consciente, afinal propósito significa intenção, finalidade. Se existe uma ação proposital buscando atingir determinado fim, então existiu uma motivação anterior, plenamente consciente, para a realização dessa ação.


O sol tem sua finalidade, a Lua idem, a atmosfera, a gravidade… E por aí vai.


Tudo em ordem, equilíbrio e beleza também.


Beleza?



Acredito que todos, cientistas ou leigos, podem ver a incontestável beleza e harmonia artística do conjunto humano, por exemplo. O rosto com seus cabelos, os olhos com as sobrancelhas, as mãos com as unhas, as formas arredondadas de braços e pernas e suas perfeitas proporções.


Podemos perceber algo interessante nessa reflexão…, existe beleza por que alguém julgou que é belo, entende? Como um artista ao criar sua obra-prima. Veja bem, beleza e harmonia são detalhes exteriores, não são? Só podem ser observadas de fora deixando óbvia a existência de um observador externo na criação do ser humano, um executor racional, que estando fora da criação, via e moldava todo o corpo enquanto lhe dava vida.



Deus viu a beleza de uma flor, um riacho cristalino cheio de peixes, o sorriso feliz de uma criança.


Uma mente racional que observou de fora e viu que ficou bom.


Quanto mais bruta for a pessoa, mas indiferente à beleza ela será, quanto mais inteligente e esclarecida, então ocorre o contrário.


Existe beleza na criação, logo, existe inteligência nela.


2 – Leis do Universo



Nosso assunto, porém, ainda não acabou.


Muitas coisas no universo e na natureza ainda não foram totalmente explicadas, mas uma coisa é certa: tudo segue um padrão, tudo segue alguma regra e nada fica fora disso, logo, o Big Bang não tem poder para explicar coisa alguma, pois não é um agente racional, é uma explosão!


Vamos pensar juntos, caríssimo leitor!

Câmara dos deputados


Utilizaremos o Congresso Nacional como exemplo.


O que é necessário para que nossos deputados e senadores criem uma lei? (Não vou usar aqui “juridiquês” algum, mas apenas uma descrição bem simplificada e intuitiva, pois o propósito aqui é outro).


Antes de tudo deve-se verificar se uma nova lei é realmente necessária, pois não são criadas sem um bom motivo que justifique sua existência. Assim, após constatar a necessidade de uma lei, então toma-se a decisão de criá-la. Após a criação do Projeto de Lei (PL), por parte de algum parlamentar, então o PL vai para discussão e planejamento, pois é preciso determinar de forma clara qual o alcance da lei e suas consequências, qual interesse deve defender ou restringir e, além disso, a linguagem deve ser exata para não haver ambiguidades. É um processo altamente racional, e mesmo assim, existem leis com falhas.


É fácil perceber que as leis da natureza seguem esses mesmos princípios, não é? Pois elas também foram “elaboradas” para atingir determinada finalidade, um propósito.


Sejamos francos, um universo irracional conseguiria decidir sobre aquilo que é melhor pra ele a ponto de criar leis necessárias à sua própria manutenção?


Quando atiramos uma pedra para o alto ela cairá, não é? Foi assim ontem, é assim hoje e será assim amanhã e sempre.



Essa é a gravidade, ela é uma regra.


Tem como negar que ela tem uma razão de existir, que sua existência não é aleatória, mas faz parte da estrutura do próprio universo? É evidente que segue uma ordem pré-definida e imutável. São regras assim que impedem que a desordem reine, o caos, logo, como o acaso poderia ter criado leis?


A natureza, sendo ela irracional e sem consciência própria, poderia elaborar uma lei necessária à manutenção da vida e ainda garantir o cumprimento dessa lei de forma infalível? Uma natureza irracional ainda poderia ter a ideia (e a iniciativa) de sujeitar tudo a essa lei, tornando-a obrigatória?


Assim, podemos concluir que fica difícil afirmar que uma lei natural surge ao acaso. É difícil pensar que as leis da física, química e gravidade surgiram simplesmente por causa de uma explosão.



BUUMMM!!


Alguém decidiu criá-las, apenas um ser consciente e inteligente pode elaborar, planejar e decidir alguma coisa, pois só uma ação consciente transforma o caos em ordem.


Esse alguém, em certo momento, no passado remoto, criou tudo de uma vez, em um único ponto (o átomo primordial de Lemaître). Toda a matéria existente estava lá e todas as regras necessárias para seu desenvolvimento e expansão também. Essas regras são o sistema de controle/gerenciamento que deram ao universo a forma que tem hoje.


Existem leis químicas, físicas e etc. Leis não surgem sozinhas e muito menos um sistema obrigatório, imutável, infalível e perfeito.


Esse alguém só pode ser Deus.


3 – Deus é um programador?



Veja só…


Conhece a trilogia Matrix? (Na verdade é uma quadrilogia, mas, pra mim, o quarto filme nada tem a ver com a proposta inicial).


A história vivida pelos personagens se passa, em grande parte, em um mundo virtual criado por máquinas conscientes, onde a nossa realidade é simulada perfeitamente. Esse “mundo” chama-se Matrix.



Não pretendo discutir aqui a trama na trilogia original, mas desejo chamar sua atenção, caro leitor, para um determinado ponto.


No segundo filme da trilogia, Neo, o protagonista (interpretado por Keanu Reeves), conversava com a Oráculo em uma praça neste mundo virtual hiper-realista. Ele questionava sobre coisas envolvendo a Matrix e seu próprio destino, mas aí, em sua resposta a ele, ela começou a descrever-lhe a própria Matrix, onde dizia que um programa foi escrito para gerenciar o vento nas árvores, outro para gerenciar os pássaros que voavam, enfim, havia diversos programas criados para gerenciar os diversos aspectos da vida naquela realidade.


Pegou a ideia?


Trazendo para a nossa realidade, podemos ver que ela também possui “programas” que a gerenciam.



A gravidade, por exemplo, é um “programa” eficiente de gerenciamento, age com inteligência e competência, não é? Assim como o Word é um aplicativo que possui diversos programas para funcionar (letra maiúscula, minúscula, negrito e etc.), a gravidade também é um tipo de aplicativo para que a Terra gire em torno do sol em vez de viajar de forma errante pelo cosmo.


Tá entendendo?


Para que um sistema funcione, programas são criados e não podem ser alterados ou entrar em conflitos entre si, afinal, precisam funcionar em harmonia com os outros programas. Como um programa não pode criar a si mesmo e nem dar a si um propósito, então é necessário uma mente externa decidindo e coordenando tudo.


Tem de existir um programador!


Assim como ocorrem com as leis, um programa, pra ser criado, precisa que alguém defina a sua necessidade e o instale. Nada disso pode ocorrer sem uma ação consciente externa, fruto de muita reflexão ao criar o programa dando-lhe um propósito, seguido da decisão consciente de instalá-lo.


A gravidade faz o que faz porque é necessário que seja assim, isso foi definido por alguém.


Concluindo, a imposição de uma Lei ou a criação de um programa não podem ocorrer sem uma ação consciente, pois é necessário a intenção de alguém em regular e gerenciar algo, pois um universo irracional jamais poderia “refletir” e concluir que regras são necessárias para a manutenção e gerenciamento de si mesmo.


4 – Vida



E a vida?


Ninguém sabe como tornar algo vivo ou ressuscitá-lo, não é?


Observe:


Imagine uma pessoa saudável com tudo funcionando direitinho, mas aí descobre que apenas seu coração não está bem. Apesar de muitas intervenções cirúrgicas, o pior acontece: essa pessoa falece, pois seu coração não aguentou.


Amigo leitor, basta fazer um transplante de coração para que essa pessoa viva novamente?


Não, não é possível. Se o coração é trocado quando a pessoa ainda está viva, então é possível salvá-la, mas se morreu, então não adianta mais.


Por quê é assim?



Simples, ninguém tem ideia de como a vida surge. No entanto, sabe-se o que fazer para mantê-la, ou seja, para deixar alguém vivo, os médicos sabem quais medicamentos usar, por exemplo, além de cirurgias, transplantes e etc. Mas cientista algum descobriu como iniciá-la ou reiniciá-la, pois ela não depende de fatores externos para existir.


A vida não é como um planeta, onde basta seguir as leis da física para que se forme, a vida não é uma consequência da natureza.


Reflita comigo:


Suponhamos, amigo leitor, que realmente façam um transplante de coração para a pessoa do exemplo acima, mesmo estando “mortinha da silva”.


O que teríamos?



Tecnicamente falando teríamos uma pessoa cem por cento saudável, não é? Mas continuaria morta.


Um corpo saudável e vivo ou um corpo saudável e morto possuem a mesma quantidade de células, a única diferença é a vida.


Caso alguém tenha morrido por algum mal (não importa qual), e o mal que o levou à morte fosse corrigido, ainda assim, ele continuaria morto. Ninguém pode tornar algo vivo novamente, só Deus pode.


Mas de onde a vida vem?


Ninguém sabe.


Ou melhor, quase ninguém, pois é Deus, e somente Ele, quem concede a vida. Dizem que nada há de sobrenatural no mundo, mas a vida é um dom sobrenatural e inexplicável. A vida, leitor amigo, é a ação direta dEle em nosso mundo e a prova de que o Criador não é indiferente a nós e nem a este planetinha que criou.


Alguns dizem que se Deus é tão poderoso, então por que se importaria conosco?



Ele se importa porque estamos vivos, o que adianta um universo imenso e sem vida? Pois não é o universo a obra-prima de Deus, mas a vida, querido leitor. A tua vida, a minha vida, a vida humana.


A vida é tão importante pra Deus que só ele pode fazê-la surgir.


E a vida humana é mais importante ainda, pois o Altíssimo nos deu Jesus Cristo (como veremos em futuras publicações). Por isso, Deus conhece a cada um de nós, pois nos deu vida pessoalmente.



No exemplo acima podemos ver como a vida é singular em relação a tudo o mais que foi criado por Deus, afinal, ela foi criada perfeita, pois ou está vivo ou está morto, não existem mortos-vivos. A vida, muitas vezes, pode ocupar um corpo defeituoso, mas independente disso, vida é vida.


Falando nisso, doenças também fazem parte desse harmonia, no caso, o equilíbrio da vida. Pois se não houvesse doenças, ninguém morreria, assim, imagine bilhões de anos com seres imortais se reproduzindo, teriam que existir centenas ou milhares de planetas como a Terra para comportar todos os seres vivos de todos os tempos, logo, existe lógica no controle de natalidade existente na natureza. Até mesmo na morte de uma estrela, através de uma Supernova, existe um propósito, afinal, tudo morre. Inclusive o nosso Sol vai se tornar uma supernova em algum momento no futuro.


Tudo tem começo, meio e fim e isso TAMBÉM é uma lei da natureza e nada fica fora dela. O Sol, por mais desolador que seja, também vai morrer um dia. É triste, mas faz parte.


A perfeição está no sistema, no modo como tudo funciona, pois tudo tem uma razão de ser, existe um propósito para todas as coisas, até para a morte.



5 – Deuses



Diante de tudo que foi dito até aqui, pense bem, podemos especular que a existência de vários deuses seria desnecessária? Para que tudo seja criado, basta apenas UM Deus.


Vamos ver…


O universo é infinito, suas leis abrangem-no totalmente e nada fica fora. Se o universo tivesse sido criado por vários deuses, então, significaria que apenas um deles não teria poder suficiente para fazer tudo sozinho, correto? Daí a necessidade de vários outros, não é?


Mas aí é que está o problema, pois o universo é infinito, logo, para criá-lo, precisaria de um poder infinito também. Se um deus não tivesse esse poder infinito, tornando-o incapaz de criar tudo sozinho, isso deixaria evidente a sua limitação, pois seu poder, não importando o tamanho dele, não seria infinito, mas finito. Nesse caso, seria necessário então reunir mais deuses com ele para criar o universo.

Várias galáxias


Seria a junção de vários seres poderosos, porém finitos também.


Finito mais finito não se torna infinito, logo, mesmo sendo milhares ou milhões de deuses, nem assim, teriam poder suficiente para criar um universo infinito. Assim, bastaria apenas UM poder infinito para criar tudo.


Nosso Deus tem poder infinito, assim, Ele basta.


Nosso criador é maior que sua criação.



Diante disso, caso deuses existissem, como o panteão grego, por exemplo, esses deuses seriam menores que a criação, e portanto, fariam parte dela e estariam sujeitos às leis do universo, assim como nós. Por isso, caso eles realmente existissem, também seriam criação do único Deus.


Assim, tem todo o sentido dizer que o Altíssimo é o Deus dos deuses.


6 – Deus



Apesar de herege (como pode ser visto aqui), certa vez o ex-pastor Caio Fábio disse algo interessante: ele disse que Deus não existe, Ele é (como pode ser visto aqui).


O que ele quis dizer com isso?


Vou explicar…


A realidade (ou o universo) que conhecemos, por ter sido feita pelo Altíssimo, é inferior a Ele, por isso, Deus é maior do que ela e não pode estar contido nela, assim, Ele está FORA da realidade (do universo, do cosmo e etc), logo, não importa o que a física, química ou biologia digam, se Deus está fora do que podemos mensurar, então, para a ciência, Deus não existe.



Veja bem..., se a existência de Deus pudesse ser provada dentro de um laboratório, então Deus não seria Deus, mas um ser cósmico, que estaria contido neste universo e que teria sido criado junto com ele, e não o seu criador, pois estaria sujeito às mesmas leis naturais que nós.


Mas de onde Deus veio, então?


Impossível saber.


Como dito anteriormente, Deus é o criador da realidade, logo, ele está fora dela, pois é maior que ela. Se a própria natureza ainda possui muitos mistérios, o que poderíamos dizer sobre o seu criador?



A mente humana só consegue raciocinar a partir daquilo que pode ser usado como referência. Por exemplo, é impossível sabermos como o céu de fato é, por essa razão, a Bíblia refere-se ao céu como um paraíso, como um lugar com ruas de ouro e etc. Essa é obviamente uma linguagem simbólica, pois a partir dessas coisas boas, podemos elaborar uma descrição metafórica do céu. Entretanto, não podemos esquecer que o Paraíso não faz parte de nossa realidade, logo, é óbvio que essa descrição não pode ser literal, pois, com certeza a realidade do céu vai muito além de nossa percepção, imaginação ou capacidade para definir beleza, paz e etc.


O mesmo vale para o inferno.



Quando a Bíblia fala sobre fogo, enxofre e vermes que nunca morrem, essa descrição também não é literal, pois são apenas alegorias para que entendamos que o inferno é ruim. Ou seja, o inferno, de fato, é muito pior que isso.


Assim, obviamente, em relação ao nosso criador, nada existe em nosso universo que possa ser usado como referência para que saibamos o que Ele realmente é.


Além disso, tudo que faz parte de nossa realidade (inclusive nós mesmos, lembrando), obrigatoriamente, tem começo, meio e fim, assim, em nosso entendimento reduzido, acreditamos que tudo deve seguir esse mesmo princípio, inclusive Deus.


Entretanto, é importante que fique claro que, para NÓS, tudo começa e tudo acaba, mas essa é a NOSSA realidade, Deus não faz parte dela, lembra? Pois foi Ele quem a criou.


Deus criou todas as coisas, incluindo o tempo e o espaço, por causa disso, antes da criação não havia tempo, e portanto, não tem sentido falar em “antes” e “depois”. O espaço, da mesma forma, por isso não tem sentido perguntar “onde” Ele estava.


Há perguntas que só obteremos as respostas quando estivermos na presença do próprio Criador.


Só Ele sabe sobre si, por isso, é impossível conjecturarmos sobre quem Deus é.


Apenas sabemos que Ele existe e isso é impossível negar.





Christian Brito


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sábado, 1 de outubro de 2022

O aborto é crime e ponto final.


 

ABORTO É CRIME!!!!


Acompanhe o seguinte raciocínio: 


Sabemos que qualquer assassinato é crime, logo, se alguém matar um homem de 40 anos, será crime, correto?


Mas, suponhamos que alguém pegue um DeLorean e volte no tempo para matar esse homem, mas quando ele tinha apenas 15 anos. Ainda será crime, certo?


Mas e se o criminoso voltasse ainda mais no tempo para matar esse homem quando tinha apenas 4 anos? Ainda seria um crime, não é?


Mas, veja só, se ele voltasse muito no tempo a ponto de matar, esse mesmo homem, na barriga de sua mãe, convencendo-a a fazer um aborto!

 

Segundo a galera "canhota", não seria crime.


Mas por que não seria? Essa é a questão!


Afinal estamos falando do mesmo homem, o mesmo DNA, enfim, a mesma vida. Não importa a idade, pois sempre vai ser o mesmo indivíduo.


Eu fui um feto um dia (e você também), se sou humano hoje, então não era um ET no passado, mas tão humano quanto agora.


É óbvio que aborto é assassinato.


É isso.

 

Christian Brito 

 

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Não existem culpados


 


ATUALMENTE, segundo a ESQUERDA (que manda e desmanda na cultura brasileira), quem faz merda não pode ser responsabilizado pelas merdas que fez, porém, quem não faz merda deve ser culpado pelas merdas que outros fizeram no passado ou no presente.


Vamos entender:


O camarada é um bandido e assassino, mas não pode ser culpado por nada, pois é uma vítima da sociedade.


O moleque atentado e sem educação, que não aceita um NÃO dos pais, também não é culpado, pois é um coitadinho que precisa de ajuda psicológica.


A mulher optou por ser prostituta, e gosta do que faz, mas não é uma vagabunda, pois é uma vítima do machismo.


Um cidadão, por ser drogado, precisa roubar para sustentar seu vício, mas não é culpa dele, por isso é vítima de preconceito e falta de esclarecimento da sociedade.


A fulana quer matar seu bebê na barriga, para poder continuar com a putaria, pois considerada o aborto como um método anticoncepcional, como outro qualquer, mas não é uma assassina, na verdade, é uma vítima do machismo, da religião, do conservadorismo e etc.


E por aí vai.


Ninguém é responsável por absurdo algum que faça.


Mas quem não comete absurdo algum, esse é o verdadeiro culpado, pois se surgir um cidadão qualquer dizendo que seu tataravô foi escravo e apanhou muito, então TODO MUNDO é culpado e devem dar a ELE uma reparação por tudo, assim, quem NÃO bateu deve ser criminalizado por quem NÃO apanhou.


Percebeu como parece que tem alguma coisa errada?


Tudo isso acontece na nossa cara, sabe por que?


Por que nós, que somos os "intolerantes", é que toleramos tudo isso, calados!


E ainda pagamos a conta.


Christian Brito

 

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sábado, 13 de novembro de 2021

O mundo jaz no maligno





 Quem é o nosso verdadeiro inimigo?


Já reparou que o diabo é citado poucas vezes no Antigo Testamento?


Para entendermos bem sobre a ação do diabo nos dias de hoje, precisamos primeiramente entender que o homem piorou após a vinda de Cristo (estranho, né?).


Conforme veremos hoje, a ação maligna é maior em nossos dias, pois no passado ainda não havia o evangelho, assim, Satanás só tinha que se preocupar com Israel e não com um evangelismo global.



Isso faz com que a Igreja de Cristo seja o único inimigo de Satanás em nossos dias. 


Além disso, ao contrário do que muitas vezes ouvimos, não é o homem o grande vilão deste mundo, deste tempo, mas o diabo. Contraditoriamente, porém, esse perigoso inimigo é ignorado nos dias de hoje, pois, estranhamente, muitos vivem como se ele fosse inofensivo, inoperante ou como se não existisse.


Ponto pra ele, pois isso significa que ele está tendo sucesso em seu trabalho, pois o pior inimigo é o inimigo ignorado, pois contra ele ninguém levanta defesas.


Muitos se esquecem que ele é o pai da mentira (Joao 8.44), ou seja, ele não vai agir debaixo de holofotes, na cara de todo mundo! E nem vai aparecer com chifres e tridentes, mas como um anjo de luz (2 Coríntios 11.14).


Ele sempre vai mentir, enganar, manipular. Ele pode fazer com que as pessoas trabalhem para ele pensando que estão fazendo o bem, sendo tolerantes, odiando as pessoas certas, pregando o amor e etc.



Ele é especialista em camuflar a sua ação e a sua presença, entretanto o mundo jaz no maligno (1 João 5.19), ou seja, o mundo TODO está sob seu poder. Os filhos de Deus são os únicos que estão fora de seu domínio, logo, são seus adversários e o principal alvo de seu ódio.


Hoje vamos estudar juntos sobre quem ele é e como nos protegermos dele, pois o leão está ao derredor buscando a quem possa devorar (1 Pedro 5.8).


Vamos lá!



1. O mal no homem


a. O pecado



O tema central da publicação de hoje é o maligno, mas não podemos ignorar obviamente o pecado humano, cujo assunto foi tratado aqui de forma mais aprofundada. O homem não é inocente diante de Deus, caso o diabo não existisse, o pecado continuaria mandando pessoas para o inferno do mesmo modo.


Nem tudo é culpa do diabo, muita coisa é culpa nossa, mesmo. Como diz em Romanos 3.10-12: “Como está escrito: ‘Não há nenhum justo, nem um sequer; não há ninguém que entenda, ninguém que busque a Deus. Todos se desviaram, tornaram-se juntamente inúteis; não há ninguém que faça o bem, não há nem um sequer’”.



b. O diabo



Porém, nem tudo é culpa do homem também, pois a ação maligna é muito mais presente do que imaginamos (ou admitimos) e essa ignorância muitas vezes nos serve de laço mortal.


E é sobre isso que vamos estudar hoje.


1 Pedro 5.8: “Sede sóbrios e vigilantes. O diabo, vosso adversário, anda em derredor, como leão que ruge procurando alguém para devorar (…)”.



2. Vivemos os últimos dias



Para entrarmos no assunto sobre o maligno, como mencionado na introdução, precisamos primeiramente entender que o homem piorou após a vinda de Cristo. O pecado se multiplicou e essa é, entretanto, uma evidência dos últimos dias.


Veja o que diz Atos 2.16-17: “16 Mas o que ocorre é o que foi dito por intermédio do profeta Joel: 17 E acontecerá nos últimos dias, diz o Senhor, que derramarei do meu Espírito sobre toda a carne (…)”.



No discurso acima o apóstolo Pedro cita uma profecia do profeta Joel (Joel 2.28-32), que viveu cerca de 400 anos antes desse discurso, onde na ocasião o profeta falara sobre a descida do Espírito Santo como um evento para o futuro. Pedro entretanto confirma o cumprimento dessa profecia em seus dias, logo após a crucificação de Cristo, e acrescenta que tal fato refere-se ao início dos últimos dias. Assim, o evento conhecido como Últimos Dias teve início nos dias dos apóstolos, ou seja, há dois mil anos (para mais detalhes sobre essa questão dos últimos dias, sugiro uma lidinha aqui).


A descida do Espírito Santo dividiu os homens em salvos e não salvos, além de promover uma ação ativa da Igreja pelo mundo, que é algo que Israel não fazia. A consequência direta disso é que o homem mundano ficou pior, realmente pior, pois o pecado ficou mais intenso.


Vamos entender:



Veja o que o apóstolo Paulo afirma em 2 Timóteo 3.1-5:

“1 Sabe, porém, isto: que nos últimos dias sobrevirão tempos trabalhosos.

2 Porque haverá homens amantes de si mesmos, avarentos, presunçosos, soberbos, blasfemos, desobedientes a pais e mães, ingratos, profanos, 3 Sem afeto natural, irreconciliáveis, caluniadores, incontinentes, cruéis, sem amor para com os bons, 4 Traidores, obstinados, orgulhosos, mais amigos dos deleites do que amigos de Deus, 5 Tendo aparência de piedade, mas negando a eficácia dela. Destes afasta-te”.


Paulo descreve como serão os homens nos últimos dias: ainda mais pecadores, e pede a Timóteo que se afaste deles. Paulo não pede que Timóteo se afaste desses homens maus no futuro, como se suas palavras ainda fossem se cumprir, mas no presente: “Destes afasta-te”, pois tais homens já existiam, ou seja, os últimos dias já estavam valendo, confirmando o que Pedro dissera.


Mas o que isso tem a ver com o maligno?



3. O diabo tornou o homem pior

Diabão Praddo e a sua esposa a Mulher Demônia


Como vimos acima, os últimos dias se caracterizam pela presença do Espírito Santo no mundo e, por consequência, a Igreja de Cristo atuando de forma global, logo, o maligno vê seu domínio sendo desafiado e seu próprio fim como consequência, é óbvio que isso leva a uma reação e essa reação é a corrupção do homem fazendo com que se torne pior, ainda mais pecador, pois só existe uma origem para o pecado, como vemos em:


1 João 3.8: “Aquele que pratica o pecado procede do diabo, porque o diabo vive pecando desde o princípio. Para isto se manifestou o Filho de Deus: para destruir as obras do diabo”.


O filho de Deus se manifestou para destruir as obras do diabo, que só podem ser realizadas através do pecado humano, afinal, o texto é claro em dizer: “Aquele que pratica o pecado procede do diabo (…)”.


Há alguma dúvida quanto a isso?


É assim desde o início, desde o Éden, através da serpente.


Adão e Eva pecaram na ocasião?



Sim, obviamente, e foram devidamente responsabilizados, mas e se não existisse o diabo teriam pecado? Essa é a questão.


O pecado do homem vem primeiramente pela ação maligna, pois o diabo a todos tenta, cabe ao homem resistir a ele (Tiago 4.7). Entretanto sem a ação do Espírito Santo, o pecado no homem torna essa resistência mais difícil, por isso que o pecado se multiplicou no mundo.


Isso faz com que o mundo seja nosso grande inimigo? Afinal muitos dizem que temos três inimigos: o pecado, o diabo e o mundo.


Discordo, com todo o respeito, pois temos apenas dois inimigos, no caso: o pecado e o diabo. Sendo o diabo o pior deles.


O mundo não é um inimigo à parte, pois o mundo jaz no maligno, ou seja, é o diabo quem age através do mundo.



4. O diabo é o deus deste tempo



O controle de Satanás neste mundo é total e esse controle está além da capacidade humana de resistir.


2 Coríntios 4.4: “Nos quais o deus deste século cegou os entendimentos dos incrédulos, para que lhes não resplandeça a luz do evangelho da glória de Cristo, que é a imagem de Deus”.


a. A intensidade do mal



Sempre houve crueldade no mundo, mas já reparou que muitas vezes a maldade assume uma intensidade difícil de entender? Stalin, por exemplo, matou mais de 20 milhões de pessoas dentre seu próprio povo e em tempo de paz, não estava havendo guerras ou revoluções naqueles dias na URSS.


Pessoalmente o que ele realmente ganhou com isso? Pois o que motiva uma pessoa a fazer o mal é a possibilidade de ganhar algo em troca, algo que valha a pena. O que Stalin ganhou com tantos milhões de mortos, sendo a maioria gente comum?


O mesmo vale para a Venezuela de Maduro, o que ele realmente ganha matando seu próprio povo de fome?


O mal como fruto direto de uma ação maligna vai além do homem, vai além de gerações, inclusive.


b. A influência do mal



Vamos usar como exemplo a revolução cultural, que nos está sendo imposta nos dias de hoje, tendo como carro-chefe a revolução sexual, cujo objetivo final é a corrupção completa do ser humano.


Tudo começou com o movimento de Contracultura nos anos de 1960? Não, a revolução sexual, como um conceito bem definido culturalmente e politicamente, passou a assumir características modernas na Revolução Francesa, pois aquela revolução também foi sexual (esse assunto é muito bem desenvolvido em Libido Dominandi de E. Michael Jones, Vide Editorial) e desde lá todo esse conceito de subversão e desconfiguração da sexualidade humana vem evoluindo camada por camada.


Podemos ver claramente um desenvolvimento dirigido do tema ao longo do tempo, primeiramente pela definição dos conceitos envolvidos e, malignamente, no aprimoramento da forma de doutrinar o povo, ou indo além, nos métodos para impor esses conceitos, pois, afinal, é uma REVOLUÇÃO!


Simplificadamente e resumidamente, podemos descrever uma linha cronológica de eventos:




a) O conceito sobre liberdade sexual já vinha evoluindo desde a Renascença, mas como ação prática e revolucionária, tudo começou com a Revolução Francesa, que ocorreu em 5 de maio de 1789, no século XVIII;




b) Depois veio Karl Marx (05/05/1818 – 14/03/1883), que viveu no século XIX, que teve grande influência nos questionamentos sobre a família e o patriarcado;




c) Depois veio Max Horkheimer (14/02/1895 – 7/7/1973), da Escola de Frankfurt, que desenvolveu toda a sua Teoria Crítica no século XX, onde dizia que não havia problema algum em um filho desejar sua mãe, afinal, é uma mulher como qualquer outra e que o autoritarismo do pai é que impedia isso.




d) Na sequência, a Teoria Crítica influenciou diretamente o movimento de Contracultura nos anos de 1960, tendo como um marco importante o Festival de Woodstock (realizado entre os dias 15 e 18 de agosto de 1969), que expôs, na prática, para o mundo inteiro ver, o resultado de toda a discussão sobre liberdade sexual desenvolvida ao longo daquela década.




e) E, por fim, no presente, como fruto direto do movimento de Contracultura, todos esses conceitos são defendidos e difundidos por um termo genérico conhecido apenas como Agenda Progressista, que envolve uma grande quantidade de instituições nacionais e internacionais, inclusive  a ONU e sua Agenda 2030. Através da dominação da mídia, da política e do sistema de ensino, seu poder vem evoluindo perigosamente para um agressivo controle social visando o cumprimento dessa “revolução”.




f) E para piorar, essa “revolução” também tem uma forte influência espiritual, que ficou explícita (até onde sei) no século XX. A “teoria” sexual defendida na Teoria Crítica é idêntica aos conceitos defendidos pela seita chamada Thelema, que é uma religião sexual, e vertente do satanismo, criada por Aleister Crowley (ele é uma das principais influências do esoterismo nos séculos XX e XXI e foi também quem popularizou a imagem de Baphomet, ao lado). Os fundamentos da chamada Ideologia de Gêneros tem seus fundamentos na Teoria Crítica e na Thelema também. Uma face filosófica e outra espiritual (satânica) da mesma moeda, cujos conceitos foram os fundamentos do movimento de Contracultura dos anos de 1960 (os Beatles, assim como Raul Seixas, por exemplo, eram divulgadores da doutrina de Crowley). Esse movimento, filosoficamente e espiritualmente, é a principal referência para o sucesso da revolução sexual no presente.


Tudo isso feito às claras, para que todos vejam.


O maligno é ousado.


Como é possível ver, de forma bem resumida, esses conceitos visando a uma revolução não surgiram da noite para o dia, mas desde sua origem verifica-se uma direção muito bem definida, cujos


fundamentos são de séculos atrás, e que envolveram várias pessoas, com os mesmos objetivos, mesmo em épocas diferentes, trazendo influencias filosóficas e espirituais. Como ficou óbvio, a evolução desses conceitos foi muito além do tempo de uma vida humana, envolvendo pessoas que, individualmente e aparentemente, não tiveram muito a ganhar com isso. Então por que se dedicaram tanto? Afinal é apenas o mal pelo mal, com nenhum outro propósito.


Se isso fosse obra humana, então teria se desmanchado na morte do primeiro idealizador, mas tudo permanece firme e inalterado há séculos influenciando e contaminando todo o conhecimento humano, seja filosófico, sociológico, cultural ou espiritual.


Enfim, são séculos de desenvolvimento visando a uma revolução, primeiramente sexual, mas que tem como real objetivo (como é fácil de perceber) a corrupção e o controle completo do homem, sendo hoje o seu ápice.


Percebeu? Século a século, ano a ano, camada por camada até se concluir AGORA!!


Só demônios vivem tanto e são tão dedicados ao mal.


Veja o que diz Efésios 6.12: “porque a nossa luta não é contra o sangue e a carne, e sim contra os principados e potestades, contra os dominadores deste mundo tenebroso, contra as forças espirituais do mal, nas regiões celestes”.


Não é o homem o grande inimigo do mundo.



5. O maligno odeia a Igreja por causa de Cristo



Mateus 24.9: “Então eles os entregarão para serem perseguidos e condenados à morte, e vocês serão odiados por todas as nações por minha causa”.


O evangelho, por causa do maligno, é rejeitado pelo mundo, é perseguido, é cancelado, é difamado e muitas outras coisas. A galeria de mártires cristãos é enorme e aumenta mais de duzentos mil mortos por ano, todo ano e há muito tempo (a "era dos mártires", ao contrário do que dizem, não acabou).


Esse absurdo ódio a Cristo não é obra humana, pois seria irracional e sem propósito, caso fosse. O homem tem a tendência natural de ser tolerante com religiões diversas, por isso existem tantas delas. Apenas com os cristãos que essa tolerância é menor, pois a quantidade de cristãos mortos todos os anos supera a de muitas guerras e epidemias.



Assim, podemos afirmar, sem medo de errar, que a religião cristã é a mais perseguida e odiada no mundo.


Desde quando?


Desde sua origem, começando pelo seu próprio fundador, que foi crucificado.


Após a crucificação de Cristo, teve início os Últimos Dias, o caminho inevitável para o fim, onde, no mundo, o aumento da prática do pecado tem como meta a busca frenética pela erradicação da fé cristã e da corrupção absoluta do homem.


É o diabo quem promove o pecado tentando o homem, não é Deus (Tg 1.13).


Se Deus não zelasse pelo seu povo (Mateus 24.22), os cristãos teriam sido extintos logo em seu primeiro ano.


João 15.18-19: “18 Se o mundo vos odeia, sabei que, primeiro do que a vós, me odiou a mim. 19 Se vós fôsseis do mundo, o mundo amaria o que era seu, mas porque não sois do mundo, antes eu vos escolhi do mundo, por isso é que o mundo vos odeia”.



Você cristão, que vive em um país como o nosso, onde não há perseguição explícita ao evangelho (por enquanto), quer saber como é ser verdadeiramente odiado? Entre em um fórum de internet qualquer e diga que é evangélico, faça o teste. Se você disser que é gay, a galera vai ficar fortemente intimidada, com medo de processos judiciais, prisões e etc, mas se disser que é cristão ou principalmente evangélico, então saberá o que é ser verdadeiramente odiado, pois as pessoas se sentem livres para expressar seu ódio contra cristãos, pois contra o cristianismo pode, então o pessoal se solta sem medo.


Por que o mundo odeia a Cristo e sua mensagem?


Sabemos qual a origem desse ódio e que não vem do mundo, mas do diabo, pois o mundo é dele.


1 João 5.19: “Sabemos que somos de Deus, e que todo o mundo jaz no maligno”.



Todo o mundo é controlado pelo maligno, é seu domínio transitório. Entretanto, o controle que Satanás tem sobre o mundo não é absoluto, pois a presença da Igreja neste mundo limita seu poder e ação, pois o poder maior está com o povo de Deus.


1 João 4.4: “Filhinhos, vós sois de Deus e tendes vencido os falsos profetas, porque maior é aquele que está em vós do que aquele que está no mundo”.


Quem está em nós é maior do que aquele que controla este mundo, o poder maior está com o povo de Deus, pois Deus é absoluto! Mesmo que o maligno domine o mundo, a Igreja entretanto não faz parte deste mundo.


João 15.19: “Se vós fôsseis do mundo, o mundo amaria o que era seu, mas porque não sois do mundo, antes eu vos escolhi do mundo, por isso é que o mundo vos odeia”.


Assim fica bem claro que, ao contrário do que dizem, o mundo não é nosso inimigo, mas satanás, pois o mundo jaz no maligno, o mundo é o território dele, seu domínio.


A estrada larga que leva à perdição (Mt 7.13-14) foi pavimentada pelo diabo.



6. Como vencer o maligno?





Mas como homens pecadores que somos, o que fazer para ficarmos livres da influência maligna?


a. Resistir ao maligno



O maligno não pode nos obrigar a pecar, por isso, não somos inocentes quando cedemos à tentação, logo, temos o dever de resistir ao maligno.


Tiago 4.7: “Sujeitai-vos, portanto, a Deus; mas resisti ao diabo, e ele fugirá de vós”.


Entretanto, como podemos resistir ao mal sem termos um completo discernimento sobre o que é o bem e o mal?


b. Conhecendo a Palavra



Quer saber o que é o bem e o mal? Leia as Escrituras, pois somente Deus tem autoridade para definir o que é bem e o mal. É da Palavra de Deus que vivemos e pela fé em sua mensagem é que viveremos eternamente. É nela que encontramos todas as respostas, é nela que sabemos qual é a vontade de Deus e é através dela também que as obras do diabo serão destruídas.


Jesus nos deu o exemplo, pois foi com as Escrituras que ele venceu o tentador.


Mateus 4.3,4: “3 Então, o tentador, aproximando-se, lhe disse: Se és Filho de Deus, manda que estas pedras se transformem em pães.

4 Jesus, porém, respondeu: Está escrito: Não só de pão viverá o homem, mas de toda palavra que procede da boca de Deus”.


E essa Palavra deve ser de conhecimento de toda a sociedade, sabemos que o evangelho tem como principal foco a salvação de pessoas, mas não podemos esquecer que ele vai além disso, pois devemos ser luz de todo o mundo e sal de toda a Terra (como é bem explicado aqui). Para que as obras do diabo sejam realmente destruídas, então a Palavra de Deus deve ser referência para todas as questões humanas, sejam elas filosóficas, sociológicas, culturais ou espirituais, para que todo pensamento se torne cativo a Cristo.


2 Coríntios 10.4-5: “4 As armas com as quais lutamos não são humanas; pelo contrário, são poderosas em Deus para destruir fortalezas. 5 Destruímos argumentos e toda pretensão que se levanta contra o conhecimento de Deus, e levamos cativo todo pensamento, para torná-lo obediente a Cristo”.


A Palavra de Deus é a Verdade.


Mas quando o convertido conhece as Escrituras, basta ser apenas um teórico da Palavra? Ou seja, basta o conhecimento acadêmico das Escrituras (conhecer a Deus apenas por ouvir falar) para que Cristo viva através dele?


Não, é necessário fé, obviamente, que é cultivada através de um relacionamento com Deus, através de uma vida de oração.


c. Oração



Lucas 5.16: “Ele [Jesus], porém, se retirava para lugares solitários e orava”.


Jesus deu o exemplo.


Qualquer amizade humana só é sustentada pela convivência, pelo diálogo constante. Se você ficar sem falar com seu amigo por anos, é bem provável que essa amizade se esfrie ou se acabe, mas se o contato é diário por exemplo, então essa amizade se manterá viva e forte.


Com Deus é a mesma coisa.


1 Tessalonicenses 5.17: “Orai sem cessar”.


Quer ter intimidade com Deus? Quer se tornar próximo de seu Pai? Então converse com Ele, mantenha um diálogo constante, diário, e verá que será correspondido.


1 Pedro 3.12: “Porque os olhos do Senhor estão sobre os justos, E os seus ouvidos atentos às suas orações; Mas o rosto do Senhor é contra os que fazem o mal”.



7. O diabo está condenado



Como foi dito acima, Satanás não é absoluto, pois seu domínio é transitório. O evangelho surgiu para abalar sua autoridade, pois é através da pregação do evangelho que Cristo destrói as obras de Satanás.


1 Jo 3.8: “Para isto o Filho de Deus se manifestou: para destruir as obras do Diabo”.


Não nos sujeitamos ao príncipe deste mundo, nada lhe devemos, pois já está julgado e, portanto, sua derrota já está determinada.

 

João 16.11: “(…) porque o príncipe deste mundo já está julgado”.


Assim, pela fé, seguimos em frente, pois a vitória é certa, pois cremos no poder de Deus.


Romanos 16.20: “E o Deus da paz, em breve, esmagará debaixo dos vossos pés a Satanás. A graça de nosso Senhor Jesus seja convosco”.



Amém!


Graça e paz!



Christian Brito

 

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Dei tantas voltas
E não, os muros não vieram ao chão
Mas o meu Deus jamais falhou

A guerra vencida está
Espero a mudança chegar
Pois o meu Deus jamais falhou

A Tua promessa sempre estará de pé
Tu És fiel
Descanso em Tuas mãos
Minha confiança É
Meu Deus jamais falhou

A noite passará
Tudo se cumprirá
Te louvarei mais outra vez
Jesus, Teu amor por mim é suficiente
Te louvarei mais outra vez

A Tua promessa sempre estará de pé
Tu És fiel
Descanso em Tuas mãos
Minha confiança É
Meu Deus jamais falhou

A Tua promessa sempre estará de pé
Tu És fiel
Descanso em Tuas mãos
Minha confiança É
Meu Deus jamais falhou
Jamais falhou
(Ele jamais falhou, Ele não muda)
(Suas promessas jamais passarão)

Já vi mover
Mover montanhas
Eu creio que meu Deus fará outra vez
Caminho abriu no impossível
Eu creio que meu Deus fará outra vez

Já vi mover
Mover montanhas
Eu creio que meu Deus fará outra vez
Caminho abriu no impossível
Eu creio que meu Deus fará outra vez

Já vi mover
Mover montanhas
Eu creio que meu Deus fará outra vez
Caminho abriu no impossível
Eu creio que meu Deus fará outra vez
Meu Deus fará outra vez, oh, oh

A Tua promessa sempre estará de pé
Tu És fiel
Descanso em Tuas mãos
Minha confiança É
Meu Deus jamais falhou

A Tua promessa sempre estará de pé
Tu És fiel
Descanso em Tuas mãos
Minha confiança É
Meu Deus jamais falhou

(Jamais falhou)
(E eu quero me lembrar)
(Meu Deus não falhará)
(Sim, eu quero me lembrar)
(Meu Deus não falhará)
(Eu quero me lembrar)
(Meu Deus não falhará)

sexta-feira, 22 de outubro de 2021

O Estado, seu inimigo.


 





O vídeo acima deixa claro que o maior inimigo do povo brasileiro é o Estado.


O Estado brasileiro é estruturado de forma socialista.


Não somos livres, somos prisioneiros.


Link para o canal hipócritas


Christian Brito

 

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O Efeito Lúcifer

 

Como convencer pessoa boas a fazer coisas terríveis?

Isso é possível?

Sim, é!

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